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sábado, 11 de abril de 2026

Biblioteca Missionária Virtual: Site reúne recursos gratuitos

 


Uma boa notícia para os engajados em missões: Todo o acervo de recursos (e-books, revistas, cartazes, jogos etc.) do ministério Veredas Missionárias agora está reunido em um site especial, a Biblioteca de Missões. Ficou muito mais fácil, rápido e prático encontrar materiais de seu interesse, e baixar gratuitamente o que quiser. Acesse, salve e compartilhe este link:

 

https://bibliotecademissoes.com/

  

Se você possui blog ou site, insira o link da Biblioteca em sua lista de links.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Almanaque do Promotor de Missões: Mais de 1.000 páginas de recursos para promover missões, em e-book GRATUITO


Espero que o título deste livro não tenha lhe assustado, meu irmão, minha irmã. Se você não é diretamente ou mesmo perifericamente engajado, ligado ou interessado na obra missionária, pode concluir que este é um livro de nicho, um livro para especialistas. De maneira nenhuma. Este é um livro para todo cristão. Pois missões é trabalho para todos, sem exceção; é o motivo de todos aqui ainda estarmos, coração e motor do que chamamos de igreja.

Todo cristão está sob a ordem e de posse do mandato de ir – comunicar a boa nova a todos quanto possa. Mas, na prática, demandas da vida e desígnios de Deus estabelecem que nem todos cheguem a ir – no sentido verdadeiramente missionário do termo, que é ultrapassar fronteiras geográficas e/ou culturais em direção aos que pouco ou nada sabem de Cristo.

Ainda que nem todo cristão possa ser aquele que especificamente vai, todo cristão – e aqui não há escapatória – precisa ser um incentivador de que se vá, de quem vá, de que se envie e sustente alguém. Logo, todo cristão precisa ser inescapavelmente um mobilizador, um promotor de missões.

Ao longo dos anos, temos publicado livros gratuitos, tais como: Teatro MissionárioPoesia Missionária (3 volumes); Hinário Hinos MissionáriosDinâmicas MissionáriasSermões MissionáriosIlustrações Missionárias e até Citações Missionárias (ufa!). Tais livros, seus títulos não negam, possuem como tema a missão cristã.

Assim, de que trata então o presente livro? Seria um apanhado do melhor de cada uma das coletâneas anteriores? Não, não é este o caso, amigo leitor. Temos aqui apenas MATERIAIS INÉDITOS, inéditos no sentido de não terem entrado nos volumes citados; assim, disponibilizamos à igreja ainda mais dinâmicas, representações teatrais, poemas, ilustrações e esboços de sermão. Gêneros que por si só dariam para compor novas obras individuais, mas que achamos por bem reunir num único volume. Um compêndio, um manual, um almanaque.

Usufrua desta obra com sabedoria, adapte os recursos às suas necessidades – e compartilhe-a com quantos cristãos você puder.

Que as manhãs, o transcurso dos dias e as noites encontrem em seus lábios e em suas ações a palavra Maranata (vem, Senhor Jesus!), e que, doando-se de todas as formas por cumprir a Grande Comissão, você possa ver a obra concluída e tal palavra se cumprir, no retorno do Rei.

Sammis Reachers, editor


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Disponível também em:

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sábado, 16 de agosto de 2025

E-book gratuito: 450 Citações do teólogo e missionário Stanley Jones

 

 

Eli Stanley Jones (1884—1973) foi um missionário protestante, teólogo e autor norte-americano que dedicou sua vida ao trabalho evangelístico na Índia. Stanley chegou a ser chamado por veículos de mídia de “o maior missionário do mundo”, mas definia-se a si mesmo como um evangelista. Seu esforço de contextualização e promoção do cristianismo entre culturas orientais e seu ímpeto em busca da unidade cristã em prol da Grande Comissão encantaram e mobilizaram a muitos, não sem escandalizar a alguns. Sua luta contra o preconceito racial e social transcendeu fronteiras e religiões, influenciando líderes como Martin Luther King Jr., que se inspirou em sua biografia de Gandhi — de quem Jones fora amigo — para adotar a não-violência no movimento dos direitos civis.

Seus muitos livros — mais de 25 títulos —, alguns dos quais best-sellers, redundaram em lucros revertidos para a obra. Fiel aos preceitos de John Wesley, Jones foi incansável em pregar, em doar, em arder. Pregou mais de 60.000 sermões durante sua vida. Estadista do Reino de Deus, Jones foi um cristão global de fato e direito, décadas antes deste termo fazer sentido.

