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terça-feira, 25 de março de 2014

Conheça o Dicionário do Nordeste, de Fred Navarro

Terceira edição do livro contem 10 mil expressões típicas da região Nordeste. (Foto: Ludmila Portela/Divulgação)Terceira edição do livro contem 10 mil expressões típicas da região Nordeste. Primeira versão foi lançada em 1998. (Foto: Ludmila Portela/Divulgação)
O Dicionário do Nordeste, escrito pelo jornalista pernambucano Fred Navarro, ganha sua terceira edição, com lançamento marcado para esta sexta-feira (13/12/13). O evento com participação do autor está marcado para às 18h, no Museu do Estado de Pernambuco, nas Graças, Zona Norte do Recife.
O livro é fruto de 21 anos de pesquisa. “A ideia surgiu quando me mudei do Recife para São Paulo e percebi que os paulistas não me entendiam direito. Falava que minha coluna estava tronxa e eles riam. Notei então que cada lugar tem sua própria língua”, afirmou Navarro. Com isso em mente, o jornalista começou a anotar as palavras tipicamente nordestinas que encontrava e pesquisava as origens delas. Assim, a terceira edição do dicionário chega ao público contendo a tradução de 10 mil registros.
“Descobri que algumas expressões que pensava serem do Nordeste na verdade são de Minas, no Pará... Também tive a oportunidade de apreender palavras usadas por baianos ou aquelas que nasceram no Recife. Um exemplo é 'boyzinha', que significa garota e é tipicamente recifense”, revelou o autor. "Já na Bahia, por exemplo, eles dizem muito 'vamos na praia domingar'. Nunca tinha ouvido isto antes, mas descobri que quer dizer ir passear, se divertir. "
A proposta do Dicionário do Nordeste é servir como uma guia da região, pois também tem comidas e brincadeiras locais. A primeira versão, publicada em 1998, continha 2.500 palavras do vocabulário nordestino. Já a segunda edição, de 2004, chegou ao público com o dobro de verbetes. O livro é lançado em parceria com os estados de Alagoas, Bahia e Sergipe.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Dicionário de Termos Nordestinos


Como é do conhecimento de todos, uma das regiões menos evangelizadas do Brasil é o sertão nordestino. Graças a Deus, muitas Missões e Igrejas têm se esforçado para alcançar aquelas regiões com a mensagem salvífica do Evangelho.
Mesmo sendo uma parte do Brasil, pode haver alguma estranheza e pequenino choque cultural por parte mesmo de missionários brasileiros, principalmente daqueles oriundos do sul/sudeste do Brasil, e aqueles dedicados a missões de curto prazo, ao chegarem ao sertão.

Para agregar conhecimentos aos dedicados a alcançar o sertão nordestino, publicamos aqui este texto, um pequeno dicionário de termos e expressões comuns Nordeste do Brasil.


Dicionário de Termos Nordestinos - Palavras e expressões nordestinas pesquisadas e dicionarizadas pelo paraibano de Campina Grande e radicado em Maceió, Gilberto Albuquerque, a partir de textos colhidos da internet a aprofundada pela vivência pessoal. 

Para ler online ou baixar o arquivo pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Bab.la – Portal lingüístico com 31 dicionários online



Bab.la é um portal lingüístico no qual podemos encontrar numerosos recursos relacionados com a tradução e os idiomas para o estudante, o curioso e o viajante.
O que se destaca mais no portal são seus 31 dicionários bilingües, desde o Português-Inglês até o Inglês-Hindi. O portal também nos oferece opções para acessar a testes gramaticais sobre verbos e léxico, acessar guias de sobrevivência para viajar, tradutores de documentos, guias para redigir cartas de apresentação e currículums, e até mini jogos para aprender palavras em outros idiomas.
O site também está disponível em vinte idiomas no total: espanhol, inglês, italiano, francês, alemão, sueco, esperanto, polaco, … as ferramentas de bab.la estão disponíveis para todos.

domingo, 9 de outubro de 2011

Linguee – O maior e mais utilizado dicionário online do mundo, agora em português


Depois de mais de um ano do lançamento oficial de Linguee, o maior e mais utilizado dicionário online do mundo, ele conta agora com um novo design além de funções inovadoras, entre outras novidades, sugestão dinâmica de exemplos de frases traduzidas, integração de inúmeras novas fontes de tradução, etc.
A ferramenta de tradução mais eficiente da Web combina um dicionário redacional com umamáquina de busca de traduções, o Linguee vasculha a Web a procura de textos plurilíngues traduzidos.
Os resultados da busca são divididos em duas partes: o primeiro aparece à esquerda da página, onde você verá os resultados provenientes do dicionário redacional cujas entradas foram revisadas pela redação do Linguee, ficando mais fácil uma visão rápida e geral das possibilidades de tradução para a sua busca; depois à direita você verá os exemplos de frases de outras fontes, onde poderá verificar ocontexto da palavra ou expressão procurada.
A ferramenta já oferece as versões: Alemão-Inglês, Espanhol-Inglês, Francês-Inglês e Português-Inglêse pretende em breve incluir entre outras, as versões em Chinês e Japonês.
Fonte: http://br.wwwhatsnew.com

sábado, 3 de outubro de 2009

VAMOS APRENDER TÉTUM (lingua nacional em Timor Leste)

