Qualquer um que já viajou de uma região a outra do Brasil, e, em alguns casos, mesmo de uma cidade a outra, sabe que há diferenças marcantes no vocabulário utilizado e mesmo no jeito como as palavras são pronunciadas.
Essas diferenças territoriais na forma como se fala são suficientes para constituir dialetos. No Brasil, por exemplo, há o dialeto recifense, falado na região metropolitana do Recife; o dialeto caipira, falado em partes de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás e Paraná; e o cearense.
Para quem não conhece uma língua, compreender e se acostumar com essas diferentes formas de falar pode ser tão difícil quanto aprender uma nova gramática. Foi a partir desse problema que David Ding, ex-engenheiro de softwares da Microsoft, criou o Localingual, um mapa interativo on-line no qual é possível ouvir trechos de falas de pessoas de diversas regiões do globo.
Com ele é possível ouvir não só as diferenças entre o português de um gaúcho e de um paraibano, mas também entre um falante de francês de Paris ou de Québec, no Canadá, por exemplo.
O site mostra um mapa-múndi com todos os países. Conforme se dá um zoom na imagem, as divisões administrativas internas — Estados, no caso do Brasil —, assim como algumas das principais cidades, são destacadas. Ao clicar nelas é possível ouvir o som de vozes locais.
O site foi ao ar no dia 8 de janeiro de 2017, e as gravações são enviadas por voluntários. Por isso, mesmo com mais de 18 mil diferentes gravações, ainda há diversos locais com poucos ou nenhum exemplo de falas.
Segundo o criador do Localingual, o objetivo é fazer com que o site, que é mantido à base de doações, se transforme em uma “Wikipédia das línguas e dialetos”, que poderia ser consultada por qualquer interessado em aprender a pronunciar as palavras de acordo com a região do globo.
Pode ser um mapa útil para quem está a planear viajar nos próximos tempos ou para quem, por motivos profissionais, passa o tempo a saltitar entre países. A empresa de estudos de mercado Ipsos Mori juntou-se à SOS International and Control Risks para desenhar um mapa interactivo que deixe os viajantes fora de perigo. A Síria, o Afeganistão e o Iémen são dos mais perigosos. Portugal é um um bom lugar para estar, com níveis baixos de perigo.
O mapa classifica países de todo o mundo segundo cinco níveis de perigo: insignificante, baixo, médio, alto e extremo. Além do trio atrás referido também a Colômbia, o México e o Paquistão integram os destinos mais perigosos. Do outro lado da escala, estão países como a Noruega, a Suécia, a Suíça, a Finlândia, Eslovénia, Dinamarca ou a Islândia.
Além da classificação geral, o mapa permite analisar a segurança em termos médicos e segurança na estrada.
Países que possuem população menor que a cidade de Xangai (China).
Marcas de carro mais procuradas nos países.
Mapa das principais doenças que acometem as populações dos continentes. Para cada doença ou grupo de doenças, a autora do mapa representou ilustrou o mapa com a célula do coro humano correspondente. América do Norte: células de gordura (tecido adiposo), em virtude da epidemia de obesidade. Europa e a Rússia: tecido cerebral, em virtude das doenças neurodegenerativas que afetam principalmente a população com idade avançada. Ásia Oriental e a região do Oceano Pacífico: Tecido pancreático, que, quando em disfunção, pode resultar em diabetes. África: Células do sangue, representando as doenças que mais vítimas fazem no continente – a malária e o HIV. Brasil e o restante da América do Sul: Células pulmonares em virtude das mortes causadas pelo tabagismo e infecções respiratórias. Mapa: Odra Noel
A Gallup fez uma pesquisa em 136 países a respeito da quantidade de amor que as pessoas percebiam em suas próprias vidas. A pergunta foi "Você experimentou amor durante grande parte do dia de ontem?".
Mapa representando os nomes das moedas dos países.
