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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Google Noto: A primeira tipografia (fonte) universal

Thoughtful guy in a white T-shirt



 Imagem: Fotolia
http://www.designculture.com.br/


O mundo nunca esteve tão focado em resolver problemas. O design tem sido a principal ferramenta para tal. Através do dele, já foi possível resolver problemas em indústrias, tecnologias, no espaço urbano e até na sociedade. Desta vez, o alvo é uma das coisas mais valiosas para o ser humano: a linguagem escrita. Como torná-la global?
Pensando nisso, o Google e a Monotype estão realizando um marco na história. As duas empresas se juntaram para criar Noto, uma tipografia que está em desenvolvimento há mais de 5 anos.  O novo tipo já pode ser usado em 100 sistemas de escrita diferentes e está disponível em 800 idiomas. Sem erros, sem bugs e com todos os acentos que você puder imaginar.
O FIM DO TOFU
Calma, não vão acabar com o queijo de soja. De acordo com o site da Monotype, “O Google enviou para nós um briefing direto: ‘sem mais tofu’ – tofu sendo o apelido para a aquelas caixas brancas, que são mostradas quando um computador ou site não possui suporte de fonte para um tipo particular de caractere. Clique aqui para ver um exemplo. Daí veio o nome do projeto, ao juntar duas sílabas do pedido “no more tofu”. a
mt_noto_languages_100writingsystems
malayalam-devanagari
O objetivo do Google Noto é tornar a comunicação mais fácil entre todos os dispositivos do mundo. Bob Jung, especialista em internacionalização do Google, diz que a sua visão é de manter a informação sempre viva. “Se tratando de idiomas menos utilizados, línguas mortas e outros que só existem para fins acadêmicos, nós acreditamos que é muito importante preservá-los”. O Latim (aquele do Lorem Ipsum, manja?) e o Copto são duas línguas mortas, mas que foram inclusas na família do Google Noto. O Noto também suporta símbolos, emojis e caracteres musicais.
“É difícil para mim ter uma noção de quantas pessoas realmente utilizarão isso, ou conseguirão se comunicar em várias linguagens com seus idiomas nativos, que conseguirão traduzir e preservar suas culturas. Acho que este trabalho tem um significado duradouro para o futuro da comunicação digital.” disse Steve Matterson, designer da Monotype.
Louco pra baixar o Noto? É só clicar aqui e você terá acesso a toda família desta tipografia que veio para revolucionar a comunicação.

domingo, 27 de setembro de 2015

O alfabeto mais longo do mundo

Você sabe qual é o alfabeto mais longo do mundo?
É o Khmer, ou Cambojano, com 68 caracteres. É o idioma oficial do Camboja e é falado por mais de 25 milhões de pessoas – entre cambojanos, tailandeses, vietnamitas e alguns chineses. São 33 consoantes, 24 vogais, 11 independentes vogais (não precisam das consoantes e podem formar palavras monossilábicas) – e ainda temos os números!
Cambodian Alphabet: Khmer ConsonantsCambodian Alphabet: Khmer VowelsCambodian Alphabet: Khmer Numerals
Por incrível que pareça, é uma língua relativamente fácil de aprender. Em Khmer, os verbos e os nomes não são flexionados (não há verbos irregulares e a maioria dos nomes não contém sufixos, prefixos, derivações ou flexões de gênero, número ou grau), a conjugação é simples e as palavras não tem singular nem plural. Claro que não seria brincadeira memorizarmos esses símbolos todos, principalmente para nós que já estamos acostumados com o nosso ABC.
Veja como fica a palavra ‘professor’ (ou ‘professora’) em Khmer: គ្រូបង្រៀន
Oi ou Olá escreve-se ជំរាបសួរ e pronuncia-se  /shumripsua/ (formal) e /sousdei/ (informal).
Fácil não é?
Há alguns outros idiomas com longos alfabetos, mas para ser chamado “alfabeto”, tudo depende se o símbolo representa uma palavra, uma sílaba ou um fonema. Nem todas as formas de escrita são representadas por um alfabeto, alguns são chamados sistemas de escrita logográficos (Chinês, Japonês, Coreano) ou silábicos (Cherokee). No “verdadeiro” alfabeto, cada caractere ou letra deve representar um fonema e as vogais tem o mesmo status que as consoantes.
Deixemos a teoria de lado e vejamos mais alguns exemplos, só por curiosidade: o Thai possui 44 consoantes e 15 símbolos para as vogais; o antigo eslavo tem 43 letras; o !Xu falado pelos Ikung na Namíbia, Botswuana e Angola tem mais de 100 símbolos, o Cherokee tem 85 e o Yi, usado apenas para escrita das línguas Yi, tem mais de 800 símbolos.
De repente, eu fiquei muito feliz e satisfeita com o nosso maravilhoso alfabetinho de apenas 26 letrinhas. Right?
Leia mais sobre a Língua Khmer: https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_khmer

