quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Você conhece a Classificação de Países por Acesso à Bíblia?

 


A Iniciativa de Acesso à Bíblia é uma colaboração entre agências bíblicas e parceiros missionários que produz anualmente a Lista de Acesso à Bíblia (Bible Access Initiative - BAL, na sigla em inglês), fornecendo uma avaliação global clara e baseada em evidências de onde o acesso à Bíblia é mais restrito e onde a carência entre os cristãos é maior.

Destaques do BAL 2026

Mais de 500 milhões de cristãos em todo o mundo enfrentam restrições de acesso à Bíblia, enquanto barreiras socioeconômicas colocam as Escrituras fora do alcance de milhões de outros. A disponibilidade digital não garante o acesso: mais de 400 milhões de cristãos em 42 países vivem sem acesso à internet, enquanto 277 milhões em 48 países vivem em locais onde o acesso às Escrituras online é inseguro ou restrito.

Você pode ver o mapa interativo com a classificação dos países CLICANDO AQUI.

Você pode baixar o Relatório de 2026 (em inglês) CLICANDO AQUI.



sábado, 3 de outubro de 2026

16 Missionárias que Impactaram o Século XX - Baixe grátis o e-book

 

Este breve livro apresenta ao leitor 16 pequenas biografias – cobrindo três, quatro páginas cada uma – sobre obreiras do Reino dos céus, mulheres de Deus cujo trabalho e mais, cujo exemplo impactaram, impactam e devem seguir impactando pessoas nas mais diversas culturas onde atuaram e além. Embora algumas tenham exercido parte de seu ministério no século XIX, suas obras culminaram no século XX, e seu exemplo persiste até os dias atuais.

A obra ilustra as vidas desde missionárias clássicas como Amy Carmichael, Isobel Kuhn e Pandita Ramabai, até heroínas da fé como Corrie ten Boom e estudiosas de Missões como Ruth A. Tucker.

É muito grande o número de missionários e missionárias cujo despertamento, interesse ou mesmo chamado missionário se deu a partir do conhecimento da vida e obra de algum missionário – testemunho recebido por livros e revistas, ouvido de terceiros ou mesmo conhecido pessoalmente.

Assim, além de informar e edificar a igreja, o objetivo desta obra é contribuir com este ciclo de mobilização e inspiração missionária. Preservar, difundir e copiar estes exemplos são uma obrigação de todo cristão.

Além destas breves notas biográficas, esta obra traz ainda dois apêndices de grande utilidade: Uma seleção de nada menos que 280 frases sobre Chamado Ministerial/Missionário; e uma ampla lista com mais de 135 biografias missionárias publicadas em livro, em português.

Este é um e-book gratuito, para você ler e compartilhar com quantos cristãos puder.

Ao Senhor da Missão, que a todos comissionou, seja dada a glória!


Para baixar o e-book gratuitamente pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.

Para baixar o e-book gratuitamente pelo site Biblioteca de Missões, CLIQUE AQUI.

Para baixar o e-book gratuitamente pela Play Store do Google, CLIQUE AQUI.


O e-book também está disponível na Amazon (gratuito para assinantes Kindle Unlimited) AQUI.


domingo, 9 de agosto de 2026

"Os perseguidos sempre estarão com vocês": Uma reflexão sobre a perseguição - Justin Long

Igreja recentemente incendiada no Canadá


 https://justinlong.org/


A perseguição é prometida e predita por Jesus (Mateus 24). Ela não é comum nem incomum em muitas partes do mundo hoje. Pode ser confusa, pois às vezes as pessoas são perseguidas por sua fé, outras vezes por pertencerem a uma religião diferente e incompreendida, e outras ainda porque alguém deseja algo que os cristãos possuem (por exemplo, um imóvel, direitos de pastagem, um emprego, uma filha). A perseguição é o contexto em que o Evangelho se espalha e, muitas vezes, um amplificador que possibilita seu avanço.

As taxas de martírio têm oscilado ao longo dos anos, diminuindo de um pico de 3,7 milhões na década de 1970 para uma estimativa de 900.000 na década de 2020, embora se acredite que a queda tenha se estabilizado. Pesquisadores estimam que o número aumentará lentamente para cerca de 1 milhão por década até 2075 (Status of Global Christianity 2026).