Compilado pelo departamento de pesquisa do Bank of America Merrill Lynch, o "Transforming World Atlas" ("Atlas do Mundo em Transformação") identifica as tendências econômicas mundiais por meio de um conjunto de mapas.
Os dados abaixo foram baseados na segunda edição do estudo do banco americano, publicada no início deste mês.
A BBC Brasil selecionou oito mapas que ajudam a definir o peso do Brasil no mundo. Confira:
1) População
O mapa mostra os países redimensionados de acordo com sua população.
O Brasil possui a quinta maior população do mundo (204 milhões), atrás de China (1,37 bilhão), Índia (1,25 bilhão), Estados Unidos (323 milhões) e Indonésia (256 milhões).
Em 31 de dezembro de 2015, havia 7,256,490,000 pessoas vivendo na Terra.
2) Pobreza
O mapa mostra a proporção da população de cada região que vive na extrema pobreza, ou seja, com menos de US$ 1,25 (R$ 4,60) por dia.
Segundo a ONU, os níveis de pobreza foram reduzidos para menos da metade desde 1990.
Mas o Bank of America Merrill Lynch estima que 14% da população mundial (cerca de 1 bilhão de pessoas) ainda vive na extrema pobreza.
3) Orçamento de defesa
Os Estados Unidos gastam mais com seu orçamento de defesa do que os próximos 15 países da lista combinados, excluindo a China, segundo o Sipri (Instituto Internacional de Estocolmo para Pesquisa sobre a Paz).
Enquanto a população americana responde por apenas 5% da população mundial, os gastos de defesa do país equivalem à metade de tudo o que é gasto no mundo.
O Pentágono gasta mais do que todos os Estados americanos gastam com saúde, educação, bem-estar social e segurança combinados.
4) Emissão de CO2
O mapa redimensiona cada país de acordo com as emissões anuais de CO2 em 2013.
As emissões de dióxido de carbono e a mudança climática se tornaram grandes questões ambientais, sociais e políticas.
A estimativa é que as perdas econômicas relacionadas ao clima tenham chegado a 200 bilhões por ano na última década.
O investimento em energias renováveis deve responder por 65% dos US$ 12,2 trilhões (R$ 44,8 trilhões) aplicados globalmente em energia nos próximos 25 anos; desse montante, US$ 3,7 trilhões (R$ 13,6 trilhões) serão direcionados à energia solar e US$ 2,4 trilhões (R$ 8,8 trilhões), à energia eólica.
Os combustíveis fósseis devem receber investimentos da ordem de US$ 2,6 trilhões (R$ 9,5 trilhões), 21% do total.
5) Procedimentos estéticos
O envelhecimento da população e o avanço da tecnologia são os dois principais motores do avanço dos procedimentos estéticos: foram, ao todo, 20 milhões de cirurgias corretivas só em 2014.
O mapa mostra os cinco países líderes em número de cirurgias plásticas em relação ao tamanho de sua população – o Brasil está em terceiro.
Na Coreia do Sul, que está no topo do ranking, uma em cada 50 pessoas fez cirurgia plástica em 2014.
Segundo o Bank of America Merrill Lynch, o gasto com produtos de beleza totalizou US$ 4,5 trilhões (R$ 16,5 trilhões) naquele ano, o equivalente à quarta maior economia do mundo.
6) Números de tuítes em 24h
O mapa mostra a atividade no Twitter em tempo real entre os dias 29 e 30 de janeiro deste ano.
Foram analisados apenas os tuítes públicos (que podem ser vistos por qualquer pessoas), que compreendem apenas entre 1% e 2% da atividade total na rede social.
As mídias sociais estão por trás da chamada "economia de compartilhamento", cujo potencial de mercado gira em torno de US$ 450 bilhões (R$ 1,6 trilhão), estima o Bank of America Merrill Lynch.
7) Interações no Facebook
O mapa mostra os dados de amigos conectados pelo Facebook.