sábado, 29 de agosto de 2015

OS 5 ALFABETOS MAIS 'BONITOS' DO MUNDO


Desde os primeiros alfabetos, nascidos nos arredores da Mesopotâmia por volta de 2000 A.C., incontáveis sistemas de escrita, das mais diversas línguas e culturas, floresceram e padeceram na Terra. O exemplo mais clássico talvez seja o egípcio: uma civilização evoluída em vários campos do conhecimento, geograficamente vasta, que materializou seu legado em imponentes realizações arquitetônicas e um famoso sistema de escrita cuneiforme… que até hoje não conseguimos decifrar direito.
De uns tempos pra cá (2500 anos, mais precisamente), o alfabeto latino se popularizou a ponto de escantear e até extinguir os sistemas de escrita dos povos dominados pelos romanos, e pelos povos que deles descenderam. No entanto, ainda que seja o alfabeto mais usado no planeta, é a forma de comunicação escrita de menos de três quartos da humanidade. Mais de dois bilhões de pessoas ainda escrevem em outros formatos, e muitos deles impressionam pela beleza quase artesanal. Abaixo, conheça cinco dos alfabetos mais belos do mundo, e as razões pelas quais provavelmente eles vão se extinguir antes que você aprenda a lê-los.
1

Birmano (Myanmar)

O alfabeto birmano (da antiga Birmânia, moderna Myanmar) é composto por formas circulares que devem ser desenhadas sempre em sentido horário. A escrita hipnotizante tem uma razão mais prática que estética: as folhas de palmeira, nas quais as letras eram tradicionalmente entalhadas, seriam facilmente rasgadas por traços retos. Ainda que menos ameaçado que outros alfabetos dessa lista, o birmano tem cada vez mais ficado relegado a liturgias, enquanto, no uso cotidiano, é substituído pelo híndi e até pelo latino. Myanmar, que até pouco restringia o turismo estrangeiro, recentemente abriu suas fronteiras para visitantes, e deixou o seleto grupo de países nos quais não se vende Coca-Cola (ainda restam a Coréia do Norte e, discutivelmente, Cuba) / Foto: BBC.
2

Geórgio (Geórgia)

Espremida entre a Turquia e a Rússia, a Geórgia tem uma língua e um alfabeto próprios, que perduram sob fortes ameaças. No último século, a política imperialista russa tomou mais da metade da área original da Geórgia, e as atuais pressões para que o pequeno país ceda a independência para algumas porções de seu território indicam que cada vez menos caucasianos estarão falando e escrevendo em geórgio, e cada vez mais estarão falando russo e escrevendo pelo alfabeto cirílico. O desejo russo de controlar os oleodutos que passam pela Geórgia também ameaçam a soberania cultural local. É uma pena: o alfabeto geórgio tem uma elegância que remete ao árabe, combinada com uma simplicidade quase infantil expressa pelas curvas arredondadas.
3

Cingalês (Sri Lanka)

