sábado, 10 de janeiro de 2009

Centelhas do que foi dito no 5º Congresso Brasileiro de Missões

A Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB) vai reunir em livro todas as palestras feitas por ocasião do 5º CBM. Para aguçar a curiosidade do leitor, Ultimato publica aqui apenas algumas frases do muito que foi dito.

Durvalina Barreto Bezerra (“Despertando a Vocação Missionária”)
“Deus continua vocacionando, a igreja continua sendo chamada para cumprir sua missão, o campo missionário continua chamando. Resta-nos esperar que a nossa geração responda ao apelo missionário do Pai (aquele que escolhe), do Filho (aquele que convoca) e do Espírito Santo (aquele que convence).”

Bárbara Helen Burns (“Modelos de Treinamentos Missionários e a Escola Missionária de Jesus”)
“Um coisa que intriga é que Jesus enviou os Doze apenas “às ovelhas perdidas de Israel” (Mt 10.6). Talvez eles ainda não estivessem prontos para ir aos gentios. Teriam capacidade para pregar o reino de Deus apenas aos de sua própria raça. Mais tarde, porém, em tom alto e claro, Jesus mandou-os ao mundo todo. Não se deve colocar muita responsabilidade sobre alguém que nunca ministrou primeiro nas coisas pequenas.”

Margaretha Adiwardana (“Missão em Contextos de Emergências”)
“Vítimas de catástrofes naturais ou de origem humana (guerras, por exemplo) sofrem muito e precisam de socorro urgente. Além de sofrimento físico, esses desastres provocam crises existenciais profundas. O socorro alivia o sofrimento e mostra de algum modo o amor de Deus em ação e pode abrir o coração do sofredor para a mensagem do evangelho (esse cuidado é chamado de “pré-evangelismo”). Em locais fechados e hostis ao evangelho, grandes catástrofes são portas que se abrem.”

Antônia Leonora van der Meer (“O Cuidado Integral do Missionário”)
“Os que sofrem por servir a Cristo e proclamar o seu reino podem ter certeza de que nunca estarão sozinhos. Jesus prometeu estar sempre com eles, em todos os lugares, e ele cumpre a sua promessa. Nem sempre sentiremos a sua presença, porque nosso sofrimento nos machuca e algumas vezes quase nos derruba, mas ele estará sempre perto e não permitirá que nossos sofrimentos sejam maiores do que podemos suportar.”

Bertil Ekströn (“Relacionamento e Missões”)
“Missões verdadeiras não surgem primeiramente na análise estatística da situação do mundo e na quantidade de povos alcançados. Nem no desejo denominacional de chegar a todos os rincões do país e do mundo com o logotipo e nome da sua igreja. Também não é no desejo pessoal do missionário nem em seu espírito de aventura que missões se baseiam. O ponto de partida precisa ser o relacionamento com o Mestre da obra missionária, o Deus criador e enviador, com o Espírito Santo, que equipa e guia.”

“A atitude de servo no campo missionário é essencial. Chegar a outra cultura como dono da verdade ou como conquistador de territórios alheios é enterrar desde o princípio o seu ministério transcultural naquele lugar.”

“Quanto mais o vocacionado se relacionar com Deus, tanto mais veremos Deus nele. Quanto mais formos íntimos de Cristo, tanto mais a imagem de Deus se refletirá em nossas vidas.”

Fonte: http://www.ultimato.com.br

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