quinta-feira, 5 de julho de 2012

GOVERNO FEDERAL OFERECE CURSOS PROFISSIONALIZANTES E GRATUITOS - Incluindo o curso de LIBRAS

Como Participar

Para participar do ‘Pronatec Copa’, o interessado deve ter 18 anos ou mais, e morar em uma das 12 cidades-sede da Copa, entorno, ou em um dos destinos turísticos selecionados. Para ver a listagem das cidades, CLIQUE AQUI.
Os alunos das cidades-sede da Copa das Confederações (Brasília, Fortaleza, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Salvador) terão prioridade nesta primeira seleção de participantes.
Mas tem lugar para todo mundo neste time: depois da inscrição efetuada, o interessado será convocado assim que surgir uma vaga.

Como funciona o sistema de inscrição?

A inscrição será feita pelo link Cadastro, que estará disponível a partir de 29/06/2102. Além de preencher os dados pessoais (nome completo, endereço e CPF), o aluno deverá escolher o curso de qualificação que deseja fazer, de acordo com o seu interesse ou com a sua área de atuação profissional.
Os inscritos serão pré-matriculados no PRONATEC de acordo com a disponibilidade de vagas ofertadas pelo Ministério da Educação (MEC). Após a efetivação da pré-matrícula, o MEC enviará um e-mail informando a data de início e o local do curso. A matrícula será concluída presencialmente, no local do curso.

Quais são as condições para realizar a inscrição?

Os profissionais que já trabalham no setor terão prioridade na pré-matrícula dos 29 cursos profissionalizantes oferecidos pelo PRONATEC FIC - Formação Inicial e Continuada. Para os cursos de idiomas (inglês e espanhol), serão aceitas somente as inscrições dos profissionais que já trabalham com turismo. A comprovação será solicitada no ato da matrícula. Para o curso de libras, a inscrição está aberta para sem restrições. 

Durante a pré-inscrição, cada participante poderá escolher um curso de qualificação (profissionalizante) e/ou um de idioma, se trabalhar no setor. Caso contrário, somente poderá escolher um curso dos 29 profissionalizantes. A escolha dos cursos dependerá do grau de escolaridade do inscrito, conforme indicado no próprio cadastro de inscrição.

Outras informações:

Os cursos serão presenciais e gratuitos, com duração média de quatro meses e serão oferecidos nas sedes do Sistema S (SENAC, SENAI, SESC, SESI, SENAT) e nos institutos federais de educação profissional. Os participantes terão auxílio estudantil, com alimentação e transporte. 

O Brasil já começou a se preparar para Copa do Mundo da FIFA de 2014. Escolha um dos cursos e se qualifique! O principal jogador deste time é você.

sábado, 30 de junho de 2012

INFANTICÍDIO: O que vale mais: a Cultura ou a Vida?

Manifestação contra o infanticídio realizada em 2008 no Rio de Janeiro


Ronaldo Bastos

O que deve prevalecer em uma sociedade? A Cultura ou a Vida? 