Considerado um dos alfabetos mais extensos do mundo, o cingalês possui mais de 50 fonemas, ainda que só 38 sejam usados com frequência na escrita contemporânea. Continua sendo ensinado em monastérios budistas e escolas, e é a língua-mãe de mais da metade dos 21 milhões de habitantes de Sri Lanka. A improbabilidade de que você aprenda a lê-lo se deve mais a sua baixa relevância geográfica (uma vez que praticamente só é usado na ilha de Sri Lanka) que às ameaças por ele sofridas. Restrito a uma porção de terra cercada de água, o cingalês tem boas chances de sobreviver por mais algum tempo, ainda que a tendência, daqui pra frente, é a de que seu uso só diminua.
4

Tagalogue (Filipinas)

Originado das línguas indianas, o tagalogue era o sistema de escrita dominante nas Filipinas até a chegada dos espanhóis. A colonização primeiro modificou preceitos do alfabeto: antes escrito de baixo pra cima, passou a correr da esquerda para a direita. Mais tarde, o espanhol foi denominado a língua oficial do país, numa imposição cultural devastadora para o antigo alfabeto. Ainda que o filipino (uma mistura de línguas locais antigas com o espanhol) tenha sido designado como língua co-oficial, em 1973, o idioma passou a ser expresso pelo alfabeto latino. A escrita tagalogue sobrevive, hoje, pelo menos segundo as autoridades. Na prática, seu destino deve ser parecido com o dos mais de 120 dialetos locais que, pouco a pouco, vão desaparecendo pelo país.
5

Hanacaraka (Indonésia)

Desenvolvido na ilha mais populosa do arquipélago indonésio como forma de comunicar o idioma javanês, a escrita hanacaraka foi se disseminando para ilhas vizinhas e incorporando variações regionais. Com a popularização das prensas, tentou-se insistentemente padronizar o alfabeto nos séculos XIX e XX, mas esses esforços foram subitamente interrompidos pela ocupação japonesa na Indonésia, no meio da segunda guerra mundial, durante a qual o uso do hanacaraka foi expressamente proibido. Desde então, o alfabeto tem sido suplantado pelo latino, ainda que o governo local tenha preservado seu uso em placas de trânsito, e tornado o seu ensino obrigatório em algumas escolas. Para conhecer o hanacaraka pessoalmente, a recomendação mais prudente é que você pegue logo um vôo para Jakarta. Antes que seja tarde demais. 

terça-feira, 21 de abril de 2015

O alfabeto tibetano


A Escrita tibetana é um abugida originado da família Brahmi usada para escrever a língua tibetana bem como as línguasbutanesa, siquim, ladakhi e por vezes a balti. A forma impressa da escrita é denominada escrita uchen (tibetano: དབུ་ཅན་; Wylie: dbu-can; "com uma cabeça") enquanto que a escrita cursiva a mão e usada no dia a dia é chamada escrita umê script (tibetano: དབུ་མེད་; Wylie: dbu-med; "sem cabeça").

História[editar | editar código-fonte]

O alfabeto tibetano foi composto no século VII pela tradução de textos sagrados do budismo. Derivado das escritas cursivas utilizadas nessa altura na Índia central, foi composto com um manifesto cuidado de simplificação, graças a um rigoroso conhecimento da fonética. A criação foi atribuída a Thonmi Sambhota, ministro do primeiro rei tibetano convertido ao budismo, que teria trazido, em livros sagrados, estas escritas das Índias.

Essa escrita está intimamente ligada à etnia tibetana, porém, é também usada por línguas tibetanas faladas no Butão, em partes da Índia e do Nepal e mesmo no Paquistão.1Além disso, a escrita tibetana influenciou a criação de outras escritas como a limbu e lepcha2 e a ’phags-pa.2 . A escrita tibetana apresenta muitas formas romanizadas.3

Descrição[editar | editar código-fonte]

