terça-feira, 27 de abril de 2010

Mudança de realidade

 *
Ricardo Miranda

Sempre que paramos para escrever, até mesmo pelo nosso dia a dia esbarramos e paramos na questão financeira. Não que missões seja um point de arrecadação, mas sem dinheiro é impossível fazer missões, creio que disto os amados leitores são conscientizados.
Nesta edição queremos falar de um assunto até mesmo desconhecido na área financeira, que é a mudança de realidade no campo. Para que se trabalhe com precaução vamos falar do "caixa de reserva’’ ou "mante-nedores de reserva". Por que?
Muitos missionários e suas respectivas igrejas ou agências quando na formação do projeto calcula-se que ele, o missionário, irá depender de um valor "X". A partir deste cálculo, monta-se o projeto e quando atinge aquele valor calculado, então se despede o missionário. Daí em diante ele começa a correr um certo risco, que é a mudança de realidade naquela nação que por tanto tempo se sonhou em alcançar.
Imaginamos o seu missionário chegando em uma nação estranha com aquele valor "X" e às vezes em questões de meses haja algumas turbulência econômica, e essas turbulências podem ser associadas a diversos fatores como fatores meteo-rológicos, instabilidade política ou mesmo uma instabilidade econômica, todos estes fatores podem elevar o custo de vida em uma região ou às vezes em uma nação. E aí o missionário, juntamente com sua igreja, começa também a sofrer o efeito daquelas conseqüências que aquele país esteja atravessando, só que ele lá no campo e a igreja aqui. Vejamos que boa parte dos missionários está em paises que passam por estes problemas e até mesmo países de economia estável poderão sofrer turbulência econômica. A economia mundial é na sua maioria globalizada e basta uma noticia negativa na bolsa de valores de Nova Délhi, na Índia, que se começa uma derrubada de outras bolsas. Quem não se lembra da crise russa na década de noventa? Crise Argentina e tantas outras, e o mundo econômico é assim: o dólar sobe e arrasta também os juros, e o missionário no campo começa então a sofrer a chamada pressão financeira, chegando às vezes a ponto de abandonar o campo, simplesmente por uma falta de precaução daqueles que com tanto carinho montaram aquele projeto.
Para que tal coisa não venha acontecer com seu missionário eis algumas orientações:
1º- Quando atingir o valor desejado de seu projeto, insira uma quantia a mais em torno de 20% para que esta porcentagem faça um calço em uma eventual necessidade.
2º- Investigar ao máximo a economia daquele país para onde o projeto estiver direcionado, principalmente nos paises de primeiro e segundo mundo, um bom parâmetro para isto é o risco país, os de terceiro todos nós conhecemos o nível.
Pesquisamos muito a questão cultural de um povo e isto é ótimo, enfatizamos muito a comunhão do missionário para com Deus e isto é fundamental mas às vezes esquecemos da parte econômica para que o servo do senhor não passe por pressões financeiras no campo. Existem hoje abnegados servos do senhor que trabalham com economia e mercado e não é demais uma consultoria prévia a um deles.
3° - É importante que a retaguarda mantenha uma boa comunicação com o missionário no campo para identificar a mudança de realidade econômica que o afeta e buscar novos mantenedores, de forma a corrigir o sustento dos "Embaixadores de Cristo" naquela nação.
Por sua vez, é importante que os missionários busquem formas possíveis de se adequarem à nova realidade econômica, antes de cumularem dívidas que possam afetar seu relacionamento com Deus, com a Igreja enviadora ou com o povo onde vive.
Talvez você pense que Paixão pelas Almas agora tenha encarte de economia e que esta coluna não tenha aquela tradicional referência bíblica. Mas eu te digo que os homens de negócios quando vão investir em um país eles passam até anos pesquisando a economia daquele país para dali ganharem seus muitos dólares, e nós? "Pois qual de vós querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?" (Lc 14:28), Jesus já nos instruiu a respeito disto. Somos também homens de negócios que enviamos um representante não para ganhar dólares mais sim, valiosos almas que estão pressas nas mãos de Satanás.
Então amados sejamos prudentes e vigilantes.