            Quem é quem ou quem é o que? A cultura é filha da Lei ou a Lei é filha da cultura?
             Nos surgiu essa dúvida porque temos lutado para conscientizar (NÃO criminalizar) os indígenas da selva amazônicae regiões que a prática do infanticídio é ruim para a perpetuação da tribo, comunidade etc.
            Existem tribos com apenas 100, 70, indivíduos e em muitas etnias nascem em média 5 crianças por ano e nos rituais de morte, morrem 5 no mesmo ano. Há tribos que chamamos de minoritárias onde existem apenas 8, 6, 4 indivíduos.
No Brasil, infelizmente, tem pessoas que se posicionam a favor do infanticídio alegando dezenas de argumentos. Certo é que nenhum meio justifica o infanticidio! Em alguns casos a indígena vai sozinha para dentro do mato e então ela decide pela vida ou morte do bebê. Existem alguns meios de se tirar a vida da criança caso a mãe indígena não queira que ele viva. Você conhece algum? Não? Vejamos alguns:
Em certos casos enche-se a boca do recém-nascido com folhas para que ele morra sufocado, ou a mãe o coloca em suas pernas de barriga para cima e quebra-o ao meio, ou coloca-se em sua boca uma raiz chamada timbó (veneno). Há etnias que jogam dentro do Rio para o Boto Cor -de- Rosa “comer” e ainda, abandonam as crianças na mata.
Existem entidades que se dizem ser de Direito  à Vida, mas são  a favor do infanticídio, algo que não da para entender! Dizem que é  por causa do  “respeito  à cultura indígena”, se esquecendo que o infanticídio vai de encontro a Constituição Federal que em  seu  Art. 5º  diz: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a  inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”. O ECA(1) diz no Art. 4º “É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade,  a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”.
Os Antropólogos, em sua maioria, também partem a favor da prática do infanticídio. Se esquecendo que a cultura é mutável, o que hoje é verdade absoluta amanhã pode deixar de ser! O que ontem era cultural hoje não é mais! As Leis, a cultura, podem mudar, mais nunca para acabar com a vida de alguém!
Se você fizer uma busca no Google verá que a palavra vida aparece cerca de 3 vezes mais que a palavra infanticídio. Fazendo uma avaliação crua a esse respeito pode se presumir que a vida desperta mais interesse do que a morte. Ainda estamos focados nas ações intermediarias sem nos preocuparmos com o fim e o infanticídio é o FIM! Fim de vidas inocentes, de seres humanos que não tem o direito sequer  de viver, pois essa escolha não lhes é  dada.
Assim  vivemos na era das contradições, pois,  na Constituição Federal, Art 226 § 8o diz  "O Estado assegurará a assistência á família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismo para coibir a violência no âmbito de suas relações". Surge a dúvida, o infanticidio não é uma violência ou as relações indígenas não são consideradas relações familiares? Sendo assim não alcançada pela carta magna?
               Participei da comemoração dos 20 anos do ECA na Escola de Magistrados no Rio de Janeiro no ano de 2010 e me dirigi a uma  Conselheira Tutelar perguntando se ela era a favor do infanticídio. Para minha surpresa  a conselheira que estava formando a mesa  era a favor do infanticídio em casos de tribos nômades, onde  existem crianças portadoras de necessidades especiais, porque  (segundo ela) a criança  pode  “atrapalhar” a tribo em sua movimentação pela selva. Pensamento mesquinho! Então essa “conselheira” deve ser a favor de matar as crianças que nascem com necessidades especiais nas cidades grandes ou interiores, no meio de família simples que não tem carro, trabalho fixo e recursos para medicamentos e tratamento adequados? CLARO que NÃO se pode agir dessa forma!
No caso de órgãos do Governo como, FUNAI e FUNASA, penso serem outros os motivos a qual os levam a serem a favor do infanticídio. Relatórios desses que deveriam cuidar dos nativos são incompletos, porque não trazem os reais dados onde não constam as mortes de bebês em rituais quando a criança é indesejada,de mães solteiras, portadores de deficiências, as que são comidas por jacarés, engolidas por sucuri, afogadas no Rio ou picadas de cobra. Aliás, você já leu em algum jornal de grande circulação uma nota se quer, com esse tipo de morte no meio indígena?
Tão grave quanto isso tudo é o trabalho infantil nas aldeias. Bem sei que há famílias que precisam trabalhar e muito, para a sua subsistência, mas tapar os olhos para uma situação gritante JAMAIS! Precisamos discutir até onde é perpetuação da cultura, subsistência familiar, preservação cultural e TRABALHO INFANTIL!(2)
Um dos últimos relatórios da FUNASA diz que para cada 1.000 nascidos vivos (índios) morrem 27. Com absoluta certeza digo que esse número pode chegar a mais de 60 para cada 1.000, pois, não são contabilizadas simplesmente para maquiar uma realidade que conheço bem por visitá-los com freqüência. Preferem preservar o nome Brasil a preservarem os que compõem o Brasil. Eles se esquecem que o ideal é pensarmos nas pessoas, depois, bem depois nas coisas!
Entendemos que prática cultural é tudo aquilo que NÃO prejudica a vida humana, seja de crianças, adolescentes, adultos ou idosos. Entendemos que a dança, pintura, músicas, língua, casamento entre os da mesma etnia, tambor etc., as mesmas são culturas que DEVEM ser preservadas! Mas,  bebidas forte, rituais sangrentos, morte de pessoas, trabalho infantil... Não penso ser cultural, o que não é bom na cultura do branco NÃO deve ser bom na cultura dos nativos.
Vejamos: Na cultura do branco  não pode beber e dirigir, mas  antes tínhamos essa  “cultura”  então porque não pensarmos em deixar a prática do infanticídio? A cultura de Káriûa (homem branco em nheengatu) não pode diferenciar da indígena no que tange preservar VIDA, conforme o Art. 227, da Constituição Federal!

