quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Fotos de Povos e Missões ao redor do Mundo

*
Imagens da JMI da Convenção Batista do Sul - EUA

Turcomenistão

Chapéus tradicionais Turcomanos feitos de pele de carneiro são vendidos em um grande bazar ao ar livre perto de Ashgabat. A pobreza é uma das principais barreiras para o acesso ao Evangelho para muitos dos 5 milhões de habitantes deste país.

Um jovem mostra seu patriotismo como turcomano com a bandeira nacional
no Estádio Olímpico em Ashgabat.

Mulheres Turcomanas indo às compras em um bazar em Ashgabat


África


Mãe e filho - Mali

Mulher bambara

O chefe da aldeia Sabtenga , localizada no savanas do Burquina Faso,
recebe os visitantes com amendoim na mão.

Belíssima imagem de um Baobá

Roberto Gómez, brasileiro, e seu ministério de Futebol no Mali - note a camisa da
Seleção Brasileira, onipresente. O esporte é um
dos abre-alas para Missões, principalmente para nós, brasileiros.

Imagens de povos e da obra missionária realizada pela Junta de Missões Internacionais da Convenção Batista do Sul - EUA (o site está disponível em inglês e espanhol).

Visite a rica galeria de imagens do site:

http://hispanos.imb.org/recursos/post.asp?StoryID=6979&LanguageID=5847

Aproveite para explorar todo o site, que oferece muitos outros recursos.


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Publicado originalmente no blog IMAGENS CRISTÃS.

O blog / projeto Imagens Cristãs, uma iniciativa de blogueiros, fotógrafos e artistas evangélicos para disponibilizar fotos e imagens de uso livre (não comercial) para igrejas, ministérios, sites e blogs evangélicos. A idéia, além de divulgar materiais e diversos links sobre o tema (no blog), é incentivar a produção dos irmãos, e a mordomia cristã, ao oferecer suas fotos e artes para uso da igreja de Cristo.

Se você se identifica ou quer conhecer melhor o projeto, visite nosso blog: http://imagenscristas.blogspot.com/

Temos também nosso grupo no Flickr, junte-se a nós (toda imagem enviada para o grupo será considerada de uso livre não comercial): http://www.flickr.com/groups/1261675@N21/

E por fim, visite a página de nossa conta no Flickr, onde organizamos os Álbuns de imagens, por temas: http://www.flickr.com/photos/imagenscristas/sets/

Deus lhes abençoe, meus amigos. Que possamos nos unir nesta forma de também servir à causa de Cristo, com nossa arte e boa vontade!

Pode escrever-me no e-mail: sammisreachers@ig.com.br

sábado, 24 de outubro de 2009

UZBECOS - Ore por este povo

Crianças uzbeques

População: 20.000.000.

Distribuição geográfica: Uzbequistão, China, Afeganistão e Paquistão.

Idiomas: Uzbeco e russo.

Religião: Islamismo.

Situação do cristianismo: Entre 250 e 300 crentes.

Obreiros cristãos: Entre 100 e 150.

Traduções: Novo Testamento e porções (Gênesis, Salmos e Provérbios). Não há gravações nem emissoras de rádio em uzbeco.

HISTÓRIA - O país do Uzbequistão possui 20 milhões de habitantes, dos quais 70 % são uzbecos. Tem sofrido invasões de persas, macedônios, turcos, árabes, mongóis e no século passado dos russos. Como parte da União Soviética, constituiu-se a maior das seis repúblicas muçulmanas: Turcomenistão, Azerbaijão, Kirguistão, Tadjiquistão e Kazaj. Sua capital é Tashkent, com 2.500.000 habitantes, é a quarta da ex União Soviética. Foi destruída em 1966 por um terremoto mais se reconstruiu. Cidades como Samarcanda e Bujara são importantes centros de cultura islâmica.

SITUAÇÃO POLÍTICA - As revoltas contra a dominação russa e depois soviética sucederam sem interrupção. Em agosto de 1991 o Uzbequistão declarou-se república independente, com o que se fomentou o nacionalismo e o surgimento de líderes autóctones russos.