O alcance global da rede social chega a 1,5 bilhão de usuários ativos por mês, número equivalente à população da China.
A inovação e as mídias sociais, combinadas, estão na vanguarda da interconectividade mundial; em 1995, menos de 1% da população mundial tinha acesso à internet; entre 1999 e 2014, o número de usuários decuplicou; o primeiro bilhão foi atingido em 2005, o segundo em 2010 e o terceiro, em 2014.
8) Turismo
Segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT), 1,2 bilhão de pessoas viajaram ao exterior em 2015. Os desembarques internacionais subiram mais de 4,4% pelo sexto ano consecutivo.
Em 2014, a França foi o destino turístico mais popular (84 milhões) do mundo, seguida por Estados Unidos, Espanha, China e Itália.
O porcentual de turistas viajando para economias emergentes deve aumentar de 45% em 2014 para 57% em 2013 (em torno de 1 bilhão de chegadas internacionais, segundo a OMT).
O projeto Cartografia da Amazônia pretende realizar um mapeamento náutico da região para ajudar no planejamento de infraestrutura e segurança da navegação de pessoas e cargas. Para falar sobre o assunto, o NBR Entrevista recebe o diretor de produtos do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Péricles Cardim.
O site da JOCUM, 4K World Map oferece informações cartográficas de todo o mundo. São mapas para visualizar e baixar, e-books gratuitos com mapas e informações estatísticas de continentes ou países (com foco em macro-regiões não alcançadas), e muitos outros recursos.
E mais: eles produzem e vendem mapas de grandes dimensões para paredes, pisos etc.
Segundo a FAO, o sistema é o mais confiável já criado, marcando uma melhora significativa sobre o quanto da superfície está coberta por terras aráveis, árvores, florestas ou solo sem vegetação.
Padrão Internacional
A agência da ONU explica que o desafio sempre foi ter uma visão global sobre a cobertura terrestre, já que os países mediam esses dados de forma diferenciada.
Com a nova base de dados, as informações passaram por um controle de qualidade e foram submetidas a um padrão internacional, gerando uma riqueza de informações, que agora estão consolidadas neste sistema único para todo o planeta.
Vegetação e Geleiras
As superfícies artificiais cobrem 0,6% da superfície da Terra; já os solos sem vegetação cobrem 15,2%; as terras aráveis, 12,6%; as pastagens correspondem a 13%; as florestas, 27,7%.
O sistema traz ainda informações sobre a presença mundial de vegetações herbáceas, manguezais, vegetação esparsa e até geleiras.
A novidade deve ajudar a calcular o impacto da mudança climática para a segurança alimentar e contribuir para o planejamento do uso da terra.
A FAO acredita que a produção mundial de alimentos precisará subir 60% até 2050, sendo que a maioria das terras já está sendo cultivada.
Os mapas podem ser uma ferramenta extremamente poderosa para a compreensão do mundo e como ele funciona, mas eles mostram apenas o que você perguntar-lhes. Por isso, quando vi um post que circula na Web intitulado " 40 mapas que eles não ensinam na escola ", pensei que poderia ser capaz de contribuir com a nossa própria coleção. Alguns deles são muito nerds, mas acho que eles não são menos fascinantes e são facilmente compreensíveis. A maioria são originais deste blog (ver a nossa cobertura de mapas completo aqui ), com os outros a partir de uma variedade de fontes. Eu incluí um link para você poder ler mais sobre cada um.
1. Um mapa político do mundo, cerca de 200 d.C.
Clique para ampliar. (Imgur)
O que é mais surpreendente: o quanto as coisas mudaram ao longo dos últimos 1.800 anos, uma grande fatia da história civilizatória da humanidade, ou quantas divisões deste mapa ainda estão conosco hoje?