Por um lado, o martírio — aqueles que morreram por Jesus — é como um relógio em si, como a “contagem regressiva para todos os povos não alcançados diante do trono” (Apocalipse 5:9, 6:9, 7:9). Mas devemos lembrar que a palavra mártir vem do grego original, martys, que significa “testemunha”. Ela se tornou o que é hoje porque muitas testemunhas na igreja primitiva morreram por sua fé. Dito isso, quando martys era usado nas Escrituras, raramente se referia a uma pessoa que havia morrido. O martírio é uma forma de testemunho em si, mas, embora não devamos evitá-lo se ele vier, é claro que não devemos buscá-lo (o que pode ser uma forma de orgulho espiritual).


O martírio em si faz parte da questão mais ampla da perseguição. Dados sobre hostilidade estatal (USCIRF) e hostilidade social (Portas Abertas) mostram que três vezes mais cristãos vivem sob severa hostilidade social (famílias, multidões, empregadores, amigos) do que sob severa hostilidade estatal (regulamentação, polícia, segurança interna). Os dados da Portas Abertas mostram ainda que a violência exerce menos pressão do que qualquer uma das cinco esferas da vida em 41 dos 72 países listados. Grande parte da perseguição se manifesta como desgaste diário (acesso a emprego, benefícios, casamento, cemitérios, mercados, saúde, expulsão da família, palavras, ameaças, intimidação, etc.) em vez de violência (ataque, lesão, morte). E uma minoria nada insignificante não tem nada a ver com fé: a violência entre muçulmanos e cristãos pode ser de natureza étnica e social (paralela à violência entre cristãos, como a violência entre kukis na Índia): é percebida como perseguição aos cristãos, mas não se resolve com mais tolerância a uma religião diferente. Menos monitorados são os locais onde os perseguidores não são a sociedade ou o governo, mas sim grupos criminosos.


O argumento apresentado pelo Christian Post é que a perseguição é uma questão de direitos humanos: ela deve ser interrompida. Todd Nettleton, da VOM (Voz dos Mártires), argumenta que, sim, é uma questão de direitos humanos, mas também é, biblicamente, o contexto da obra cristã e não pode ser realmente interrompida; precisamos nos unir aos cristãos em oração. Eu levaria o argumento um passo adiante: a perseguição é provocada pela reação das estruturas do pecado à propagação do Evangelho.


João 3:19-20 nos diz: “A luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Pois todo aquele que pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, temendo que as suas obras sejam expostas”. O Evangelho é uma boa notícia, mas também é uma pedra de tropeço, uma loucura (1 Coríntios 1:23) e uma ofensa (Gálatas 5:11).


Os perseguidores são humanos. São prisioneiros do pecado e agem tanto de acordo com os hábitos que os aprisionam quanto em defesa deles. As estruturas do pecado não querem ser destruídas pelo Evangelho e lutarão contra ele. Essa é uma batalha espiritual, que não pode ser resolvida por leis. Ela só pode ser vencida pelo avanço e, por fim, pelo triunfo do Evangelho.


O Evangelho está avançando: rapidamente em alguns lugares e mais lentamente em outros. Os movimentos estão crescendo a uma taxa de 23% ao ano, dobrando de tamanho a cada três anos, e não conseguem manter esse ritmo sem, eventualmente, encontrar pessoas que se opõem ao seu avanço, por qualquer motivo. As pessoas estão percebendo, de repente, quantos seguidores de Cristo existem. Quase todos os grandes movimentos relatam aumentos significativos no número de traições, prisões, encarceramentos, apropriações de propriedades do movimento e até mesmo mártires.


Precisamos, portanto, de uma teologia do engajamento com o Evangelho que lide com isso: precisamos levar o Evangelho a lugares que não o têm, não esperando que o desejem, mas sim esperando que lutem contra ele. Sofrimento é o que suportamos. Risco é a probabilidade de o enfrentarmos. Insegurança é aceitar situações que não tentamos tornar seguras. Uma teologia do sofrimento sem uma predisposição para entrar em situações de insegurança — para ir sem qualquer promessa de proteção ou cessação da perseguição — é pouco mais do que tinta bonita em uma página.