Mudança cultural

Nossos avôs usavam  chapéus, hoje  se usa o corte moicano, antes íamos ao armarinho, hoje, às lojas deconveniências e Drive Trhu, íamos à mercearia hoje vamos aos hipermercados, antes íamos ao sapateiro, hoje, sapateiro é só para guardar as dezenas de pares de sapatos. Estamos na era dos I’pods, notebooks, e-books, TV de plasma, celulares que filmam, fotografam, que suportam 4 chips, se foi bom tudo isso ter mudado a nosso favor, porque não mudar a prática do infanticídio? A  Lei Maria  da  Penha(3) veio frear uma cultura machista. Sonho em findar com o  pensamento favorável ao infanticídio nas aldeias indígenas e muito mais FORA DELAS!
A “cultura” que Hitler queria implantar não deu certo, porque era ruim às pessoas e tinha o mesmo cunho dacultura do infanticídio, a de MATAR INOCENTES, lá, judeus, gays, negros, ciganos e outras minorias... Aqui, crianças indefesas, recém-nascidos ou já adolescentes.
Só quem vive nas aldeias sabe o que é assistir uma criança morrer de malária e não poder fazer muita coisa além de pedir a Deus que a cure. Faltando um membro por causa do facão no corte de cana. Adolescente se matar por que seu pai não tinha dinheiro para comprar os livros escolares, e logo depois seu pai se matar por pensar ser culpado da morte do filho. São realidades muito complexas e vividas todos os dias, sem meios e condições para mudá-las.
Através de pesquisas (missionárias) se detectou a prática do infanticídio em pelo menos 13 etnias, como os  ianomâmis, os tapirapés e os madihas. Só os ianomâmis, em 2004, mataram cerca de 98 crianças. Os kamaiurás, matam entre 20 e 30 por ano. Temos ido a dezenas de lugares falarmos da causa indígena, levantando uma bandeira a favor de quem não tem {ainda} voz forte na sociedade. Na região Norte do País ainda é forte essa prática.
Convido a você que é a favor do infanticidio a entrar floresta adentro para quem sabe mudar seus pensamentos a favor do infanticídio! Pergunte a uma mãe que praticou o infanticidio se ela está feliz? Talvez você não tenha pensado o quando isso abala psicologicamente a família, a aldeia, e todos que estão próximos.
As crianças indígenas estão a frente da linha do descaso.

Em breve “Direitos Violados das Crianças Indígenas”. Um Filme da Missão Brasil

Por Ronaldo Bastos – Missão Brasil - ronaldo@missaobrasil.org.br;
Colaboração de:
Ana Cristina – Assistente Social – anasilva_1@yahoo.com.br;
Margareth Dos Anjos Santos – Assessora de Comunicação - margteixeira@hotmail.com;                            

Notas
1. Estatuto da Criança e do Adolescente;
2. Em breve artigo – Trabalho infantil indígena uma realidade escondida.
3. A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06), criada para prevenir e coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. A  Lei ganhou este nome em homenagem à Mariada Penha Maia Fernandes, biofarmacêutica cearense que foi casada com o professor universitário Marco Antonio Herredia Viveros, que tentou assassiná-la por duas vezes. A Lei Maria da Penha veio colocar um freio na “cultura” de se agredir as mulheres. Grifo nosso.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Evento Business as Mission começa com oportunidade para investidores




        Começa nesta terça-feira, dia 26, nas cidades de Monte Verde, Minas Gerais e Sorocaba, São Paulo, o 1º Business as Mission. Na ocasião, serão promovidos encontros entre autoridades, empresários e investidores cristãos de diversas partes do mundo, que também terão a oportunidade de se atualizar sobre notícias dos campos missionários. A realização é do Conec Brasil, Horizontes América Latina e da Shelter Now International.
        Segundo o pastor David Botelho, o projeto Business as Mission se baseia no princípio da missão integral. “ Evangelização e preocupação social, com frequência, ainda são tratados como se fossem separados e sem relação uma com a outra. Isso presume uma divisão entre o que consideramos “sagrado” ou “espiritual” e o que consideramos “secular” ou “físico”. A cosmovisão bíblica, porém, tem uma perspectiva integrada e inteira da vida. O ministério não deve ser compartimentalizado ou fragmentado em “espiritual” e “físico”. Missão empresarial é uma expressão desse paradigma verdadeiramente integral”, destaca.
        Serão nove palestras com preletores nacionais ou internacionais, entre eles pastor Suart Robinson, e John PasterKamp, da Holanda. Para David Botelho é importante a igreja recorrer a novas estratégias e ser uma empreendedora missionária transcultural. Ele cita como exemplo uma parceria feita entre a Igreja Adonai com aproximadamente 700 membros e de maioria adolescente e jovem que aceitou o desafio de enviar 120 jovens a Bolívia para implantar uma igreja de 1200 membros em um ano. Os recursos serão levantados com a venda de livros e o lucro será revertido para o projeto.O complemento virá dos recursos provenientes de cofrinhos. “O candidato oferecerá quatro cofrinhos a 55 amigos e familiares que os encherão no prazo de um ano, isto é, no período de treinamento que será feito na própria igreja com um intensivão mensal e outro a cada três meses em Monte Verde, sede da missão em Minas Gerais. Neste projeto inclui formar empresas que ajudarão no sustento dos candidatos no campo. Estamos prontos a cooperar com estratégias missionárias para líderes e temos um curso para ajudar que denominamos Visão Global.”