Fonte: http://www.semipa.org.br

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Alfabetos - Sistemas de Escrita


A escrita é a representação de ideias através de símbolos gráficos. Ela surgiu há mais ou menos 5500 anos, no Egito e na Mesopotâmia. Nesta época, todas as formas de escrita eram ideográficas (hieróglifos egípcios, escrita cuneiforme); as fonéticas apareceram alguns milênios depois, com a escrita ugarítica, no Oriente Médio. Este alfabeto deu origem ao alfabeto fenício, que é a base de quase todas as escritas fonéticas atuais. Hoje ainda há uma escrita ideográfica, a chinesa / japonesa. A diferença principal entre os dois tipos de sistemas de escrita é que, no tipo fonético, os sons da fala são representados por letras, enquanto no ideográfico são as palavras ou conjuntos de palavras que são representados, por desenhos chamados ideogramas. No caso da escrita chinesa, há uma certa razão para se conservar o sistema ideográfico. Na China, há mais de mil dialetos, que são variações de uma mesma língua, mas que não diferem na estrutura básica, apenas um pouco nas palavras. Desta forma, um texto em chinês é escrito igual em todos os dialetos, mesmo com a pronúncia sendo diferente.
       O tipo fonético se divide em 4: alfabético, abjad, abuguida (ou alfassilábico) e silábico. O sistema alfabético é o mais comum, no qual cada consoante ou vogal é representada por uma letra. Provavelmente é a forma mais lógica de se escrever, mas, na prática, com a evolução das línguas, as escritas alfabéticas passaram a apresentar letras duplas, acentos, dígrafos, letras mudas, mais de uma letra para o mesmo som e vice-versa, o que torna torna a escrita mais complexa. Esse é o caso do alfabeto latino, usado para a grande maioria das línguas atuais.
       O abjad é um sistema similar, sendo historicamente anterior ao alfabético, já que a escrita ugarítica é abjad. Nesse sistema, as letras só representam as consoantes, e as vogais podem ser representadas, opcionalmente, por pequenos traços e pontos colocados abaixo ou acima das consoantes. Normalmente não se utiliza essa pontuação de vogais, apenas para os iniciantes na escrita. Isso pode parecer estranho, e seria muito difícil ler português ou inglês sem as vogais, mas esse tipo de escrita se adapta bem às línguas semíticas, como o hebraico e o árabe. Nestas línguas, como as vogais dos radicais mudam quando há derivação de palavras, os radicais podem permancecer intactos se só forem escritas as consoantes.
       A escrita abuguida é diferente. Nela, cada letra pode representar uma sílaba, composta de uma consoante e uma chamada vogal herdada, que geralmente é o som de vogal mais comum (a ou o, dependendo da língua). Para modificar a vogal herdada, são utilizados sinais diacríticos, parecidos com os acentos, que são postos encostados nas letras. Por exemplo, em hindi, a consoante para o som d é pronunciada da, e se for colocado um pequeno traço inclinado para a esquerda, em cima da letra, ela se torna a sílaba de. Também há símbolos para vogais isoladas na sílaba, e para nasalizar ou retirar a vogal das letras. Estes alfabetos são pouco conhecidos no Ocidente, mas existe um grande número de abuguidas, usados principalmente para as diversas línguas indianas e do sul e sudeste asiático, como hindi e tailandês.
       Os alfabetos silábicos são os que têm o funcionamento mais simples, próprios para línguas com pouca variedade de sílabas, como o japonês e o cherokee. Nestes alfabetos, cada letra representa uma sílaba composta por uma consoante e uma vogal, ou somente por uma vogal.
       Abaixo estão citados 28 dos alfabetos utilizados hoje em dia, o que representa as escritas de quase todo o mundo. Para informações mais detalhadas, entre em http://www.omniglot.com/, http://www.krysstal.com/ e http://www.geonames.de/.
       Veja aqui como fazer para o navegador mostrar corretamente os caracteres dos diferentes alfabetos.