• 1: Ida
• 2: Rua
• 3: Tolu
• 4: Hat
• 5: Lima
• 6: Nen
• 7: Hitu
• 8: Ualu
• 9: Sia
• 10: Sanulu
• 11: Sanulu Resin Ida
• 12: Sanulu Resin Rua
• 19: Sanulu Resin Sia
• 20: Rua Nulu
• 21: Rua Nulu Resin Ida
• 39: Tolu Nulu Resin Sia
• 40: Hat Nulu
• 100: Atus Ida
• 110: Atus Ida Sanulu
• 200: Atus Rua
• 240: Atus Rua Hat Nulu
• 900: Atus Sia
• 1000: Rihun Ida
• 7000: Rihun Hitu
• 20000: Rihun Rua Nulu
• 100000: Rihun Atus Ida
• 1000000: Tokon Ida

• Aat: Ser mau/má (v.); adj.; mal, muito (adv.); ain aat=má perna=coxo
• Acait: O centro do Centro, em Díli: tem a Missão Portuguesa, o Centro Camões, o BNU, os CTT e o "bistrot". Curiosamente, é a sigla de Associação Comercial Agrícola e Industrial de Timor.
• Água: Be hemu (para consumo), udan bem (pluvial), be foer (residual). Enfim; é aconselhável usar água mineral até para escovar os dentes.
• Ai: não é o que parece; quer dizer madeira, árvore, arbusto, pau.
• Aitarak: Um dos grupos de milícias timorenses próintegracionistas
• Aldeia dos Macacos: Carinhoso "nickname" que designa o bairro dos professores em Díli (Vila Verde)
• Amar: Hadomi, v.
• Asu: Cão, cadela, s.; ou aço (s), duro (adj.)
• Aula: uma aula em Timor é uma coisa pouco semelhante a uma aula no Brasil.
São 3x45 minutos, ou seja, 2 horas e 15 minutos cada, sem intervalo. Com turmas de 50, ou 70, ou 120 (!) alunos, dá para ter uma ideia do que é isto. Todos falam porque não existem cadeiras, secretárias, ou quadro, mas isso é o de menos...
• Ba: Ir, dirigir-se (v.); para, a (prep.); lá, mais longe, para lá (adv.)
• Bá-Fon: Corruptela do Francês, bas-fond. Espécie de discoteca, no Heliporto de Díli, gerido por tropa portuguesa e chilena. Barato e divertido, mais para as damas do que para os cavalheiros.
• Baucau: Segunda cidade de Timor, a Leste de Díli; tem um aeroporto internacional
• Bahasa: Quer dizer Língua, em Língua indonésia (bahasa indonesia, claro)
• Barak: muito(a/os/as), (det.), bastante
• Bibi: Cabra (1)
• Bogoró: Localidade junto a Bazartete, onde se situa a Escola Secundária.
Gente simpática e simples. A escola tem uma disciplina férrea, assumida com gosto pelos alunos. Como é tradicional, há formatura às 7:30 da manhã.
• Boot: Grande, adj., (Asu Boot=cão grande); part., por aglutinação, superior (biboot=irmã mais velha)
• Búfalo: Krau. O animal mais comum. Apesar da designação e do tamanho, são mais mansos do que as nossas vacas. Extraordinário espectáculo é a matança do dito, à lançada, como era, provavelmente, na Idade do Ferro. A carne é absolutamente intragável, de tão dura.
• Café: Para se beber o verdadeiro café timorense, é preciso ir às montanhas;
Câmbio: Faz-se em plena rua (apesar de ser proibido).
• Cão: Asu. existem por lá muitos Asu (asu barak?), feios, magros e maus. Constituem um prato regional.
• Carro: Kareta; quase não existem matrículas, seguros ou cartas-de-condução; circula-se pela esquerda (geralmente...)
• CATT: Comissariado de Apoio à Transição em Timor-Leste
• Cavalo: Cuda, ou Kuda.
• Clima: Tropical húmido. Médias: temperatura, 19º a 31º; humidade, 70% a 90%.
Chinês: "O" Chinês: em Díli, mistura de supermercado, drogaria, talho, mercearia, casa-de-ferragens e botequim; tem quase tudo
• CIVPOL: Corpo de Polícia Internacional; GNR e PSP têm forças integradas e
próprias
• CNRT: Conselho Nacional de Resistência Timorense
• Comer: Han, v.; come-se mal e caro
• Comoro: O aeroporto de Díli; para aviões de pequeno porte;
• Coral: Lindíssimos, apanham-se na praia,
• Correio: Existe uma única estação dos CTT, em Díli (Edifício Acait); só
aceitam USD
• Crocodilo: Lafaek. Sim, existe em Timor esse sorridente bichinho. E existe também uma lenda sobre a crocodílica origem de Timor.
• Cuda (ou Kuda): Cavalo timorense típico, mais pequeno do que os "nossos". (1)
• Dader: Dia; bom-dia, dader diak
• Darwin: A cidade mais próxima, na Austrália; os voos, a hélice, partem e chegam aqui
• Dengue: Doença tropical ainda mais perigosa do que a malária; pode ser mortal; epidémica, acompanhada de erupção e dores articulares
• Diak: Bom, boa, bem (subs., adj., adv.); melhor, maior, se composto com Liu
• Disionari: Dicionário
• Díli: A Capital do País. Com cerca de 50.000 habitantes. Ver estatísticas em World Gazeteer. Localização 8.6° S 125.6° E.
• Dinheiro: Osan
• Ensinar: Hanorin. Curiosamente, é foneticamente parecido com hanoin (entender, pensar)
• Escola: Iskola
• Escrita: Apesar de a maioria dos timorenses ser analfabeta, os que sabem escrever fazem uma espécie de transcrição fonética: kadeira, servisu, etc.
• F: F, de letra. Por algum esotérico motivo, em Timor a letra F é praticamente igual à letra P. Temos, portanto, fropissão, ferpeito, etc. Uma pequena confusão.
• Festa: De certa maneira, é o ambiente mais comum entre a comunidade internacional, especialmente em Díli. Um dos problemas de Timor não é o tédio.
• Feto: Mulher, fêmea, do sexo feminino
• Fila: Voltar, retroceder, virar, fritar, cozinhar em azeite ou banha (virando e um lado e do outro). (!!!)
• Finta: Imposto, contribuição, tributo, finta. Será isto uma reminiscência do Português arcaico?
• Foder: Harrummm, isto quer dizer muitos, det. reg. Cf. barak.
• Fugir: Halai, em Tétum, mas é mais importante saber como, quando, e para onde, se for necessário.
• Futebol: Joga bola, ou tebe bola
• Hadomi: Amar, v.
• Hakarak: Preferir, querer, desejar, apetecer
• Haklalak: Berrar, gritar, bradar
• Han: Comer, v.
• Han han: Comida
• Hanoin: Pensar (e lembrar, cogitar, etc.) Hanoin e nonok foram as 2 palavras em Tétum que mais gastei em Timor.
• Hatene: Entender, saber, conhecer. La hatene, não entendo, evidentemente; ou não sei, não conheço.
• Hau: (Ha'u) Eu, me, mim
• Homem: Mane. Evidentemente, o contrário (oposto) de Feto (mulher)

