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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

China diz que 30% da população não fala idioma oficial

Reuters
Dimensão territorial do país e diversidade étnica são desafios para aprendizagem do mandarim
O ministro da Educação da China disse na quinta-feira (5) que cerca de 400 milhões de habitantes – ou 30% da população do país – não falam mandarim, o idioma nacional.
Das 70% que sabem mandarim, muitos não falam bem o suficiente, informou uma porta-voz do ministério à agência de notícias estatal Xingua.
A China tem milhares de dialetos e diversas línguas regionais pouco conhecidas. Entre as mais famosas estão o cantonês e o hokkien. O mandarim – que antigamente era conhecido como Putonghua (ou "língua comum") – é uma das línguas mais faladas do mundo.
O governo chinês está criando uma nova iniciativa no país para tentar estimular o ensino da língua. A porta-voz do ministério da Educação disse que o foco principal da ação serão nas comunidades rurais e de minorias étnicas.
Por décadas, o Partido Comunista chinês promoveu o mandarim em uma tentativa de unificar a nação. Mas os esforços enfrentaram desafios como o tamanho do país e a falta de investimentos em educação, especialmente nas zonas rurais.
Outro problema foi a resistência de alguns grupos, especialmente as minorias étnicas. Em 2010, houve protestos no Tibete contra o uso do mandarim em escolas. Os manifestantes alegavam que a língua nacional chinesa estava prejudicando o ensino da cultura e do idioma locais.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

CHINA: Os Jogos da Minoria Étnica Zhuang



Um homem escala um poste, usando lâminas de facas como degraus, nos Jogos da Minoria Étnica Zhuang em Nanning, Guangxi, China.

Na foto de baixo, dois homens correm ao longo de um trecho em chamas, no mesmo evento.


Fonte: http://detudoblogue.blogspot.com

terça-feira, 18 de maio de 2010

SBB lança Novo Testamento Chinês-Português este mês

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Uma obra inédita, desenvolvida pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), está sendo aguardada com muita expectativa. Trata-se do Novo Testamento, Salmos e Provérbios Chinês-Português, que reúne, numa edição primorosa, dois dos idiomas mais falados em todo o mundo. Editada em conjunto com a Sociedade Bíblica de Hong Kong, esta publicação utiliza as duas traduções mais apreciadas pelas populações da China e do Brasil: Revised Chinese Union Version (RCUV) – em mandarim com escrita simplificada – e Almeida Revista e Atualizada (RA), respectivamente. Cada uma das traduções, apresentadas lado a lado, foi feita a partir dos textos originais e reflete fielmente a mensagem bíblica. 
O lançamento do NT Chinês-Português acontecerá no dia 23 de maio, às 15h, na Primeira Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo, na capital paulista. O culto poderá ser acompanhado ao vivo, via internet, pelo link www.catedralonline.com.br (clicar no ícone “culto ao vivo”).

A obra pode ser considerada um símbolo da união desses dois países, além de apontar para a importância dos dois idiomas no cenário internacional: o português, dominante entre cerca de 250 milhões de pessoas, ocupa a 6ª posição no ranking dos idiomas mais falados no mundo; e o mandarim, que é utilizado por mais de 1,3 bilhão de pessoas, e configura-se no idioma mais falado do planeta. 
“Unir dois idiomas tão diferentes e lançar o Novo Testamento bilíngue Chinês- Português foi a meta que as Sociedades Bíblicas do Brasil e de Hong Kong assumiram e hoje comemoram a realização de mais esse projeto”, afirma o secretário de Tradução e Publicações da SBB, Paulo Teixeira. A edição conservou as características editoriais das traduções em mandarim e em português. Com isso, o leitor poderá encontrar pequenas diferenças na divisão das seções, o que, no entanto, não prejudica a compreensão da mensagem bíblica no seu todo. 
Para Teixeira, o lançamento – desenvolvido a pedido das igrejas cristãs chinesas do Brasil – representa, sobretudo, um importante avanço na consolidação da fé de uma comunidade em constante crescimento. “É missão da Sociedade Bíblica do Brasil levar a Palavra de Deus a todas as pessoas. Ao preencher mais esta lacuna em nossa sociedade, sentimo-nos recompensados e estimulados a continuar nossa tarefa”, resume.