Observações:

1) Os 28 alfabetos abaixo são todos aqueles atualmente adotados ou recomendados para a escrita de uma língua por alguma forma de governo em alguma parte do mundo. Há muitos outros, usados em pequenas localidades por um número restrito de pessoas, ou em textos religiosos ou tradicionalmente em ocasiões especiais, e ainda aqueles inventados por autores de ficção, além dos muitos alfabetos extintos. No mapa abaixo, as fronteiras entre os alfabetos são aproximadas, pois seguem as fronteiras entre países ou suas subdivisões (estados, províncias etc.).
2) A classificação em grupos linguísticos é controversa, pois geralmente engloba sob um mesmo grupo línguas sem clara relação, sendo preferível e mais aceita a classificação em famílias linguísticas. Entretanto, aqui foi usada a classificação em grupos por ser mais simples, uma vez que o número de famílias é extremamente maior. Foram considerados os seguintes 10 grupos linguísticos: indo-europeu (inclui o idioma isolado basco, apenas por simplicidade), uralo-altaico (inclui famílias urálica, altaica (incluindo os idiomas japonês e coreano, não comprovadamente altaicos), esquimó-aleuta e as diversas famílias paleo-siberianas), caucasiano, afro-asiático, dravidiano, sino-tibetano (inclui família tai-kadai), austro-asiático, malaio-polinésio (inclui as diversas famílias papuásias e australianas), africano (inclui as famílias nígero-congolesa, nilo-saariana e khoisan) e americano (inclui as diversas famílias indígenas norte e sul-americanas).
Como se pode perceber pelo mapa, e também considerando a desidade populacional de cada área, 
os alfabetos mais usados hoje são o latino, o cirílico, o árabe, o chinês / japonês e o hindi.

1) latino, romano
Alfabeto latino: escrita alfabética
Línguas que utilizam este alfabeto, separadas por grupo linguístico:
indo-europeias: inglês, francês, espanhol, português, italiano, alemão, holandês, irlandês, dinamarquês, norueguês, sueco, polonês, tcheco, eslovaco, esloveno, sérvio, croata, bósnio, albanês, letão, lituano, romeno, luxemburguês, galês, galego, catalão, basco, africâner;
uralo-altaicas: finlandês, estoniano, húngaro, turco, azeri, turcomeno, uzbeque;
afro-asiáticas: maltês, haussa, somali;
austro-asiática: vietnamita;
malaio-polinésias: malgaxe, filipino, malaio, indonésio, javanês, gilbertino, tuvaluano, fijiano, tonganês, samoano, maori, taitiano, havaiano;
africanas: ibo, ioruba, fulani, fang, wolof, malinka, mende, kongo, swahili, tswana, sesoto, sindebele, suazi, zulu, xhosa, nama;
americanas: guarani, quêchua, aimará, quiché, navaho.
Alfabeto utilizado em:



  • América: toda, exceto o território canadense de Nunavut;





  • Europa: toda, exceto Rússia, Belarus, Ucrânia, Bulgária, Sérvia, Macedônia, Grécia, Chipre;





  • África: África Subsaariana, exceto Mauritânia, Chade, Sudão, Etiópia, Eritreia;





  • Ásia: Turquia, Azerbaijão, Turcomenistão, Uzbequistão, Indonésia, Timor Leste, Malásia, Cingapura, Brunei, Vietnã, Filipinas;





  • Oceania.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → grego → etrusco → latino.

    2) ελληνικά (elliniká)
    Alfabeto grego: escrita alfabética
    Língua que utiliza este alfabeto, indo-europeia: grego.
    Alfabeto utilizado em: Grécia, Chipre.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → grego.

    3) кириллица (kirillitsa)
    Alfabeto cirílico: escrita alfabética
    Línguas que utilizam este alfabeto, separadas por grupo linguístico:
    indo-europeias: russo, bielorrusso, ucraniano, búlgaro, sérvio, macedônio, tadjique;
    uralo-altaicas: cazaque, quirguiz, mongol, nenets, evenki;
    caucasiana: abkhaz.
    Alfabeto utilizado em:





  • Europa: Rússia, Belarus, Ucrânia, Bulgária, Sérvia, Macedônia;





  • Ásia: Ásia Setentrional, Cazaquistão, Quirguistão, Tadjiquistão, Mongólia, república georgiana da Abkházia.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → grego → cirílico.