2. Onde as pessoas são mais e menos acolhedoras para estrangeiros
Clique para ampliar. Fonte de dados: Fórum Econômico Mundial. (Max Fisher / Washington Post)
Este mapa é um lembrete de que as divisões e semelhanças do mundo vão muito mais longe do que as fronteiras nacionais. Ela também ajuda a contar as histórias de alguns acontecimentos importantes que ainda moldam o mundo, os ecos de que você pode ver em quase todos os mapas desta página: colonialismo europeu , as conquistas islâmicas (de língua árabe) do século 7, as expansões russas dos séculos 19 e 20, e as unificações da Índia e da China.
4. Os melhores e piores lugares para se nascer
Clique para ampliar. Fonte dos dados: Economist Intelligence Unit. (Max Fisher / Washington Post)
Leia aqui sobre como o cristianismo passou a dominar grande parte do mundo e o que isso significa hoje. Leia abaixo para saber mais sobre o mundo islâmico.
6. Os países onde as pessoas são mais e menos emocionais
Clique para ampliar. Fonte de dados: Gallup (Max Fisher / Washington Post)
Pessoas nos países em amarelo são os menos propensos a relatar ter experiências emocionais de qualquer tipo, positivas ou negativas. Países roxos são onde as pessoas relatam experimentar a maioria dos sentimentos. Se você é surpreendido ao ver que os Estados Unidos estão entre os países mais emocionantes do mundo (mas longe de ser n º 1) ou quer saber por que algumas regiões são tão sem emoção, você pode ler tudo sobre isso aqui .
7. Mapa de um missionário europeu de África, cerca de 1908
Eu tenho este que paira sobre a minha mesa, em parte por causa de seu apelo como um documento histórico, mas também como uma lembrança do legado colonial na África, que as potências europeias dividiram um século atrás, com pouco respeito pela forma como os africanos queriam realmente ser agrupados. Essas fronteiras arbitrárias ainda estão conosco hoje, em parte porque os líderes africanos concordaram em não disputá-las quando eles conquistaram a independência. As fronteiras contribuem significativamente para o conflito e instabilidade no continente , porque existem tantas diferentes comunidades forçadas a habitar juntas.
8. Onde as pessoas são mais e menos racialmente tolerantes
Clique para ampliar. Fonte de dados: World Values Survey (Max Fisher / Washington Post)
11. Um professor russo acha que os EUA vão dividir-se em quatro países
(Laris Karklis / Washington Post)
Professor Igor Panarin tornou-se uma pequena celebridade na Rússia , quando ele apresentou pela primeira vez sua previsão sombria para o futuro dos Estados Unidos, que foi amplamente coberto pela imprensa estatal russa e tratado como credível. Panarin disse que os Estados Unidos iriam quebrar sob pressão interna e formariam quatro países diferentes, com apenas um totalmente independente, enquanto os outros cairiam sob a influência ou controle estrangeiro. Eu o incluí aqui tanto para uma visão de como os Estados Unidos às vezes é percebido no exterior...
12. Quem ama e odeia a América
Clique para ampliar. Fonte de dados: Pew (Max Fisher / Washington Post)
13. Como os EUA e a China são comparados em termos de popularidade mundial
Países Azul veem os EUA de forma mais favorável do que o fazem em relação à China, os países vermelhos são o inverso. Fonte de dados: Pew (Max Fisher / The Washington Post)
Este mapa é realmente uma boa notícia principalmente para os Estados Unidos. Aqui está o porquê .
14. O Passaporte 'desastroso' da China
Minha anotação de uma foto do novo passaporte da China. (AP Photo / Ng Han Guan)
Às vezes, os mapas podem desencadear eventos geopolíticos ao invés de apenas refleti-los, como a China fez quando emitiu novos passaportes com este mapa. Por que a polêmica? As áreas que eu destaquei em vermelho são marcadas como chinesas no mapa, mas na verdade estão em disputa ou são administrados por outros países . Isso não ir mais além .