ECONOMIA - Fundamentalmente dedicam-se a agricultura. Destaca-se o cultivo do algodão, da seda e das verduras (um terço da produção soviética). A política econômica da ex URSS no Uzbesquistão tem sido nefasta: a indústria pesqueira desapareceu com o secamento do Mar Aral e a contaminação que é muito forte. Na atualidade, o sal do mar está secando a região, que no final do século pode converter-se em um deserto.

CULTURA E EDUCAÇÃO - Quase a totalidade da população está alfabetizada, apesar de que a educação se realizava em russo. Até pouco tempo estava proibido o islamismo; é por isso não há tradução do Alcorão. Era ilegal ensinar árabe. Sem dúvida, a cultura islâmica é muito importante. Há práticas de casamentos e funerais segundo a lei muçulmana. E também a circuncisão dos meninos. A estrutura familiar é fortemente patriarcal.

CONTATOS COM O EVANGELHO - Haviam comunidades nestorianas no século IV. Nos últimos tempos tem havido em toda a Ásia central uma revitalização do islamismo, acrescentando a abertura política (auge dos seminários islâmicos). Existem igrejas ortodoxas russas e batistas soviético-alemães na região, mais não entre os uzbecos. Em 1980, 30 crentes uzbecos deram testemunho, mais seu líder foi internado em um hospital psiquiátrico.

NECESSIDADES ESPECÍFICAS - Por causa dos pesticidas há um índice muito alto de câncer no esôfago e problemas de fígado. Apesar da alta porcentagem de natalidade, a mortalidade infantil é uma das mais elevadas do mundo. Oremos pela tradução completa da Bíblia em uzbeco e por programas de rádio em sua língua.


GALERIA DE IMAGENS

ORELHAS PARA ESCUTAR

Um trabalhador uzbeco em um quiosque nas ruas de Moscou.






DESCANSANDO

Homens descansam num bazar na nação de Uzbekistão na Ásia Central, anteriormente uma República Soviética.






HOMEM UZBECO

Cerca de 99 por cento dos uzbecos são muçulmanos.






FEITO A MÃO

Mulheres uzbecas tecem complicados desenhos para tapetes no Workshop de Tapetes de Seda Bukhara no Uzbekistão.





PÃO QUENTE

Um menino Uzbeco carrega pão acabado de assar.














VIVIENDO NO UZBEKISTÃO

Cerca de 99 por cento dos uzbecos são muçulmanos.














NO MERCADO

Mulheres no mercado uzbeco.











Fonte textos: http://www.pmibrasil.org.br
Fonte imagens: http://hispanos.imb.org/

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Gente Kristang

http://hotels.online.com.sg/localtours/pics/malacca-001.jpg

Leia com atenção o seguinte texto e logo você começará a identificar mais e mais palavras. Ele está escrito em papiá Kristang, língua falada por mestiços portugueses/ asiáticos, a partir da tomada da região de Melaka, hoje uma das províncias da Málásia.

Pai nussa
Pai nussa ki teng na seu
Santafikadu bossa Nomi
Bossa reinu beng
Bossa bontadi kumpri Na terea assi kuma na seu
Dar nussa pang di kada dia
Perdua nussa pekadu
Assi nus perdua nussa inimigu
Nag dessa nus teng mal intentasang
Mass libra kum nus di tudu mal
Amen.

Gente Kristang é a comunidade de mestiços europeus e asiáticos com suas raízes na colonização portuguesa a partir de 1511. Atualmente os casamentos interraciais acontecem mais entre os Kristang e chineses e indianos, devido às leis que proibem o casamento com malaios mulçumanos.

A “gente Kristang” é um grupo étnico da malásia, formado a partir de 1511 quando começou a colonização portuguesa na Malásia. Embora algumas décadas depois os suecos tomaram a região, as famílias formadas por homens portugueses e mulheres da região persistiram.