    4) հայերեն (hayeren)
    Alfabeto armeno: escrita alfabética
    Língua que utiliza este alfabeto, indo-europeia: armeno.
    Alfabeto utilizado na Armênia.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → grego → armeno.

    5) მხედრული (mkhedruli)
    Alfabeto georgiano: escrita alfabética
    Língua que utiliza este alfabeto, caucasiana: georgiano.
    Alfabeto utilizado na Geórgia, exceto república da Abkházia.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → grego → georgiano.

    6) العربية (al-arabiyah)
    Alfabeto árabe: escrita abjad
    Línguas que utilizam este alfabeto, separadas por grupo linguístico:
    indo-europeias: persa, pashto, balúchi, urdu, punjabi, caxemir;
    uralo-altaica: uigur;
    afro-asiáticas: árabe, berbere.
    Alfabeto utilizado em:





  • Ásia: Arábia Saudita, Iêmen, Omã, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Bahrein, Kuwait, Egito, Jordânia, Líbano, Síria, Iraque, Irã, Afeganistão, Paquistão, estado indiano de Jammu e Caxemira, região autônoma chinesa de Xinjiang;





  • África: Norte da África, Mauritânia, Chade, Sudão, Eritreia.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → nabateu → árabe.

    7) עברית (ivrit)
    Alfabeto hebraico: escrita abjad
    Língua que utiliza este alfabeto, afro-asiática: hebraico.
    Alfabeto utilizado em Israel.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → hebraico.

    8) ፊደል (fidel)
    Alfabeto amárico: escrita abuguida
    Línguas que utilizam este alfabeto, afro-asiáticas: amárico, tigrinia.
    Alfabeto utilizado na Etiópia.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → amárico.

    9) ތާނަ (thaana)
    Alfabeto divehi: escrita abjad
    Língua que utiliza este alfabeto, indo-europeia: divehi.
    Alfabeto utilizado em Maldivas.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → nabateu → árabe → divehi.

    10) देवनागरी (devanāgarī)
    Alfabeto hindi: escrita abuguida
    Línguas que utilizam este alfabeto, indo-europeias: hindi, nepali, marathi, maithili, bhojpuri.
    Alfabeto utilizado em: centro e norte da Índia, Nepal.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → brahmi → hindi.

    11) বাংলা (bānglā)
    Alfabeto bengali: escrita abuguida
    Línguas que utilizam este alfabeto, indo-europeias: bengali, assamês.
    Alfabeto utilizado em: Bangladesh, estados indianos de Bengala Ocidental, Assam, Manipur, Tripura.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → brahmi → bengali.

    12) ਗੁਰਮੁਖੀ (gurmukhī)
    Alfabeto punjabi: escrita abuguida
    Língua que utiliza este alfabeto, indo-europeia: punjabi.
    Alfabeto utilizado no estado indiano de Punjab.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → brahmi → punjabi.

    13) ગુજરાતી (gujarātī)
    Alfabeto gujarati: escrita abuguida
    Língua que utiliza este alfabeto, indo-europeia: gujarati.
    Alfabeto utilizado em: estado indiano de Gujarat, territórios indianos de Dadra e Nagar Haveli, Damão e Diu.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → brahmi → gujarati.

    14) ಕನ್ನಡ (kannada)
    Alfabeto canarês: escrita abuguida
    Língua que utiliza este alfabeto, dravidiana: canarês.
    Alfabeto utilizado no estado indiano de Karnataka.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → brahmi → canarês.

    15) മലയാളം (malayālam)
    Alfabeto malaiala: escrita abuguida
    Língua que utiliza este alfabeto, dravidiana: malaiala.
    Alfabeto utilizado em: estado indiano de Kerala, território indiano das Ilhas Lacadivas.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → brahmi → malaiala.

    16) සිංහල (sinhala)
    Alfabeto cingalês: escrita abuguida
    Língua que utiliza este alfabeto, indo-europeia: cingalês.
    Alfabeto utilizado no Sri Lanka.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → brahmi → cingalês.

    17) தமிழ் (tamil)
    Alfabeto tâmil: escrita abuguida
    Língua que utiliza este alfabeto, dravidiana: tâmil.
    Alfabeto utilizado em: estado indiano de Tamil Nadu, território indiano de Pondicherry.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → brahmi → tâmil.