Com 1,3 bilhão de habitantes, a China apresenta números grandiosos relacionados à sua população: um em cada cinco habitantes do planeta vive na China, representando um quinto da população mundial, estimada em 6,5 bilhões de habitantes. Sozinha, a China tem uma população duas vezes maior do que a da Europa inteira. Mais de 30% das pessoas com idade acima de 16 anos se denominam religiosos, quatro vezes mais do que há uma década. 

Conforto e evangelização

A importância desta edição bilíngue é destacada por líderes religiosos chineses residentes no Brasil. “É o instrumento eficaz da própria Palavra de Deus para evangelização, especialmente para o chinês que vem da China, para ler nas horas vagas. Quando eles chegam aqui sofrem de muita solidão, não falam e não entendem o português”, diz Wu Tu Hsing, médico da Universidade de São Paulo (USP) e pastor da Igreja Presbiteriana de Formosa no Brasil Tai-an (Grande Paz). Assim como os cristãos chineses que vêm para o Brasil, os brasileiros que fazem o caminho inverso também são alvo desta nova publicação. 
Outro grupo que poderá se beneficiar com a novidade são os brasileiros que estudam mandarim, como endossa Chang Lien Chuan, pastor da Igreja Cristã Pão da Vida: “Essa edição é muito importante para a geração nova que fala mandarim e também para os brasileiros que estão em contato com a língua. Foi feita na hora certa para abençoar a população. E se vier a Bíblia completa, melhor ainda”, arremata. 

Culto Bilíngue de Ação de Graças pelo lançamento do NT, Salmos e Provérbios Português-Chinês
Data: 23 de maio de 2010 (Domingo).
Local: Primeira Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo – Rua Nestor Pestana, 136.
Horário: Das 15h às 17h.
Mensagem e apresentação: Paulo Teixeira, secretário de Tradução e Publicações da SBB.
Louvor: Coral da Igreja Presbiteriana de Formosa no Brasil Tai-An (Grande Paz) – Hinos em chinês e português, alternados.
Obs.: Para acompanhar o culto ao vivo, pela internet, acesse www.catedralonline.com.br (clicar no ícone “culto ao vivo”)

Fonte: Site da Sociedade Bíblica do Brasil

quarta-feira, 17 de março de 2010

16 fotos da China

"Skewers Cook in a Sichuanese Hotpot, Chengdu, China" Photographic Print
Venda de 'espetinhos' em Chengdu, China


 "Junk Sailing in Hong Kong Harbor, Hong Kong, China" Photographic Print
 Junco em Hong Kong Harbor, Hong Kong, China


 "People Outside the Yu Yuan Tea House, Yu Yuan Shangcheng, Yu Gardens Bazaar, Shanghai, China, Asia" Photographic Print
Pessoas em frente da Casa de Chá Yu Yuan, Yu Yuan Shangcheng, Yu Gardens Bazaar, Xangai, China


 "Busy Street, Causeway Bay, Hong Kong Island, Hong Kong, China" Photographic Print
Busy Street, Causeway Bay, Ilha de Hong Kong, China


 "Fa Yuen Street, Mong Kok District, Kowloon, Hong Kong, China, Asia" Photographic Print
Fa Yuen Street, Distrito de Mong Kok, Kowloon, Hong Kong, China


"Beijing, China" Photographic Print
Beijing, China


 "Miao Baby Wearing Traditional Hat, China" Photographic Print
 Bebê vestindo roupa tradicional


"Village Children Sitting on Steps, Kaili, China" Photographic Print
 Crianças de uma vila em Kaili, China


 "Market, Xizhou, Erhai Hu Lake Area, Yunnan Province, China" Photographic Print
Mercado na Província de Yunnan, na China


"Fishermen Pull in their Catch on My Khe Beach or China Beach" Photographic Print
Pescadores puxando sua rede na praia de My Khe


"Students Practice Kung Fu at the Ta Gou Academy in Shaolin, China" Photographic Print
Estudantes praticando Kung-fu


"Man with Pet Rooster in Lijiang, China" Photographic Print
Homem com seu galo de estimação em Lijiang, China


 "Soldiers Marching in China's National Day Parade" Photographic Print
Soldados marchando durante Parada Militar


 "Female Soldiers Marching in China's National Day Parade" Photographic Print
 Soldados femininas marchando


"Woman Shopping in a Market in Her Pajamas in Shanghai China" Photographic Print
Mulher durante compras em um mercado


 "Chinese man pushing cart, Hong Cun Village, Yi County, China" Photographic Print
Homem chinês empurrando carrinho, Vila Hong Cun, Yi County, China

Fonte das imagens: http://www.art.com

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Aprenda Chinês

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Hoje apresentamos duas dicas para quem quer iniciar seus estudos da língua chinesa.