Fonte: http://meutimorlorosae.blogspot.com/

Visite tambem: http://valmirbarbosa09.blogspot.com/

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Programa de Tradução Babylon lança nova versão


O renomado programa de tradução Babylon está com nova versão disponível para download. O programa é pago, mas você pode utilizá-lo por um período grátis. O Babylon 8 oferece tradução em 75 línguas, e tem à sua disposição 1.400 Dicionários, além da famosa função ‘Traduza por um só clic’. O programa funciona off-line, e possui muitas outras funções interessantes.

Para baixar o programa, o link é este aqui: http://portugues.babylon.com/index.html

A Babylon disponibilizou ainda um tradutor online, gratuito e também seu Dicionário online.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Para tirar os dicionários da “Idade da Pedra”

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Wordnik


A quantidade de ferramentas ligadas a idiomas é bem grande. O Urban Dictionary talvez seja uma das mais famosas. É um dicionário apenas de gírias em inglês, daquelas que ainda estão em guetos e, claro, ainda não foram catalogadas por nenhum dicionário.
De cabeça, lembro também do Save The Words, site do Dicionário Oxford, que tenta evitar que palavras em inglês caiam em desuso.
Hoje, o LifeHacker apresentou o Wordnik, que é um dicionário online inglês-inglês bem detalhista. Além de fornecer o significado e a pronúncia do termo, ele mostra seus relacionamentos com fotos no Flickr e um gráfico que indica o quanto uma palavra é utilizada (o termo “computer”, por exemplo, teve um pico de uso dos anos 90 para cá).
Chama a atenção que o site foi criado por Erin McKean, da editora da Universidade de Oxford e palestrante da conferência TED, que acredita que os dicionários online ainda estão na Idade da Pedra.
O Wordnik talvez não seja o derradeiro na área, mas mostra para onde os dicionários online devem caminhar, tem previsão de lançamento de uma API pública para quem quiser fazer mashups com todos os termos.

Fonte: http://www.tiagodoria.ig.com.br

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