A língua falada por esse grupo étnico, o Papiá Kristang, é um crioulo Português que tem produzido alguma influência no bahassa malai (Língua Malaia), contribuindo com palavras como: kereta (carro, carreta); sekolah (escola); bendera (bandeira); mentega (manteiga); keju (queijo); meja (mesa); nenas (ananás).

O Papiá Kristang (Lingua Cristã) é falado por cerca de 5.000 pessoas em Melaka, onde a colonização portuguesa se iniciou e outros 400 em Singabura. Cerca de 80% dos antigos Kristang em Malacca o falam regularmente, havendo também alguns em Kuala Lumpur, devido à imigração.

Algumas frases: Mutu Merseh (Muitas mercês); Teng Bong? (Estás bom?); Bong Pamiang (Boa Manhã); Bong Midia (Bom Meio-dia); Bong Atadi (Boa Tarde); Bong Anuti (Boa Noite); yo (eu); bos (vós); bolotudu (vós todos’); mai (mãe); pai (pai); muleh (mulher); maridu (marido); bela (velha); belu (velho); Quenino ou Kenino (Pequenino); godru (gordo); Bonitu (bonito); festa (festa); ungua, dos, tres, kuatu, singku, sez, seti, oitu, novi, des (um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez).

O uso do português, mesmo antigo e mesclado com as línguas locais, toca nosso coração na AMME para o envio de missionários que possam anunciar a este povo o cristianismo bíblico. Ore por isso.

FONTE: Missão AMME Evangelizar - http://www.evangelizabrasil.com

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

QUANTOS EU JÁ MATEI?






O aviãozinho fazia um sobre vôo de reconhecimento na pista de grama bem no meio da floresta amazônica para ver se realmente está livre para descer.
Por vezes há pessoas ou animais na pista e para evitar acidentes os pilotos sempre usam deste procedimento.
Lá embaixo podíamos ver dezenas de indígenas nas trilhas correndo em direção a pista.
A chegada de um avião significa para os missionários a presença da civilização, de colegas, o rancho do mês que chega com quitutes apreciados ou a saída de férias da aldeia aproveitando o retorno do vôo; mas para os índios, as novidades maiores estão nas coisas que levamos no vôo.
Um índio em tratamento médico fora da aldeia pode estar retornando, pessoas novas com quem estabelecerão contato.
Coisas como sal, arroz, açúcar e outras bugigangas.
Enquanto abraçávamos os missionários e descarregávamos o avião percebia, que ao me aproximar de um nativo, fosse adulto ou criança imediatamente ele se afastava.
Fiquei intrigado com aquilo.
Em todas as outras aldeias de etnias diferentes eram solícitos e imediatamente estavam misturados entre os brancos (branco para eles são todos os que não são índios, seja branco ou negro), mas naquela aldeia estava acontecendo algo que eu não conseguia identificar.
O missionário me chamou para um canto e me disse que os índios estavam com medo de mim.
Imediatamente perguntei: mas por quê? Não faço medo a uma mosca.
Respondeu o missionário: O problema é sua barriga.
Como assim? Indaguei.
Respondeu o missionário: Para eles que tem barriga grande é matador e me desculpa chefe realmente eles têm razão.
Depois de tudo explicado conseguimos estabelecer um diálogo razoável com índios.
Mas a pergunta que ficava no ar era:
Quantos o chefe branco já matou?
Minha barriga me denunciava...

Geremias Bento - http://www.geremiasbento.net

sábado, 10 de outubro de 2009

Conheça o Tadjiquistão

Bandeira do país


Dados gerais

Capital
Duchambe

Governo
República, chefiada pelo presidente Emomali Rahmons desde novembro de 1994

População

7,3 milhões (26% urbana)

Área
143.100 km2

Localização
Ásia Central

Idiomas
Tadjique e russo

Religião
Islamismo 97%, outras 3%

Perseguição
Algumas limitações

Restrições
Há liberdade religiosa

O Tadjiquistão é um país da Ásia Central, limitado a norte pelo Quirguistão, a leste pela China, a sul pelo Afeganistão e a oeste e norte pelo Uzbequistão. Além do território principal, inclui ainda o enclave de Voruh, no Quirguistão. É uma ex-república soviética. Sua capital é Duchambe. Seu territorio é dominado pela Cordilheira Pamir. Áreas férteis podem ser encontradas nos vales entre as cordilheiras, cortados por inúmeros rios. Algumas montanhas têm seus picos permanentemente congelados e cobertos de neve.