"Escrita Tibetana"
A escrita Tibetana tem 30 consoantes, também conhecidas como radicais.
ཀ kaཁ khaག gaང nga
ཅ caཆ chaཇ jaཉ nya
ཏ taཐ thaད daན na
པ paཕ phaབ baམ ma
ཙ tsaཚ tshaཛ dzaཝ wa (não era originalmente parte do alfabeto)4
ཞ zha 5ཟ zaའ 'a 6
ཡ yaར raལ la
ཤ sha 5ས saཧ ha 7
ཨ a
Texto policrômico à esquerda do centro é o mantra primário do Budismo tibetano,Sânscrito – IAST “Om Mani Padmeṃ"
Como ocorre como na maior parte das línguas Indianas, cada consoante inclui uma vogal /a/ inerente. Um aspecto único da escrita tibetana é que as consoantesa podem ser escritas simplesmente como radicais, ou podem ser escritas de outras formas, como, por exemplo, com sobrescritos e subscritos.A posição sobrescrita sobre o radical é reservada para as consoantes (sons) r, l, s, enquanto que as posições subscritas sob o radical é para as consoantes y, r, l, w. Para entender como isso funciona, pode-se observar o radical do carácter "ka" ao se tornar "kra" ou "rka". Em ambos os casos, o símbolo para "ka" é usado, mas quando o R está entre aconsoante e a vogal, é adicionado um subscrito. Por outro lado, quando o R vem antes do conjunto consoante + vogal, adiciona-se um sobrescrito.(Conf. Daniels) R realmente muda de forma quanto está acima da maior parte das outras consoantes; assim temos རྐ rka. Há, porém, uma exceção a isso no grupo consonantal རྙ rnya. De forma similar, as consoantes w, r, y mudam sua forma quando estão junto a outras consoantes - ཀྭ kwa; ཀྲ kra; ཀྱ kya.
Além de serem escrita com sobre e subscritos, algumas consoantes podem também ser pocionadas em posições de pré-escritas, pós-escritas ou mesmo pós-pós-escritas. Por exemplo, as consoantes g, d, b, m, ’a ("’a chung") podem ser usadas em posição pré-escrita, à esquerda, de outros radicais, enquanto que a posição após o radical (pós-escrita) pode ser tomada por dez das consoantes ( g, n, b, d, m, ’a, r, n̄, s, l. A terceira posição, a pós-pós-escrita, é usada somente para as consoantes d e s (Conf. Daniels).
As vogais usadas na escrita tem os sons a, i, u, e, o. A vogal a é inerente a cada dos radicais de consoantes, mas as demais devem ser indicadas por marcas (diacríticos). Assim: ཀ ka, ཀི ki, ཀུ ku, ཀེ ke, ཀོ ko. As vogais i, e, o são posicionadas sobre a consoante como diacríticos, enquanto que a vogal u é posicionada sob a consoante (conf. Daniels). No Tibetano antigo havia o diacrítico gigu 'verso' de significado desconhecido. Não há distinção ente vogais longas e curtos no tibetano antigo, exceto para palavras externas à língua, em especial aquela vindas di Sânscrito.
No sistema Tibetano de escritas as sílabas são escritas da esquerda para a direita 8 As sílabas são separadas por um “tseg” (་); Como muitas palavras Tibetanas são monossilábicas, essas marca é por vezes não usada, sendo substituída por um espaçor para separação de palavras.
Mesmo que alguns dialetos Tibetanos apresentem Tons, como a língua em si própria não tinha esses tons quando da criação da escrita, os mesmos não são expressos na escrita. Como os tons se desenvolveram a partir de característcas segmentais, eles podem ser inferidos pela também ser identificados nas palavras tibetanas. Como nas outras escritas indianas, dígrafos consonantais são por vezes feitos caracteres um sobre o outro na vertical. Infelizmente, algumas fontes para informática não atendem a essa caracterísca da escrita Tibetana, não podendo ser aqui apresentados de forma correta.

Transliteração do Sânscrito[editar | editar código-fonte]

Conforme o IAST

Vogais[editar | editar código-fonte]

DevanagariIASTTibetanoSinais dependentes de vogais DevanagariIASTTibetanoSinais dependentes de vogais
अaཨ औauཨཽཽ
आāཨཱཱऋṛརྀྲྀ
इiཨིིॠṝརཱྀཷ
ईīཨཱཱིིऌḷལྀླྀ
उuཨུུॡḹལཱྀཹ
ऊūཨཱཱུུअंaṃཨཾཾ
एeཨེེअँཨྃྃ
ऐaiཨཻཻअःaḥཨཿཿ
ओoཨོོ 