Isso não significa que:

  • A perseguição significa que o Evangelho acabará por vencer. De certa forma, o fim é prometido (Mateus 24, Apocalipse), mas não nos é prometido quantos desses haverá (portanto, não devemos julgar porcentagens ou números), nem o prazo.

  • A perseguição cessará ou diminuirá à medida que a igreja crescer. Quando os cristãos forem maioria, a perseguição tende a se atenuar. Ainda assim, as dores do parto podem ser intensas e duradouras (veja o Oriente Médio e o Sul da Ásia), lugares que eram cristãos podem se tornar não cristãos (veja a Coreia do Norte) e governos podem exercer controle intenso por longos períodos (veja a China).

  • A proximidade com o risco é um indicador de fidelidade, e ser perseguido nos torna cristãos melhores. 1 Pedro 4:1 sugere um elemento de refinamento, mas a teologia básica ensina que nenhuma obra nos torna melhores; somente a graça nos coloca em posição correta aos pés da cruz. Não devemos buscar a perseguição e o martírio.

  • Perseguição que não é motivada pela fé não é perseguição de fato. A hostilidade ao Evangelho surge de diversas motivações, e o resultado final é o mesmo. Devemos perdoar e oferecer a outra face, independentemente do motivo da agressão.

  • Os perseguidores estão fora do alcance do Evangelho (porque, Paulo) — OU, que o nosso testemunho em meio à perseguição certamente levará um perseguidor ou testemunhas próximas à fé.


É reconfortante pensar que um governo ou uma força poderosa se posicione em defesa dos crentes, e comemoramos quando isso acontece (como ocorreu quando a China libertou o pastor Ezra Jin após o presidente dos EUA, Trump, mencionar o caso). Mas isso nem sempre acontece — os outros oito líderes da Igreja Zion House não foram libertados da mesma forma. E se sempre acontecesse, não seria uma forma de impor o Evangelho à força — vocês precisam ouvir essas pessoas? Isso não privaria o Evangelho de uma de suas formas mais poderosas de testemunho: como um crente reage quando está sob ataque? Da resposta à pergunta: “o que transparece de um discípulo quando ele está sob pressão”?


Contudo, isso não significa que não devamos agir em favor dos perseguidos. Biblicamente, devemos, porque somos um só corpo: “Lembrem-se dos que estão na prisão, como se estivessem presos com eles; e dos que são maltratados, visto que vocês também estão no corpo” (Hebreus 13:3). Devemos orar por eles, ajudá-los, amparar as viúvas e os órfãos, defender os presos e assim por diante. Devemos lembrar-nos de suas correntes — para estarmos ao lado deles como testemunha de como os cristãos agem uns para com os outros em momentos de perseguição.


É também uma bela ideia pensar que a perseguição trará à tona uma história de martírio maravilhosa, como a dos Quarenta Mártires de Sebaste (320 d.C.) — soldados em um lago congelado, um deles deserta em busca do calor oferecido caso renunciassem à sua fé, e um guarda se despe para tomar o seu lugar.


Mas essas histórias são casos isolados. A realidade comum é que o evangelho é uma ofensa contra a qual muitos no mundo lutarão e se esforçarão. Se odiaram Jesus, também nos odiarão. Não se pode impedir isso com leis, tratados ou força militar. Só pode ser impedido pelo avanço constante do Evangelho por meio do testemunho das vidas dos crentes que venceram “pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; pois não amaram a própria vida, mesmo diante da morte”.


Justin Long


Sobre mim: Passei 35 anos pesquisando e documentando grupos étnicos não alcançados; atualmente trabalho com a Beyond, que envia equipes para iniciar movimentos em locais com pouca ou nenhuma presença cristã. Este Resumo acompanha os eventos e tendências que moldam o acesso a esses locais — o que torna o trabalho possível e o que o dificulta. Compartilho notícias como guerras regionais ou proibições de vistos porque elas impactam o trabalho, não para discutir política interna. Para tornar essas informações úteis para todos, priorizo ​​links de acesso gratuito, com fontes globais e, em grande parte, seguros para acessar em regiões sensíveis.

https://justinlong.org/ 

sábado, 11 de abril de 2026

Biblioteca Missionária Virtual: Site reúne recursos gratuitos

 