O primeiro é o site a-China Info. a-China.info é uma associação sem fins lucrativos cujo objetivo é a promoção da língua e da cultura chinesas. Neste site pode encontrar numerosas atividades destinadas à aprendizagem do Chinês. 

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A segunda dica é de um e-book, APRENDA CHINÊS COM 500 PALAVRAS.
O Livro pode ser obtido via donload gratuitamente. Desenvolvido pela Comissão dos Assuntos Referentes aos Chineses no Exterior, foi escrito pela Profª Ji-Hua Liou, da Universidade Nacional Cheng Chih e traduzida para o português pelo Profº Dr. Alexander Chung Yuan Yang, da Universidade de São Paulo – USP.

Para baixar o e-book, Clique Aqui.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O Cristianismo e a China



Marco Pólo, nos anos 1200, descobriu que a China inventou a seda, a pólvora, o papel e muitos outros produtos úteis.  O mundo bateu nas suas portas, mas a China resistiu. Muito tempo depois, comerciantes europeus e americanos chegaram até lá procurando por mercadorias, o que resultou na Guerra do Ópio. Novamente, a China procurou manter estrangeiros fora.
Quando Mao Tse Tung (ou Mao Zedong) conseguiu o controle da China de Chiang Kai-shek em 1949, mais uma vez as fronteiras foram fechadas para o mundo exterior. O reinado ateísta-comunista de Mao trouxe tempos difíceis para o povo chinês, mas ele também melhorou o transporte e unificou o idioma falado pelo povo. Ambas melhorias facilitaram a chegada das Boas Novas do Evangelho ao alcance do povo comum.
De acordo com o livro “Intercessão Mundial”, 49,5% dos chineses são pessoas sem religião, enquanto que 28,5% seguem as crenças tradicionais da China, 8,4% são budistas e 7,3% são cristãos. Os que estão seguindo suas próprias crenças étnicas tradicionais somam 4,3% e os muçulmanos compõem os 2% restantes da população.
Muitos dos chineses que se consideram budistas usam sua religião como um amuleto de boa sorte para buscar dinheiro e bênçãos para a vida Lama é uma grande força.
A concentração da população muçulmana da China é mais localizada no noroeste do País. Esses muçulmanos parecem ter um vínculo forte com os seus vizinhos da Ásia Central. Agitações passadas nessa área dificultaram o trabalho do Evangelho.
Muitos dos povos minoritários da China continuam animistas em relação a como eles vêem o seu mundo, mesmo que sejam educados com uma ensino sem orientação religiosa.
A primeira evidencia missionária Cristã foi vista com a chegada dos nestorianos, em 635 AD. Evidências dos esforços nestorianos ainda existem até hoje na cidade de Xian. Depois, os padres católicos chegaram em 1600.  Em 1834, Robert Morrison, o primeiro missionário protestante, veio traduzindo a Bíblia para o Chinês.  Boa parte dessa mesma Bíblia ainda está sendo usada até hoje pelos chineses. Seguindo o exemplo de Morrison, outros missionários vieram, incluindo Hudson Taylor, que levou a mensagem do Evangelho para o interior da China.
Todos os esforços cristãos parecem ter sido levados a uma parada abrupta, quando Mao Zedong fechou todas as fronteiras da China em 1949.  Quando o País reabriu “suas portas” pela primeira vez, em 1977, todos estavam impressionados ao descobrirem que o Cristianismo não tinha sido estagnado. Na verdade, tinha desabrochado e crescido. Embora seja localizado, hoje existe uma grande agir de Deus acontecendo nessa Nação.
Os primeiros missionários chineses da China estão sendo levantados por Deus. Vários cristãos chineses crêem que a Igreja Chinesa foi comissionada por Deus para desempenhar um papel significativo no levar o Evangelho de volta a Jerusalém e para o resto do mundo; e a JOCUM quer ser parte desse grande movimento missionário.
“No Congresso do Call2All em Hong Kong, em 2009, 860 pessoas da Igreja nos Lares, Três Autonomias e Igrejas Urbanas foram autorizados a virem,”  disse Loren Cunningham em uma entrevista na última reunião da Liderança Global da JOCUM.  “Esse foi um avanço enorme. Muitos nunca tinham estado antes em uma grande reunião pública igual a essa.”
Ainda existe perseguição de cristãos pelo Governo.  Alguns pastores foram espancados e aprisionados por causa de sua fé.  Muitos grupos minoritários ainda não têm testemunho de Cristo no seu meio.  Grande é a necessidade!
Ao ler tudo isso, lembre-se de que a China é igual à história dos homens cegos que estavam passando as suas mãos sobre o elefante e descrevendo o que sentiam… Um sentiu e descreveu a perna, enquanto outro sentiu a tromba, outro sentiu o rabo e ainda outro sentiu o lado do elefante…  Cada lugar na China é diferente. Freqüentemente, é dito que a China é uma nação composta de pequenos reinos. Não se surpreenda se o Senhor te levar a orações variadas e diversas pela nação da China, porque ela é uma nação grande e diversa.