Consoantes[editar | editar código-fonte]

DevanagariIASTTibetano DevanagariIASTTibetano
कkaཀदdaད
खkhaཁधdhaདྷ
गgaགनnaན
घghaགྷपpaཔ
ङṅaངफphaཕ
चcaཙबbaབ
छchaཚभbhaབྷ
जjaཛमmaམ
झjhaཛྷयyaཡ
ञñaཉरraར
टṭaཊलlaལ
ठṭhaཋवvaཝ
डḍaཌशśaཤ
ढḍhaཌྷषṣaཥ
णṇaཎसsaས
तtaཏहhaཧ
थthaཐक्षkṣaཀྵ
As consoantes retroflexas "cerebral" do Sânscrito ट ठ ड ण ष (ṭa, ṭha, ḍa, ṇa, ṣa) são representadas pela reversão das letras ཏ ཐ ད ན ཤ (ta, tha, da, na, sha) para ter-se ཊ ཋ ཌ ཎ ཥ (Ta, Tha, Da, Na, Sa).
È um regra clássica de transliteração च छ ज झ (ca cha ja jha) para ཙ ཚ ཛ ཛྷ (tsa tsha dza dzha), respectivamente. Atualmente, ཅ ཆ ཇ ཇྷ (ca cha ja jha) também podem ser usados.

Unicode[editar | editar código-fonte]

Bloco em Unicode Tibetano é U+0F00–U+0FFF.9 Esse inclui letras, dígitos, várias pontuações e símbolos especiais usados em textos religiosos.

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. Ir para cima↑ Chamberlain 2008
  2. ↑ Ir para:a b Daniels, Peter T. and William Bright. The World’s Writing Systems. New York: Oxford University Press, 1996.
  3. Ir para cima↑ Ver, por exemplo [1]
  4. Ir para cima↑ No antigo Tibetano não há letra w, que era, porém, um dígrafo para 'w.
  5. ↑ Ir para:a b No caso de Zh e Sh, o h significa palatização.
  6. Ir para cima↑ O h ou apóstrofo (’) geralmente significa aspiração.
  7. Ir para cima↑ A letra h isolada implica fricativa glotal surda.
  8. Ir para cima↑ Asher, R. E. ed. The Encyclopedia of Language and Linguistics. Tarrytown, N. Y.: Pergamon Press, 1994. 10 vol.
  9. Ir para cima↑ Unicode block U+0F00 – U+0FFF; Tibetan script.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Em inglês
  • Asher, R. E. ed. The Encyclopedia of Language and Linguistics. Tarrytown, N. Y.: Pergamon Press, 1994. 10 vol.
  • Beyer, Stephan V. (1993). The Classical Tibetan Language. Reprinted by Delhi: Sri Satguru.
  • Chamberlain, Bradford Lynn. 2008. Script selection for Tibetan-related languages in multiscriptal environments. International Journal of the Sociology of Language 192:117-132.
  • Csoma de Kőrös, Alexander (1983). A Grammar of the Tibetan Language. Reprinted by Delhi: Sri Satguru.
  • _____ (1980–1982). Sanskrit-Tibetan-English Vocabulary. 2 vols. Reprinted by Delhi: Sri Satguru.
  • Daniels, Peter T. and William Bright. The World’s Writing Systems. New York: Oxford University Press, 1996.
  • Das, Sarat Chandra: “The sacred and ornamental characters of Tibet”. Journal of the Asiatic Society of Bengal, vol. 57 (1888), pp. 41–48 and 9 plates.
  • Das, Sarat Chandra (1996). An Introduction to the Grammar of the Tibetan Language. Reprinted by Delhi: Motilal Banarsidass.
  • Jäschke, Heinrich August (1989). Tibetan Grammar. Corrected by Sunil Gupta. Reprinted by Delhi: Sri Satguru.

Referências externas[editar | editar código-fonte]

Placa de resgistro de veículo deJammu e Caxemira, em escritas Latina e Tibetana

Referências Unicode[editar | editar código-fonte]

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