    18) తెలుగు (telugu)
    Alfabeto telugu: escrita abuguida
    Língua que utiliza este alfabeto, dravidiana: telugu.
    Alfabeto utilizado no estado indiano de Andhra Pradesh.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → brahmi → telugu.

    19) ଓଡ଼ିଆ (oriyā)
    Alfabeto oriya: escrita abuguida
    Língua que utiliza este alfabeto, indo-europeia: oriya.
    Alfabeto utilizado no estado indiano de Orissa.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → brahmi → oriya.

    20) བོད་ཡིག (bodyig)
    Alfabeto tibetano: escrita abuguida
    Língua que utiliza este alfabeto, sino-tibetana: tibetano.
    Alfabeto utilizado em: Butão, região autônoma chinesa do Tibete, província chinesa de Qinghai.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → brahmi → tibetano.



    21)
    ᠮᠣᠩᡍᠣᠯ
    (monggol)
    Alfabeto mongol: escrita alfabética
    Língua que utiliza este alfabeto, uralo-altaica: mongol.
    Alfabeto utilizado na região autônoma chinesa da Mongólia Interior.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → mongol.

    22) ဗမစာ (bama sa)
    Alfabeto birmanês: escrita abuguida
    Língua que utiliza este alfabeto, sino-tibetana: birmanês.
    Alfabeto utilizado em Myanmar.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → brahmi → birmanês.

    23) ตัวอักษรไทย (dtuaa aksohn thai)
    Alfabeto tailandês: escrita abuguida
    Língua que utiliza este alfabeto, sino-tibetana: tailandês.
    Alfabeto utilizado na Tailândia.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → brahmi → tailandês.

    24) ພາສາລາວ (phaasaa laao)
    Alfabeto lao: escrita abuguida
    Língua que utiliza este alfabeto, sino-tibetana: lao.
    Alfabeto utilizado no Laos.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → brahmi → lao.

    25) ភាសាខ្មែរ (phéasa khmér)
    Alfabeto khmer: escrita abuguida
    Língua que utiliza este alfabeto, austro-asiática: khmer.
    Alfabeto utilizado no Camboja.
    Origem: cuneiforme → ugarítico → fenício → aramaico → brahmi → khmer.

    26) 中文, 日本語 (zhōng wén, nihongo)
    Alfabeto chinês / japonês: escrita ideográfica
    Línguas que utilizam este alfabeto, separadas por grupo linguístico:
    uralo-altaica: japonês;
    sino-tibetana: chinês.
    Alfabeto utilizado em: centro e leste da China, Taiwan, Japão.
    Obs.*: ㄅㄆㄇㄈ (bopomofo) - escrita alfabética chinesa, utilizada em Taiwan;
    ひらがな (hiragana), カタカナ (katakana) - escritas silábicas japonesas, utilizadas no Japão.
    * Essas três últimas escritas são utilizadas juntamente com a escrita ideográfica, para denotar a pronúncia de um ideograma não muito conhecido, no ensino da língua ou para palavras estrangeiras.
    Origem: pictogramas → chinês / japonês.

    27) 한글 (hangŭl)
    Alfabeto coreano: escrita alfabética
    Língua que utiliza este alfabeto, uralo-altaica: coreano.
    Alfabeto utilizado em: Coreia do Sul, Coreia do Norte.
    Origem: pictogramas → chinês / japonês → coreano.

    28) ᐊᓂᔑᓇᐯ (anishinaabe)
    Alfabeto ojibwe: escrita abuguida
    Línguas que utilizam este alfabeto, separadas por grupo linguístico:
    uralo-altaica: inuktitut;
    americanas: ojibwe, cree.
    Alfabeto utilizado no território canadense de Nunavut.
    Origem: ojibwe.


  • (Nota do Sammis: Note que infelizmente alguns alfabetos não puderam ser corretamente visualizados.)