História e governo

Desde o domínio persa no século XII até a ocupação russa no século XIX, o Tadjiquistão esteve sob controle de forças estrangeiras durante grande parte de sua história. Quando o Império Soviético entrou em colapso, o país mergulhou em uma grande guerra civil que terminou apenas em 1993.

Desde a guerra civil, o Partido da Renascença Islâmica é oficialmente reconhecido. Outros grupos islâmicos são mais influentes nas aldeias e em certas áreas do país. O governo do país controla rigorosamente as atividades religiosas.

Emomali Rahmon, presidente do país, cumpre atualmente seu terceiro mandato. Em março de 2008, ele removeu o sufixo russo de seu sobrenome (antes era Rahmonov). O presidente recomendou que todas as crianças recém-nascidas fossem registradas com sobrenomes tadjiques - uma forma de "aumentar o patriotismo", segundo ele.

Subdivisões


O Tajiquistão está dividido em três províncias, uma região autônoma e a capital, Duchambe, possui estatuto especial. Cada província é dividida em distritos.


População

Dos pouco mais de sete milhões de habitantes, 35% possuem idade inferior a 15 anos. Os muitos grupos étnicos presentes no país incluem iranianos, russos, uzbeques e quirguizes. A língua oficial do país é o tadjique, mas o russo também é amplamente utilizado nos negócios e na administração pública.

O estudo é obrigatório e o analfabetismo praticamente não existe no Tadjiquistão. A maioria dos tadjiques é muçulmana, mas há minorias que seguem o cristianismo ou outras religiões.

Pobreza

O Tadjiquistão é um dos 20 países mais pobres no mundo. Mais de 60% de seus habitantes vivem abaixo da linha de pobreza. A pobreza generalizada continua a alimentar o tráfico de drogas e a militância islâmica.

Estima-se que o desemprego atinja mais de 30% da população. Cerca de um milhão de tadjiques emigrou à Rússia para trabalhar, deixando desequilibrada a proporção entre homens e mulheres na nação.

Drogas

Armas e drogas estão amplamente disponíveis no país. O Tadjiquistão é o principal mediador e estocador das drogas produzidas no Afeganistão e direcionadas à Rússia e países ocidentais. A falta de infra-estrutura e lei abriu espaço para atividades ilegais em partes do Tadjiquistão (80% das drogas produzidas da Ásia Central se encontram no país). Muitos dos viciados acabam presos, pois quase não há centros de reabilitação disponíveis.


A Igreja

O cristianismo chegou ao Tadjiquistão nos primeiros séculos da era cristã, trazido por missionários da Igreja Apostólica do Oriente. No entanto, sua presença na região foi dizimada pelos exércitos de Tamerlão (o último grande conquistador da Ásia Central), gerando um vazio espiritual que veio a ser preenchido pelo islamismo.

Antes da década de 1990, o Tadjiquistão fazia parte da União Soviética, e as igrejas dos russos funcionavam sob diversas restrições. A maioria de seus membros não tinha a visão de alcançar os tadjiques com o evangelho. Com a guerra civil, muitos russos emigraram e a Igreja encolheu. No entanto, a nova liberdade religiosa deu a muitos a oportunidade de pregar aos tadjiques, que, aos poucos, se convertiam.

A Igreja formada por tadjiques é bem jovem e está à procura de sua própria identidade; separada da Igreja russa, mas trabalhando em cooperação com ela. Por meio do ministério em prisões, a Igreja tem crescido consideravelmente com a conversão de ex-viciados que conhecem Jesus enquanto estão presos. A mudança em suas vidas acaba por atrair seus familiares a Cristo também.