Mais informações: www.conecbrasil.com.br

domingo, 17 de junho de 2012

Festival de moda muculmana mostra outra cara da mulher islamica

Moscou, 10 jun (EFE).- O primeiro festival de moda muçulmana da Rússia tenta romper os estereótipos da mulher islâmica como pessoas escravizadas pelo rigor dos dogmas do Corão e intocável para as novas tendências.
'Queremos mostrar que a mulher muçulmana também pode se vestir bem e ser moderna, culta e bonita, ao mesmo tempo em que respeita os princípios do Corão', disse neste domingo à Agência Efe Rushán Abiásov, vice-presidente do Conselho de Muftis da Rússia.
O festival, realizado no principal centro de exposições de Moscou, reuniu hoje mais de uma dezena de desenhistas da Rússia, Cáucaso Norte, Ásia Central, Irã e países árabes.
Os vestidos, roupas para noite e longas túnicas apresentados pelas belas modelos russas, que não devem nada as que desfilam por Paris ou Milão, respeitam os princípios do Corão. 'A mulher muçulmana deve ser modesta e deixar só descoberto o rosto, as mãos e os pés. Além disso, a roupa não deve ser em nenhum caso transparente', disse.
Abiásov não nega às mulheres o direito a vestir calças jeans e roupas mais leves, embora dependa da situação e das circunstâncias.
A moda muçulmana surpreendeu os presentes, não tanto por seu atrevimento, mas pela mistura de classicismo e modernidade, tradições islâmicas e últimas tendências. Em muitos casos os tamanhos eram justos e os saltos muito altos, o que contribuía para ressaltar a elegância dos modelos expostos.
Os chapéus e lenços com estampas originais chamaram a atenção. 'Roupa sem idade. Eterna. Um vestido para cada ocasião. Romântica e extravagante', dizia a apresentadora, enquanto ao fundo tocava uma música que lembrava 'As mil e uma noites'.
A impressão do espectador é que os desenhistas buscaram na tradição uma forma de apresentar uma mulher feminina, graças à pureza do material utilizado e as cores pouco chamativas. 'Queremos mostrar a beleza do Islã. Muitas mulheres querem se vestir bonitas, mas encontrar roupa que respeite os códigos e seja bonita nem sempre é fácil', disse uma porta-voz da organização do evento.
Os organizadores do festival reconhecem que nem todos os países muçulmanos aplicam as mesmas regras e são tão rigorosos com o código de vestimenta de suas mulheres. 'Na Rússia nunca tivemos tradição de túnicas negras como no mundo árabe. As mulheres muçulmanas russas não passam o dia em casa, sem se relacionar com ninguém', acrescentou a porta-voz.
Uma das estrelas do evento foram os vestidos desenhados por uma casa de modas iraniana, muito mais conservadores que o resto dos vestidos mostrados no primeiro festival de moda muçulmana de Moscou.
'A fé é uma questão interior. Eu não sinto que tenha que esconder todo o corpo para ser uma muçulmana melhor. Por outro lado, minha irmã, mais jovem que eu, cobre o cabelo', disse à agência Efe Yulia, de 22 anos da região dos Urais.
Esta bela estudante com um longo rabo de cavalo e veste jeans apertados acredita que é possível encontrar o equilíbrio ideal entre a modernidade e os princípios do Islã. 'Quando eu tiver filhos, deixarei que eles sejam o que escolherem. Isso depende do homem muçulmano, pois há os inteligentes e outros que pensam que mostrar o cabelo é para pecadoras', disse.
Sobre o assunto, Abiásov ressalta que cada vez há mais lojas na capital russa e na internet que vendem roupa para muçulmanos. Na Rússia há mais de 20 milhões de pessoas, divididos entre as repúblicas de Tartária e Bashkiria, Cáucaso e Sibéria.
O clérigo ressaltou que os muçulmanos russos estão acostumados a conviver com cristãos e judeus, tradição de tolerância que é desconhecida por outros países onde o Islã é a única religião. EFE

terça-feira, 12 de junho de 2012

ASA irá construir 41.030 tecnologias sociais no Semiárido brasileiro




Em meio a maior seca dos últimos 30 anos, aArticulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) assinou, ontem (06/06/12), no município de São Caetano, no Agreste pernambucano, dois termos de parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome(MDS). Serão investidos R$ 138,3 milhões na construção de 41.030 tecnologias sociais que permitem à família agricultora mais resistência aos efeitos da seca. São oito tipos de implementações para guardar água para consumo humano e para produção de alimentos e criação animal. 