15. Os direitos dos homossexuais em todo o mundo
Clique para ampliar (Max Fisher / Washington Post)
17. Línguas e dialetos da Ásia Central e Oriente Médio
Clique para ampliar. Cada cor representa um grupo de idiomas, com tons para cada dialeto. ( O Projeto Gulf/2000 na Universidade de Columbia)
A primeira coisa que este mapa mostra a você é a notável diversidade em uma das regiões mais antigas e mais célebres do mundo, do Iraque no Ocidente até a China, no Oriente e no Norte da Rússia. Há uma centena de outras histórias embutidas aqui: a expansão do Irã além dos povos de língua persa apenas, o fraturamento do Afeganistão e do Paquistão, e a diversidade realmente impressionante que lotou o Cáucaso, que inclui as regiões russas conturbadas da Chechênia e do Daguestão .
18. Onde as pessoas fumam mais (e menos) cigarros por pessoa
Anual taxas de consumo de cigarros per capita. As fontes de dados: Fundação Mundial do Pulmão e American Cancer Society. (Max Fisher / Washington Post)
Escores mais altos de coeficiente de Gini indicam desigualdade econômica superior. (Wikimedia Commons)
Este mapa mostra o coeficiente de Gini de cada país, que mede a desigualdade econômica. Os países em vermelho são as mais desiguais sob a métrica e os países verdes são o mais próximos de igualdade econômica em todo o país. Mais aqui .
20. Como os EUA se comparam ao mundo em desigualdade econômica
Clique para ampliar. (Max Fisher)
Países azuis são mais iguais do que os EUA, os países vermelhos são menos iguais. Este mapa dá-lhe um sentido de quão grave é a desigualdade econômica nos Estados Unidos, muito maior do que em qualquer outro país desenvolvido, e a maioria dos países em desenvolvimento também.
21. Rendimento das culturas globais estão estagnados
Um dos quatro mapas mostrando as mudanças projetadas em grandes colheitas. (Universidade de Minnesota)
Um estudo da Universidade de Minnesota, recentemente publicado na revista científica Nature descobriu que uma parcela significativa das regiões de cultivo do mundo estão vendo estagnar o crescimento, avanço lento ou mesmo o colapso. Eles publicaram três outros mapas, ver os outros e por isso eles acham que é tão importante para "soar o alerta" aqui.
22. Os países melhores e piores para ser mãe
Clique para ampliar. Fonte de dados: Save the Children. (Max Fisher / Washington Post)
Uma razão para eu achar este mapa fascinante é a mostra de como o colonialismo britânico levou o sistema legal inglês "common law" (direito comum) - uma vez quase único no mundo - a já espalhar-se agora em todos os continentes. Você também pode ver que a lei religiosa é exclusiva para os países islâmicos e que o direito consuetudinário, uma vez quase global, é agora quase extinto.
26. Quão longe foguetes do Hamas podem chegar em Israel
Coreia do Norte faz alarde de seu programa de mísseis como uma ameaça terrível e imediata para os Estados Unidos, mas, como este mapa mostra, que a retórica ultrapassa a capacidade real .
28. A pobreza infantil no mundo desenvolvido
Clique para ampliar. Fonte de dados: UNICEF. (Max Fisher / Washington Post)
Locais das comunidades onde as taxas de câncer dispararam recentemente. (Global Times via Weibo)
O problema da China com "vilas de câncer", ou comunidades onde as taxas de câncer são crescentes, o que pensa-se ser devido ao rápido agravamento da poluição, tornaram-se um problema tão grande que até mesmo comunistas do Partido sentiram-se obrigados a compartilhar este mapa em mídias sociais chinesas .
30. O que os europeus pensam sobre a União Europeia
Fonte dos dados: Eurobarómetro. (Max Fisher / Washington Post)
A crise econômica da Europa não é nenhum segredo, mas como as pessoas dentro da União Européia sentem sobre a sua grande experiência coletiva pode muito. Este mapa é uma indicação muito esclarecedora sobre quem a UE tem ajudado, a quem ela prejudicou e que pensam que não deveria contar como realmente Europeia (leia-se: o Reino Unido).