Apesar da crescente construção de igrejas e dos bons resultados da evangelização no país, ainda resta muita coisa para ser feita. O maior grupo de cristãos atualmente ainda pertence à Igreja Ortodoxa Russa.


A perseguição

Apesar da liberdade religiosa existente no país, o cristianismo enfrenta oposição por ser profundamente associado aos russos. O islamismo, por sua vez, é tido como integrante da identidade tadjique.

A difusão do islamismo tem o apoio da propaganda iraniana e, ocasionalmente, dos soldados afegãos. Há inúmeros casos de tadjiques que abraçaram o cristianismo e enfrentaram forte oposição de suas próprias famílias.

O Comitê de Assuntos Religiosos monitora todas as atividades das igrejas, em especial das congregações tadjiques. As comunidades religiosas precisam se registrar para atuar. Quando os cristãos evangelizam ativamente, correm o risco de serem levados em julgamento e multados. Também podem ser oprimidos e agredidos.

A importação e disponibilização de livros cristãos são restritas. A única livraria cristã que existia em todo o país foi fechada - um retrocesso para a Igreja.

No dia 25 de março, o presidente assinou uma lei religiosa controversa, considerada inconstitucional por grupos de direitos humanos. A nova lei censura a publicação e importação de livros religiosos e restringe a atividade e educação religiosa de crianças. Nenhuma dessas restrições, entretanto, se aplica à comunidade islâmica.

Em maio de 2008, o Ministério de Cultura do Tadjiquistão impediu que 100 mil Bíblias no idioma tadjique, compradas pela comunidade batista local, entrassem no país. O chefe do Comitê de Assuntos Religiosos, Idibek Zieev, teria dito que o volume de Bíblias era muito grande para a comunidade batista, que tem aproximadamente mil membros. Para ele, era estranho importar tantas cópias da Bíblia num país onde 95% por cento da população é formada por muçulmanos.


Motivos de oração

1. A Igreja tadjique desfruta de certa liberdade. Ore e peça que essa oportunidade seja utilizada da melhor maneira possível.

2. Por muitos anos, o cristianismo no país tem sido dominado pela cultura ortodoxa russa e ucraniana. Agora é necessário que a Igreja se integre à sociedade tadjique. Ore para que esse objetivo seja alcançado com sabedoria.

Fontes: Missão Portas Abertas e Wikipedia (adaptados)
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FOTOS

Museu Nacional



Imagens da Capital do País, Duchambe



Mesquita

Vendedores


Um pouco da paisagem montanhosa do país


Quase um quarto da população mundial é muçulmana

INTERNACIONAL - Quase um quarto da população mundial é muçulmana, segundo estudo do Pew Center realizado em mais de 200 países e publicado nesta quinta-feira (8). A pesquisa mostra que 1,5 bilhão de pessoas no mundo são muçulmanas, cifra que representa 23% da população mundial, estimada em 6,8 bilhões de pessoas.

O estudo do Pew Center, um prestigioso grupo de estudiosos radicados em Washington, indica que a maior concentração de muçulmanos está na Ásia, onde reside mais de 60% deles.

Outros 20% se encontram no Oriente Médio e o restante distribuídos em todo o globo.

Na África, a população muçulmana não é tão grande como se pensava. Vivem ali 240 milhões de seguidores do Islã, ou cerca de 15% de todos os muçulmanos do mundo.

No Brasil, a Federação Islâmica Brasileira estima que, EM 2005, cerca de 1,5 milhão de muçulmanos viviam no país.

A pesquisa indica, por exemplo, que na Índia, que é un país de maioria hindu, residem mais muçulmanos que em qualquer outro país, com exceção da Indonésia e do Paquistão, e tem mais que o dobro de seguidores do Islã que outros lugares como o Egito.

Na China há mais muçulmanos que na Síria, na Alemanha há mais que no Líbano, e na Rússia, vivem mais muçulmanos que no Líbano e na Jordânia juntos.

Segundo a pesquisa, mais de 300 milhões de muçulmanos vivem em países onde o islamismo não é a religião majoritária.