A cerimônia de assinatura ocorreu em plena do Semana do Meio Ambiente e teve a participação da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Tereza Campello. No início da tarde, foi realizado um ato público no centro da cidade para cerca de 1,5 mil pessoas. Antes do almoço, a ministra e sua equipe fizeram uma visita reservada à propriedade de Ivanilda Maria da Silva Torres, agricultora beneficiada pelas ações da ASA que possui duas cisternas (16 mil litros e 52 mil litros) e outras tecnologias de convivência com o Semiárido.

Os dois termos vão beneficiar diretamente 46.430 famílias agricultoras, atingindo mais de 232 mil pessoas afetadas pela seca. A ação acontecerá em todos os nove estados do Semiárido Legal (do norte de Minas Gerais até o Piauí), alcançando cerca de 230 municípios. O prazo de execução das implementações é de sete meses e envolverá cerca de 100 entidades da sociedade civil.

"A parceria representa a retomada da proposta de convivência com o Semiárido, a partir das organizações da sociedade civil em parceria direta com o governo federal. Atualmente, há agricultores que têm conseguido, apesar desta seca, manter condições dignas de vida, produzindo alimentos para consumo familiar e também para venda. Precisamos espalhar esta possibilidade para que outros agricultores também vivam com dignidade", atesta o coordenador executivo da ASA pelo estado da Bahia, Naidison Baptista.

A construção das tecnologias ocorrerá através dos dois programas da ASA: o P1MC (Programa Um Milhão de Cisternas), que fará a construção das 33.400 cisternas de 16 mil litros, que armazenam água para a família beber e cozinhar, e o P1+2 (Programa Uma Terra e Duas Águas), responsável pelas 7.630 tecnologias de captação de água para produção de alimentos e criação animal como barragem subterrânea, cisterna-calçadão, cisterna de enxurrada, tanque de pedra, barreiro trincheira e bomba d água popular. 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Manual de Sobrevivência na Selva do Exército Brasileiro



Sobrevivência na selva – instruções provisórias IP21-80. Ministério da Defesa. Exército Brasileiro. Estado-Maior do Exército. 2ª. ed. 1999. 182p. Este manual, de grande valia para missionários e mesmo professores de missões, apresenta orientações para sobrevivência em situações adversas na selva. Aborda as características de áreas de selva, com ênfase na região amazônica; conservação da saúde e primeiros socorros; animais peçonhentos e venenosos; deslocamentos na selva; proteção, alimentação e trato com indígenas.

Para baixar CLIQUE AQUI.
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E como se fosse pouco,você pode baixar também o Manual de Sobrevivência do Exército Americano (em inglês). 

Manual de sobrevivência do exército americano (U.S. Army Survival Manual). FM-2176. Headquarters Department of the Army. 1996. 564p. Este manual apresenta orientações para sobrevivência em situações adversas. Aborda aspectos psicológicos da sobrevivência; dicas sobre planejamento e preparação de kits de sobrevivência; medicamentos básicos; abrigos; localização e obtenção de água; produção de fogo; obtenção e preparo de alimentos; uso de plantas para sobrevivência; plantas e animais venenosos; instrumentos, armas e equipamentos de campo; sobrevivência em desertos; em ambientes tropicais; sob baixas temperaturas; sobrevivência no mar; travessia de corpos hídricos; técnicas de orientação; técnicas de sinalização; técnicas de movimentação em áreas hostis; camuflagem; estabelecimento de contatos com populações locais; sobrevivência em ambientes/estruturas construídas pelo homem.

Para baixar CLIQUE AQUI.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Conhecendo o mundo: Aplicativos de Geografia para Android e iPAD

Countries of the World

Aplicativo de geografia para Android


Countries of the World é uma excelente forma de estudar geografia e aprender um pouquinho mais sobre os países do mundo. Com esse aplicativo gratuito para Android, você pode descobrir muitas informações novas sobre os países e suas principais características, como idioma, população etc.