31. Conheça 26 monarquias restantes do mundo
(Max Fisher e Caitlin Dewey / Washington Post)
Existem apenas duas dezenas , e apenas 11 delas estão realmente ainda está no comando, mas todas tem uma história para contar. Leia uma mini-biografia de cada um aqui .
32. A diversidade do Levante
Este mapa colorido mostra os diferentes grupos étnicos da Síria, Líbano, Jordânia e Israel. Há uma enorme quantidade de história embalado para este canto do mundo - e talvez algumas das mais profundas animosidades étnicas e religiosas em todo o mundo.
33. As potências nucleares, após a Guerra Fria
Clique para ampliar. (Direito Internacional e Instituto de Política)
A Guerra Fria pode ter terminado, mas suas milhares de ogivas nucleares ainda estão por aí - e muitas vezes ainda divididas ao longo das mesmas linhas. Este mapa mostra em azul os "estados guarda-chuva" russos, que estão formalmente sob a proteção das armas nucleares russas, e em laranja os "guarda-chuvas" protegidos por os EUA / OTAN. As outras cinco potências nucleares - Israel, Paquistão, Índia, China e Coréia do Norte - estão em cinza.
34. Como as pessoas pensam que suas economias estão se portando
Clique para ampliar. Fonte de dados: Gallup (Max Fisher / Washington Post)
Cada um desses marcadores vermelhos descaradamente indica algum fenômeno incomum ou original - por exemplo, a Abkházia, o "mal reconhecido estado fantoche" apenas entre a Rússia e a Geórgia. (Leia mais sobre Abkházia e outros países ainda-não-reais aqui .) Meus favoritos podem ser os vários territórios franceses ultramarinos, como a Guiana Francesa, que são simplesmente e precisamente rotulados como "França".
36. Onde os ateus vivem
Clique para ampliar. Fonte de dados: WIN / Gallup International enquete. (Max Fisher e Caitlin Dewey / Washington Post)
37. O que o mundo muçulmano acredita, parte 1: a democracia
Clique para ampliar. Fonte de dados: Pew. (Max Fisher / Washington Post)
O primeiro dos três mapas a partir de um amplo estudo sobre as atitudes e pontos de vista no mundo muçulmano ( ruptura completa do relatório aqui ) mostra que a maioria dos muçulmanos em geral apoia a democracia, com algumas exceções.
38. O que o mundo muçulmano acredita, parte 2: o conflito religioso
Clique para ampliar. Fonte de dados: Pew. (Max Fisher / Washington Post)
Partes significativas de praticamente todas as grandes populações muçulmanas se preocupam com os conflitos religiosos (há uma opinião generalizada em muitos países de maioria muçulmana de que a religião está sob o cerco do mundo exterior). Essa parte é mais da metade em quatro países: Tunísia, Paquistão, Nigéria e Níger.
39. O que o mundo muçulmano acredita, parte 3: assassinatos de honra
Clique para ampliar. Fonte de dados: Pew. (Max Fisher / Washington Post)
A cor vermelha indica os países onde a maioria dos muçulmanos entrevistados acreditam que "crimes de honra" - a prática de matar alguém, normalmente um membro da sua própria família, por ter feito sexo fora do casamento - por vezes, são justificadas. Azul indica os países onde a maioria dos muçulmanos entrevistados acreditam que nunca é justificada.
40. O mundo visto do espaço, ao longo de 12 meses time-lapse
Esta imagem em movimento da NASA, registrada por satélite durante um ano inteiro, como parte de seu projeto de mármore azul , mostra o fluxo e refluxo das estações e vegetação. Ambos são fatores absolutamente cruciais em todas as facetas da existência humana - tão crucial que mal sequer pensar sobre eles. É também um lembrete de que a Terra é, apesar de todas as suas divisões políticas, sociais e religiosas, ainda unificada pelos fenômenos naturais que fazem tudo ser possível.