A maioria da população muçulmana é composta de sunitas - cerca de 90% - e o restante - aproximadamente 10% - é de xiitas.

Em 2008, os católicos deixaram a primeira posição na classificação das religiões perdendo para os muçulmanos. Um total de 17,4% da população mundial era católica naquele ano, contra 19,2% que era muçulmana.

No entanto, quando se somam todos os cristãos (católicos, ortodoxos, anglicanos e protestantes) a porcentagem alcançava 33% da população mundial.

*Com informações da EFE


Fonte: UOL
via http://www.portasabertas.org.br/

sábado, 3 de outubro de 2009

VAMOS APRENDER TÉTUM (lingua nacional em Timor Leste)

• 1: Ida
• 2: Rua
• 3: Tolu
• 4: Hat
• 5: Lima
• 6: Nen
• 7: Hitu
• 8: Ualu
• 9: Sia
• 10: Sanulu
• 11: Sanulu Resin Ida
• 12: Sanulu Resin Rua
• 19: Sanulu Resin Sia
• 20: Rua Nulu
• 21: Rua Nulu Resin Ida
• 39: Tolu Nulu Resin Sia
• 40: Hat Nulu
• 100: Atus Ida
• 110: Atus Ida Sanulu
• 200: Atus Rua
• 240: Atus Rua Hat Nulu
• 900: Atus Sia
• 1000: Rihun Ida
• 7000: Rihun Hitu
• 20000: Rihun Rua Nulu
• 100000: Rihun Atus Ida
• 1000000: Tokon Ida