    Fonte: http://www.ews.uiuc.edu/

    quinta-feira, 15 de abril de 2010

    Como evitar deslizamentos

    *
    http://2.bp.blogspot.com/_ITRCm06di74/S7zRpJR79UI/AAAAAAAAFEo/whMFXRxDlog/s1600/SDC11595.JPG
    Niterói 07/04/2010 - Sammis Reachers
     
    DESLIZAMENTOS 
    Geralmente, os deslizamentos acontecem nos morros e podem trazer sérios problemas, principalmente na época em que ocorre muita chuva. Os deslizamentos causam desabamentos e soterramentos.

    Se você mora em morro ou encosta, aqui vão algumas dicas:

    • Plante grama e capim nas encostas do terreno. As raízes penetram no solo, evitando assim seu desmoronamento.

    • Evite plantar bananeiras e árvores grandes como manga, mamão, abacate, entre outras.
    Elas acumulam muita água no solo e podem provocar deslizamentos de terra.

    • Evite também cortes e aterros nas encostas para não enfraquecer o terreno.

    • Nunca construa próximo a barrancos. Quanto maior for a distância que você deixar, maior será a segurança para a sua moradia.

    • Sabia que o lixo jogado nas encostas acumula água? Isso vai deixá-lo mais pesado e, se escorregar, vai arrastar o solo junto com ele.

    • Nunca jogue água de pia, tanque ou chuveiro nas encostas. Além de ser errado e
    contaminar o solo, umedece a área e aumenta o risco de deslizamento.

    • O melhor a fazer para a prevenção é instalar canaletas ou tubos para o escoamento dessas águas usadas.

    Atenção aos primeiros sinais de perigo:
    • Observe no terreno se árvores, postes ou muros estão com alguma inclinação anormal.
    • Observe rachaduras, trincas ou saliências no chão ou nas paredes.
    • Observe se o local tem água mais barrenta que o normal. Pode ter algum cano com vazamento e infiltrando-se pelo terreno.
    O que você deve fazer:
    • Saia imediatamente do local.
    • Procure abrigo em lugares sem perigo de deslizamento.
    • Informe a Defesa Civil. Ligue 199. A Defesa Civil quer proteger a sua casa.

    POLÍCIA MILITAR
    190
    BOMBEIROS
    193
    DEFESA CIVIL
    199

    Fonte: Coordenadoria Estadual de Defesa Civil - SP

    sábado, 10 de abril de 2010

    Alguns números a respeito do Mundo Muçulmano

    • Existem 9 países com população muçulmana estimada em 100% do total de habitantes.
    • Existem 32 países com população muçulmana estimada em mais de 80% do total de habitantes.
    • Existem 9 países com população muçulmana estimada em mais de 50% do total de habitantes.
    • 580 famílias linguísticas no mundo são predominantemente muçulmanas.
    • 247 grupos muçulmanos não-alcançados tem polulação superior a 100.000.
    • Existem mais muçulmanos na China do que Batistas no mundo todo.
    • Apenas 13.3% de toda a população muçulmana mundial conhece um cristão pessoalmente.
    Dados extraídos de “Unpublished Word” publiclado pela FirstBible International

    Via site http://www.estevam.org

    segunda-feira, 5 de abril de 2010

    Conheça o Suriname

    *



    DADOS PRINCIPAIS: 
    Área: 163.265 km²
    Capital: Paramaribo
    População: 445 mil (estimativa 2007)
    Nome Oficial:  República do Suriname
    Nacionalidade: surinamesa
    GovernoRepública presidencialista
    Divisão administrativa9 distritos
    Cidades PrincipaisParamaribo, Lelydorp, Nieuw Nickerie


    ECONOMIA:
    PIB (Produto Interno Bruto): US$ 1,3 bilhão (2005)
    Força de trabalho152 mil (2005)
    Moeda: dólar surinamês
    Principais atividades econômicas: produção de bauxita, agricultura e comércio. 


    O Suriname, ou raramente Surinão[2] (em neerlandês: Suriname; em surinamês: Sranan), oficialmente chamado de República do Suriname, é um país do nordeste da América do Sul, limitado a norte pelo oceano Atlântico, a leste pela Guiana Francesa, a sul pelo Brasil e a oeste pela Guiana.