Uma boa notícia para os engajados em missões: Todo o acervo de recursos (e-books, revistas, cartazes, jogos etc.) do ministério Veredas Missionárias agora está reunido em um site especial, a Biblioteca de Missões. Ficou muito mais fácil, rápido e prático encontrar materiais de seu interesse, e baixar gratuitamente o que quiser. Acesse, salve e compartilhe este link:

 

https://bibliotecademissoes.com/

  

Se você possui blog ou site, insira o link da Biblioteca em sua lista de links.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Planner Missionário GRATUITO - Baixe e imprima

 



Veredas Missionárias traz, pela graça de Deus, um novo recurso gratuito para você: Um planner missionário. Ferramenta cada vez mais presente no dia a dia das pessoas, do executivo à dona de casa, um planner permite organizar, segmentar e rememorar atividades, projetos e compromissos de uma forma prática e, por que não, bonita.



Nosso planner possui páginas como Caderno de Intercessão, Intercedendo pelos Missionários (com espaço para inserção de informações, foto etc.), Organização Financeira, Esboços para Pregações, Metas para propagar o Evangelho e muitas outras, e ainda TRINTA E UMA páginas em estilo agenda/diário, cada uma com um versículo da base bíblica de missões, e também uma frase missionária DIFERENTES. Assim, você tem um mês de páginas, e, se desejar, pode imprimir o quantitativo de um ano inteiro, compondo assim uma verdadeira agenda missionária anual. 

E lembre-se: Você pode imprimir apenas as páginas/seções que lhe forem úteis. O planner apresenta 11 seções diferentes.

Um recurso GRATUITO para você usar e compartilhar.

Baixe o arquivo em PDF do seu planner pelo Google Drive, CLICANDO AQUI.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Almanaque do Promotor de Missões: Mais de 1.000 páginas de recursos para promover missões, em e-book GRATUITO


Espero que o título deste livro não tenha lhe assustado, meu irmão, minha irmã. Se você não é diretamente ou mesmo perifericamente engajado, ligado ou interessado na obra missionária, pode concluir que este é um livro de nicho, um livro para especialistas. De maneira nenhuma. Este é um livro para todo cristão. Pois missões é trabalho para todos, sem exceção; é o motivo de todos aqui ainda estarmos, coração e motor do que chamamos de igreja.

Todo cristão está sob a ordem e de posse do mandato de ir – comunicar a boa nova a todos quanto possa. Mas, na prática, demandas da vida e desígnios de Deus estabelecem que nem todos cheguem a ir – no sentido verdadeiramente missionário do termo, que é ultrapassar fronteiras geográficas e/ou culturais em direção aos que pouco ou nada sabem de Cristo.

Ainda que nem todo cristão possa ser aquele que especificamente vai, todo cristão – e aqui não há escapatória – precisa ser um incentivador de que se vá, de quem vá, de que se envie e sustente alguém. Logo, todo cristão precisa ser inescapavelmente um mobilizador, um promotor de missões.

Ao longo dos anos, temos publicado livros gratuitos, tais como: Teatro Missionário; Poesia Missionária (3 volumes); Hinário Hinos Missionários; Dinâmicas Missionárias; Sermões Missionários; Ilustrações Missionárias e até Citações Missionárias (ufa!). Tais livros, seus títulos não negam, possuem como tema a missão cristã.

Assim, de que trata então o presente livro? Seria um apanhado do melhor de cada uma das coletâneas anteriores? Não, não é este o caso, amigo leitor. Temos aqui apenas MATERIAIS INÉDITOS, inéditos no sentido de não terem entrado nos volumes citados; assim, disponibilizamos à igreja ainda mais dinâmicas, representações teatrais, poemas, ilustrações e esboços de sermão. Gêneros que por si só dariam para compor novas obras individuais, mas que achamos por bem reunir num único volume. Um compêndio, um manual, um almanaque.

Usufrua desta obra com sabedoria, adapte os recursos às suas necessidades – e compartilhe-a com quantos cristãos você puder.

Que as manhãs, o transcurso dos dias e as noites encontrem em seus lábios e em suas ações a palavra Maranata (vem, Senhor Jesus!), e que, doando-se de todas as formas por cumprir a Grande Comissão, você possa ver a obra concluída e tal palavra se cumprir, no retorno do Rei.

Sammis Reachers, editor


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