Descrição

Countries of the World downloadAprenda sobre todos os países do mundo com Countries of the World. Você pode buscar informações sobre as capiais do mundo, as religiões dos países, suas bandeiras e muitos outros itens. Você pode buscar países em um mapa interativo ou utilizando a ferramenta de busca do programa.
Além disso, Countries of the World também possui um Quiz para você testar seus conhecimentos em geografia. Para facilitar a utilização de todos as ferramentas e o manuseio do mapa, Countries of the World possui o recurso de “zoom com pinça”, onde você pode aproximar e afastar os itens na tela abrindo e fechando os dedos.
PARA BAIXAR CLIQUE AQUI.
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World Atlas HD para iPad

ld Atlas HD é um aplicativo da National Geographic, desenvolvido especificamente para iPad. Com ele, os usuários poderão ter acessos aos melhores mapas da empresa, uma das principais empresas no assunto e referência em conhecimento geográfico de todo o tipo.
National Geographic World Atlas HD downloadSe você possui um iPad e tem interesse em Geografia, World Atlas HD é um ótimo aplicativo para seus estudos e pesquisas. Com ele, em apenas alguns toques, você terá vários madas do mundo na palma da sua mão, com exibição detalhada dos vários países e continentes.
Diferente de outros aplicativos com a mesma proposta, National Geographic World Atlas HD é capaz de exibir mapas em alta resolução na tela do seu iPad, proporcionando uma capacidade incrível de detalhamento. São 3 diferentes estilos de exibição a sua escolha, permitindo que você opte por utilizar aquela que mais lhe agrada.
Caso você tenha acesso a uma conexão com a internet, World Atlas HD permite que você aproxima a visão dos mapas dos continentes, obtendo mapas com maior nível de detalhe e podendo até mesmo visualizar a sua própria casa. Além dos mapas, National Geographic World Atlas HD traz também informações sobre os países e continentes, baseadas em pesquisas recentes e informações atualizadas.

PARA BAIXAR CLIQUE AQUI.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

RELIGIÕES NO MUNDO - Pesquisa mostra que número de religiões no mundo passa de 10 mil