Publicado originamente em Ywam Prayer Day – Tradução: Saulo Xavier
via http://www.jocum.org.br

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

OS CHINESES NÃO SÃO TODOS IGUAIS


Se você é daqueles que acham que os chineses são todos iguais, aviso que não apenas não são, como têm dentro de seu território 55 grupos que o governo chama de “minorias étnicas”, cada um com seus próprios costumes, língua e religião. Do 1,3 bilhão de chineses, 91,6% pertencem à etnia majoritária, chamada de “han”. Os outros 8,4% integram outras etnias, que representam um universo de 110 milhões de pessoas, mais que a população de muitos países. Parte dessa diversidade étnica é uma herança do passado imperial da China, que levou à anexação de territórios pelas sucessivas dinastias, principalmente na região oeste. A província muçulmana de Xinjiang, no extremo oeste, é a maior da China e passou a fazer parte do território do país na última das dinastias imperiais, a Qing, que durou de 1644 a 1911. Os integrantes da etnia uighur, que representam 45% da população local, não se parecem em nada com os chineses han e têm mais identidade cultural com os habitantes da Ásia Central. Xinjiang é sede de um movimento separatista que defende a criação do Estado do Turcomenistão do Leste, acusado pelo governo chinês de promover uma série de atentados terroristas.
No Tibete, que fica ao sul de Xinjiang, cerca de 90% da população é formada por tibetanos, a maioria dos quais não fala o mandarim dos chineses han. A diferença entre as duas etnias é gritante em tudo _língua, religião, arquitetura, atividade econômica e organização familiar.
Na província de Yunnan, ainda mais ao sul, há 25 diferentes grupos étnicos, o maior número em toda a China. Entre eles, um dos mais interessantes são os Naxi, que possuem uma organização social matriarcal. As mulheres são responsáveis pelos negócios e o trabalho, enquanto os homens se dedicam à música e à poesia. Quando os Naxi recebem visitas em casa, cabe ao homem entretê-los com suas habilidades artísticas.
Nada menos que 60% do território chinês é dominado pelas minorias étnicas, que estão em regiões de fronteira, no norte, sul e oeste, e em áreas montanhosas de difícil acesso. As províncias habitadas majoritariamente por povos que não pertencem à etnia han são chamada de "regiões autônomas" pelo governo de Pequim. Há cinco regiões que se enquadram nessa categoria: Xinjiang, Tibete, Mongólia Interior, Guangxi e Ningxia. As três primeiras são as maiores províncias do país. Muitas dessas regiões são ricas em recursos naturais, o que explica em parte a obsessão das autoridades de Pequim em manter a unidade nacional a qualquer custo.
LEGENDA: Mulheres da etnia Yao, de Guangxi, que não cortam o cabelo.


FONTE: Blog do Jamierson Oliveira - http://jamiersonoliveira.blogspot.com/
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