    HISTÓRIA
    Embora mercadores holandeses tivessem estabelecido várias colónias na região da Guiana antes, os neerlandeses não tomaram posse do que é hoje o Suriname até ao Tratado de Breda, em 1667, que marcou o fim da Segunda Guerra Anglo-Holandesa.
    Depois de se tornar numa parte autónoma do Reino dos Países Baixos em 1954, o Suriname conseguiu a independência em 1975. Um regime militar dirigido por Desi Bouterse governou o país nos anos 80 até que a democracia foi restabelecida em 1988.
    O Suriname é um país de baixa densidade demográfica.


    POLÍTICA
    O Suriname é uma democracia sujeita à constituição de 1987. O ramo legislativo do governo é a Assembleia Nacional, que consiste de 51 membros, eleitos de cinco em cinco anos. A Assembleia Nacional elege o chefe do ramo executivo, o presidente, através de uma maioria de dois terços. Se nenhum candidato atingir essa maioria, o presidente é eleito pela Assembleia do Povo, uma instituição de 340 membros que é composta pelos membros da Assembleia Nacional e por representantes regionais.
    O Suriname é um membro de pleno direito da UNASUL, CARICOM, OEA e CEPAL.


    GEOGRAFIA
    Antiga colônia holandesa, a atual República do Suriname é um país sul-americano, cujos limites geográficos são os seguintes:
    A maior parte do Suriname encontra-se inserida no Escudo das Guianas.

    Clima 

    Localizado na região equatorial, o Suriname tem um clima tropical muito quente, e as temperaturas médias máximas e mínimas dos dias são praticamente idênticas em todos os meses, em Paramaribo as mínimas médias são 23°C e as máximas médias 28°C. O ano tem duas estações de chuvas, de abril a agosto e de novembro a fevereiro. E tem também duas estações secas, de agosto a novembro e de fevereiro a abril.


    SUBDIVISÕES



    O Suriname está dividido em dez distritos e cada distrito por sua vez é subdividido em ressorten (singular ressort):

     

    DEMOGRAFIA

    A população do Suriname é constituída por vários grupos raciais, étnicos e culturais. A maior porcentagem, cerca de 37% da população, corresponde aos chamados hindustani, descendentes de imigrantes indianos que chegaram durante o século XIX. Seguem-se os crioulos, descendentes de escravos africanos frequentemente misturados com brancos, com cerca de 31%, ao passo que os javaneses ("importados" das antigas Índias Orientais Holandesas. hoje Indonésia) representam 15% da população. Os "negros do mato" são descendentes de escravos africanos que fugiram dos seus donos e frequentemente se misturaram com índios e/ou indianos, e constituem 10% da população. O restante é formado por ameríndios, chineses e brancos. Também vive no país uma pequena comunidade judaica, composta por várias famílias, descendentes de sefarditas que haviam fugido da península Ibérica para os Países Baixos. Em tempos, dirigiram uma região autónoma do Suriname chamada Jodensavanne.
    Devido ao grande número de grupos étnicos no país, não há uma religião principal. A maioria dos hindustani são hindus, mas o islamismo e o cristianismo também são muito comuns. O cristianismo é dominante entre os crioulos e os pardos.
    A língua neerlandesa é a língua oficial do Suriname. Os surinameses também falam outras línguas como o javanês e o indonésio, e o hindi, último muito utilizado pela parcela hindustani da população, além do sranan ou surinamês, idioma crioulo desenvolvido no país a partir do inglês, com influências do neerlandês, do português e de idiomas africanos. Os habitantes ameríndios originais, caribes e aruaques, falam as suas próprias línguas, e o mesmo acontece com os descendentes dos escravos fugitivos que se estabeleceram no interior do país, como o aucano (n'Djuga) e o saramacano.
    O inglês é também bastante utilizado, principalmente em instalações orientadas para o turismo.

     

    RELIGIÕES

    As religiões que predominam no Suriname são:

     FOTOS

    Palácio Presidencial


    Wooden Church, igreja de madeira em Paramaribo


    Nas fotos acima: Ruas, pessoas, casas de Paramaribo, a capital do país 



    Algumas mesquitas do país



    O país é recortado por grande quantidade de rios, sendo
    a rede pluvial um dos principais meios de transporte

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