Pesquisa mostra que número de religiões no mundo passa de 10 mil

  Segundo a pesquisa, considerando a porcentagem da população mundial, o cristianismo no início do século passado era 34,5% da população mundial, mas perdeu terreno e agora está em 33,1%.O Boletim Internacional de Pesquisa Missionária, preparado por David Barrett, lança um olhar detalhado sobre a situação religiosa no mundo a cada ano. Barret é um conhecido professor de “missiometria” da Universidade Regent. Ou seja, ele se especializou em analisar dados sobre as religiões do mundo, em especial do trabalho missionário cristão.
 Embora saibam que é impossível ter precisão absoluta, Barrett e sua equipe mantém um banco de dados atualizado constantemente e fazem projeções usando a metodologia de especialistas em estatística. Anualmente, usam os dados que dispõe para atualizar seu relatório e fazer projeções para o futuro próximo.
 A religião cristã, por exemplo, era praticamente fixa no século XX. Havia apenas 558 milhões de cristãos no mundo em 1900. Em contraste, chegamos a cerca de 2 bilhões de cristãos na metade de 2012.
  No entanto, se considerarmos a porcentagem da população mundial, o cristianismo perdeu terreno. No início do século passado os cristãos eram 34,5% da população mundial, mas apenas 33,1% agora.Metade dos 2 bilhões de cristãos no mundo são católicos. O segundo maior “megabloco” são os cristãos afiliados a “igrejas independentes”, que têm cerca de 400 milhões de membros. Ou seja, quase o dobro dos 217 milhões de fiéis ortodoxos em todo o mundo.
  Barrett contabilizou 350 milhões de protestantes, divididos em centenas de denominações e mais 80 milhões pertencestes à comunhão Anglicana, que para muitos são um híbrido de católicos e protestantes. A tendência é que as posições desses “megablocos” dentro cristianismo mundial permaneça constante ao longo dos próximos vinte anos.
  O que mais chama atenção é como a vida cristã mudou radicalmente no século XX.Os cristãos reuniam-se em 400 000 congregações em 1900. Hoje, podem ser encontrados cerca de 3,5 milhões de templos em todo o mundo. Em 1900 havia 300 000 livros publicados sobre o cristianismo.
Em 2012, chegaremos a 5,1 milhões de títulos relacionados ao tema.
Os 3500 revistas cristãs publicadas em 1900 são uma pequena fração das 35 000 publicações cristãs impressas que circulam hoje. Em 2002, a previsão é que o número de Bíblias distribuídas seria dez vezes maior que em 1900. Em um século passamos de 5.5 milhões para 59 milhões de exemplares anuais das Escrituras ou de parte delas.
  Talvez o mais surpreendente seja o número de denominações cristãs, eram 1.900 um século atrás, e agora chegam a 35.500. O cristianismo tornou-se muito mais um fenômeno urbano do século 20. Em 1900, apenas 28% dos cristãos do mundo viviam em cidades. Este ano, mais de 58% da população cristã vive em áreas urbanas.
  A revolução das comunicações também teve um impacto dramático sobre a vida cristã. Em 1970, as organizações cristãs utilizam cerca de 1000 computadores. Hoje são 332 milhões de computadores.Atualmente, 2,5 bilhões de pessoas assistem e ouvem programas cristãos de rádio e TV todo mês, um número que deverá subir em 2025 para 3,8 bilhões. Trinta anos atrás, apenas 750 milhões tinham acesso a programas cristãos. Isso sem contar a internet, cuja audiência não pode ser medida.
   Mesmo assim, o Islã é a religião que mais cresce no mundo hoje. Dos 200 milhões de seguidores em 1900, os muçulmanos cresceram mais de 500% durante o século 20.
  As mudanças demográficas nos últimos trinta anos chama a atenção. Em 1970, havia 554 milhões de muçulmanos no mundo e 666 milhões de católicos. No ano 2000, o Islã chegou a 1,2 bilhão de seguidores, enquanto o catolicismo contabilizava 1,1 bilhão. Isso significa que, em 2025, devemos ter 1,3 bilhão de católicos em um mundo habitado por 1,8 bilhão de muçulmanos.
  O total do que Barrett chama de “religiões diferentes” cresceu de 1000, no ano de 1900, para 10 500 hoje, e deve chegar a 15 000 nos próximos 25 anos. Embora este crescimento pareça absurdo, o surgimento das novas religiões mostra que o mundo moderno não é tão ateu nem rejeita tanto assim a religiosidade quanto se pensa.
  Essas novas religiões misturam elementos da fé de cristãos, budistas, hindus, muçulmanos e outras menos expressivas. Por exemplo, a Dai Viet Nam mistura budismo, confucionismo e taoísmo, usando ao mesmo tempo a Bíblia e o Alcorão, e tendo um líder com status de “Papa”. Outro exemplo são os muçulmanos Ahmadi, os quais afirmam que Jesus escapou da cruz e morreu na Índia com 120 anos.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Programa traduz textos em linguagem de sinais

Avatar comunica-se em Libras
Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) criaram um programa de computador que traduz textos em Libras, a Língua Brasileira dos Sinais.
Partindo do texto escrito, os sinais são mostrados na tela por um personagem 3D, que os especialistas denominam de agente virtual, mas que é mais popularmente conhecido por avatar.
O personagem, que pode ser alterado de acordo com a necessidade ou conveniência do usuário, reproduz os sinais utilizados pela Libras.
"Como a figura humana é apresentada em 3D, o usuário pode aproximar ou mudar o ângulo do avatar, caso queira compreender melhor a mensagem", explica Wanessa Amaral, que criou o sistema juntamente com o professor José Mário de Martino.
Inclusão digital dos surdos
Segundo Wanessa, existem diversos trabalhos na área da computação voltados à acessibilidade.
No entanto, a maioria deles é dirigida aos cegos. Assim, já foram desenvolvidos aplicativos como leitores de tela e até calculadoras programáveis.
"Entretanto, há pouco estudo relacionado aos deficientes auditivos. Isso possivelmente está associado à impressão de que eles não enfrentam problemas nesse campo, uma vez que as informações disponíveis no computador são basicamente visuais.
"Mas não é bem assim. Pessoas que adquiriram surdez antes de terem sido alfabetizadas têm muita dificuldade em compreender material escrito em português. De certa forma, elas ficam excluídas do meio digital", explica.
Ensino de Libras
O programa interativo poderá ser importante não somente para facilitar o acesso dos surdos ao ambiente virtual, mas também para os ouvintes que desejam aprender Libras.
"É bom deixar claro que estamos apenas no começo. É o mesmo que aconteceu com a conversão texto-fala. Quando ela teve início, a voz empregada tinha aquele tom robótico. Hoje, está muito diferente.
"Nós já percebemos que precisamos aprimorar algumas coisas. O mais importante, porém, é que os testes feitos com a colaboração de deficientes auditivos comprovaram que estamos conseguindo nos comunicar via sistema. Ou seja, estamos passando a informação", disse José Mário.
"Nossa expectativa, agora, é que alguma empresa se interesse pelo licenciamento da tecnologia. Penso que a ferramenta pode ser uma forte aliada em ações que tenham como objetivo garantir maior acessibilidade aos portadores de deficiência auditiva aos recursos computacionais", conclui o professor.
Na visão do especialista, o sistema pode ser adaptado a quaisquer equipamentos computadorizados, tais como tablets e celulares.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Designer e cientista africanos juntam-se para fazer roupas antimalária