• Aat: Ser mau/má (v.); adj.; mal, muito (adv.); ain aat=má perna=coxo
• Acait: O centro do Centro, em Díli: tem a Missão Portuguesa, o Centro Camões, o BNU, os CTT e o "bistrot". Curiosamente, é a sigla de Associação Comercial Agrícola e Industrial de Timor.
• Água: Be hemu (para consumo), udan bem (pluvial), be foer (residual). Enfim; é aconselhável usar água mineral até para escovar os dentes.
• Ai: não é o que parece; quer dizer madeira, árvore, arbusto, pau.
• Aitarak: Um dos grupos de milícias timorenses próintegracionistas
• Aldeia dos Macacos: Carinhoso "nickname" que designa o bairro dos professores em Díli (Vila Verde)
• Amar: Hadomi, v.
• Asu: Cão, cadela, s.; ou aço (s), duro (adj.)
• Aula: uma aula em Timor é uma coisa pouco semelhante a uma aula no Brasil.
São 3x45 minutos, ou seja, 2 horas e 15 minutos cada, sem intervalo. Com turmas de 50, ou 70, ou 120 (!) alunos, dá para ter uma ideia do que é isto. Todos falam porque não existem cadeiras, secretárias, ou quadro, mas isso é o de menos...
• Ba: Ir, dirigir-se (v.); para, a (prep.); lá, mais longe, para lá (adv.)
• Bá-Fon: Corruptela do Francês, bas-fond. Espécie de discoteca, no Heliporto de Díli, gerido por tropa portuguesa e chilena. Barato e divertido, mais para as damas do que para os cavalheiros.
• Baucau: Segunda cidade de Timor, a Leste de Díli; tem um aeroporto internacional
• Bahasa: Quer dizer Língua, em Língua indonésia (bahasa indonesia, claro)
• Barak: muito(a/os/as), (det.), bastante
• Bibi: Cabra (1)
• Bogoró: Localidade junto a Bazartete, onde se situa a Escola Secundária.
Gente simpática e simples. A escola tem uma disciplina férrea, assumida com gosto pelos alunos. Como é tradicional, há formatura às 7:30 da manhã.
• Boot: Grande, adj., (Asu Boot=cão grande); part., por aglutinação, superior (biboot=irmã mais velha)
• Búfalo: Krau. O animal mais comum. Apesar da designação e do tamanho, são mais mansos do que as nossas vacas. Extraordinário espectáculo é a matança do dito, à lançada, como era, provavelmente, na Idade do Ferro. A carne é absolutamente intragável, de tão dura.
• Café: Para se beber o verdadeiro café timorense, é preciso ir às montanhas;
Câmbio: Faz-se em plena rua (apesar de ser proibido).
• Cão: Asu. existem por lá muitos Asu (asu barak?), feios, magros e maus. Constituem um prato regional.
• Carro: Kareta; quase não existem matrículas, seguros ou cartas-de-condução; circula-se pela esquerda (geralmente...)
• CATT: Comissariado de Apoio à Transição em Timor-Leste
• Cavalo: Cuda, ou Kuda.
• Clima: Tropical húmido. Médias: temperatura, 19º a 31º; humidade, 70% a 90%.
Chinês: "O" Chinês: em Díli, mistura de supermercado, drogaria, talho, mercearia, casa-de-ferragens e botequim; tem quase tudo
• CIVPOL: Corpo de Polícia Internacional; GNR e PSP têm forças integradas e
próprias
• CNRT: Conselho Nacional de Resistência Timorense
• Comer: Han, v.; come-se mal e caro
• Comoro: O aeroporto de Díli; para aviões de pequeno porte;
• Coral: Lindíssimos, apanham-se na praia,
• Correio: Existe uma única estação dos CTT, em Díli (Edifício Acait); só
aceitam USD
• Crocodilo: Lafaek. Sim, existe em Timor esse sorridente bichinho. E existe também uma lenda sobre a crocodílica origem de Timor.
• Cuda (ou Kuda): Cavalo timorense típico, mais pequeno do que os "nossos". (1)
• Dader: Dia; bom-dia, dader diak
• Darwin: A cidade mais próxima, na Austrália; os voos, a hélice, partem e chegam aqui
• Dengue: Doença tropical ainda mais perigosa do que a malária; pode ser mortal; epidémica, acompanhada de erupção e dores articulares
• Diak: Bom, boa, bem (subs., adj., adv.); melhor, maior, se composto com Liu
• Disionari: Dicionário
• Díli: A Capital do País. Com cerca de 50.000 habitantes. Ver estatísticas em World Gazeteer. Localização 8.6° S 125.6° E.
• Dinheiro: Osan
• Ensinar: Hanorin. Curiosamente, é foneticamente parecido com hanoin (entender, pensar)
• Escola: Iskola
• Escrita: Apesar de a maioria dos timorenses ser analfabeta, os que sabem escrever fazem uma espécie de transcrição fonética: kadeira, servisu, etc.
• F: F, de letra. Por algum esotérico motivo, em Timor a letra F é praticamente igual à letra P. Temos, portanto, fropissão, ferpeito, etc. Uma pequena confusão.
• Festa: De certa maneira, é o ambiente mais comum entre a comunidade internacional, especialmente em Díli. Um dos problemas de Timor não é o tédio.
• Feto: Mulher, fêmea, do sexo feminino
• Fila: Voltar, retroceder, virar, fritar, cozinhar em azeite ou banha (virando e um lado e do outro). (!!!)
• Finta: Imposto, contribuição, tributo, finta. Será isto uma reminiscência do Português arcaico?
• Foder: Harrummm, isto quer dizer muitos, det. reg. Cf. barak.
• Fugir: Halai, em Tétum, mas é mais importante saber como, quando, e para onde, se for necessário.
• Futebol: Joga bola, ou tebe bola
• Hadomi: Amar, v.
• Hakarak: Preferir, querer, desejar, apetecer
• Haklalak: Berrar, gritar, bradar
• Han: Comer, v.
• Han han: Comida
• Hanoin: Pensar (e lembrar, cogitar, etc.) Hanoin e nonok foram as 2 palavras em Tétum que mais gastei em Timor.
• Hatene: Entender, saber, conhecer. La hatene, não entendo, evidentemente; ou não sei, não conheço.
• Hau: (Ha'u) Eu, me, mim
• Homem: Mane. Evidentemente, o contrário (oposto) de Feto (mulher)

Fonte: http://meutimorlorosae.blogspot.com/

Visite tambem: http://valmirbarbosa09.blogspot.com/

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