A modelo Sandy Mattei desfila com o modelo antimalária, durante um festival de moda na Universidade de Cornell.[Imagem: Mark Vorreuter]
Beleza útil
Um cientista e uma designer de moda, ambos africanos, juntaram seus talentos na luta contra malária, uma doença que se estima matar 655.000 pessoas por ano no continente.
Eles criaram uma roupa digna de um desfile de modas, que incorpora, em nível molecular, o inseticida para repelir os mosquitos infectados com a malária.
Aliás, a iniciativa só veio à tona depois que o modelito fez sucesso durante um desfile de modas, realizado nos EUA no final do mês de Abril.
Roupa repelente
Embora mosquiteiros tratados com inseticida sejam largamente distribuídos nos lares africanos para espantar os pernilongos, a nova peça de vestuário pode ser usada durante todo o dia, proporcionando proteção extra, já que o inseticida não se dissipa facilmente, como repelentes para a pele.
Além disso, a malha do tecido pode ser carregada com até três vezes mais inseticida do que o contido nas tramas dos mosquiteiros, que normalmente perdem o efeito após cerca de seis meses.
Isso foi possível graças ao uso de um material considerado estado-da-arte nananotecnologia, os MOFs, estruturas metal-orgânicas incrivelmente porosas, onde as moléculas do inseticida podem se alojar.
"As ligações inseticida-fibra do nosso tecido são muito difíceis de quebrar," disse Frederick Ochanda, natural do Quênia e atualmente estudando na Universidade Cornell. "As redes utilizadas hoje são apenas mergulhadas em uma solução, e não ligadas como no nosso tecido, e é por isso que elas perdem sua eficácia em pouco tempo."
Moda antimalária
O design do traje colorido com capuz coube a Matilda Ceesay, uma projetista de moda da mesma universidade, ela também vinda da África, mas do outro lado do continente, de Gâmbia.
A peça consiste de um traje tingido à mão em tons vibrantes de roxo, dourado e azul, e um capuz e uma capa contendo o repelente.
Ceesay e Ochanda afirmam esperar que sua iniciativa sirva como um protótipo para impulsionar novas tecnologias para combater a propagação da malária.
Ochanda disse que agora está trabalhando em um tecido que libera o repelente em resposta a mudanças na temperatura ou na luz - oferecendo usuários mais proteção à noite, quando os mosquitos estão mais ativos.
No mínimo, que esperam que a tecnologia possa ser aplicada para a fabricação de redes com proteção mais duradouras.

sábado, 5 de maio de 2012

Demografia dos povos indígenas no Brasil - E-book para download


A Scielo, criou uma biblioteca virtual para disponibilizar livros de diversas editoras universitárias. São mais de 200 livros atualmente disponíveis. 
De interesse missionário destacamos o livro Demografia dos povos indígenas no Brasil, organizado por Heloísa Pagliaro, Marta Maria Azevedo e Ricardo Ventura Santos. Esta obra de caráter interdisciplinar reúne estudos atuais sobre a demografia indígena no Brasil. O fato de ser interdisciplinar é enriquecedor, uma vez que admite a necessidade de diálogo e correlação entre os diferentes campos do saber, como a demografia, a antropologia e a epidemiologia, que tratam de um assunto para dizer no mínimo desconhecido da maioria da população leiga: onde estão e quem são os índios do Brasil? É a partir dessa tentativa de diálogo que os autores procuraram reunir nesta obra artigos que versam sobre diferentes temas como fecundidade, comportamento reprodutivo e mortalidade de populações indígenas.

Para baixar o livro, clique AQUI.

E visite a biblioteca da SciELO: http://books.scielo.org/

terça-feira, 1 de maio de 2012

Um sistema de purificação de água de grande eficiência energética


Um sistema de purificação de água  de grande eficiência energética e custo razoável que está sendo usado em um campo do Chile poderá um dia fornecer água potável para milhões de pessoas nos países subdesenvolvidos.

Criado por cientistas Chilenos, o sistema limpa a água contaminada ao atingi-la com partículas ionizadas, tornando-a potável.

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