Num tempo (ou numa sucessão de séculos!) de tantos teólogos preocupados apenas com o teologar, seguros em suas cátedras, púlpitos e urbes, sem maior ou ao menos inteiro compromisso com a Grande Comissão — observe a sua estante, é o caso de mais deles do que você imagina — o exemplo colossal de Jones é um modelo a ser admirado e replicado, se tivermos almas à altura do chamado que pesa sobre todos nós.

Neste e-book GRATUITO, apresentamos um apanhado do pensamento de Jones, na forma de 450 trechos (citações), coligidos de diversos de seus livros.

LEIA E COMPARTILHE!

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O e-book também está disponível em:

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domingo, 5 de fevereiro de 2023

Mobilize sua igreja para missões com o livro CITAÇÕES MISSIONÁRIAS

 


Conecte-se com a sabedoria de mais de uma centena de autores e inspire-se com mais de 2.000 citações missionárias! 

Prepare-se para mergulhar em uma riqueza de pensamentos e reflexões que irão tocar seu coração e renovar sua fé. Com nosso novo livro de citações, você terá acesso a uma coleção poderosa de palavras que o levarão em uma jornada emocionante e transformadora. E ao mesmo tempo em que alimenta sua alma, você estará fazendo a diferença na vida de outras pessoas. Ao adquirir o livro por apenas R$ 40,00, você estará apoiando a agência missionária SEMADEC • São Gonçalo/RJ - filiada à AMTB - a levar amor e esperança a lugares carentes do nosso país. O frete já está incluso, basta escolher o método de pagamento que preferir: 

Pixsreachers@gmail.com (em nome de Sammis Reachers Cristence Silva) 

ou Depósito BancárioCaixa Econômica Federal, agência 1337, Conta poupança 00036276-7, Operação 013 

Em seguida, precisa enviar comprovante do pix/depósito e o seu endereço para a remessa, seja para o e-mail acima ( sreachers@gmail.com ), ou para o meu Whatsapp: 21 98766-5576.

Não perca mais tempo, adquira já o seu livro de citações missionárias e prepare-se para uma jornada emocionante e transformadora.

Confira os temas abordados na obra:

AVIVAMENTO – BATALHA ESPIRITUAL – BÍBLIA – CHAMADO E DECISÃO – CONTEXTUALIZAÇÃO – DISCIPULADO – ENVIADORES E MANTENEDORES – ESPÍRITO SANTO – ESPIRITUALIDADE – EVANGELIZAÇÃO – FAMÍLIA E RELACIONAMENTOS – GRANDE COMISSÃO – IDE – IGREJA – JESUS – LITERATURA – MARTÍRIO – MINISTÉRIO      – MISSÃO, MISSÕES – MISSIO DEI – MISSIOLOGIA – MISSIONÁRIOS – MISSÕES DE CURTO PRAZO – MISSÕES URBANAS – MOBILIZAÇÃO MISSIONÁRIA – MOTIVAÇÃO – NÃO ALCANÇADOS – OBRAS DE MISERICÓRDIA (CARIDADE; AÇÃO E JUSTIÇA SOCIAL) – ORAÇÃO – PASTORES E LÍDERES – PERGUNTAS REINCIDENTES – PERSEGUIÇÃO – PERSEVERANÇA – PREGAÇÃO / PROCLAMAÇÃO – PREPARO MISSIONÁRIO – PROVIDÊNCIA DIVINA – QUEBRANTAMENTO – RENÚNCIA (SOFRIMENTO, SACRIFÍCIO) – SERVIÇO (MORDOMIA CRISTÃ) – TEOLOGIA – TESTEMUNHO – UNIDADE (COLABORAÇÃO NA MISSÃO, COMUNHÃO) – URGÊNCIA – VOCAÇÃO.







domingo, 25 de fevereiro de 2018

Linguista afirma ter encontrado 14 formas de amor ao redor do mundo

casalDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionO linguista britânico estuda a forma como diferentes línguas tratam do amor
Laís Modelli - http://www.bbc.com/portuguese/
Há muitas formas de amar e ser amado. Pelo menos é isso o que o linguista britânico Tim Lomas, professor de Psicologia Positiva na Universidade do Leste de Londres, afirma ter descoberto e catalogado a existência de, pelo menos, 14 tipos de amor divididos em quatro categorias distintas.
O britânico pesquisa, desde 2015, palavras que descrevem experiências emocionais positivas de diversos idiomas, traduzíveis ou não para o inglês. Lomas estudou o vocabulário de cerca de 50 idiomas e reuniu mais de mil termos.
Ainda neste semestre, o linguista publicará no Reino Unido dois livros sobre suas pesquisas de lexicografia das emoções.
O primeiro sairá em maio e apresentará ao leitor a tradução de "felicidade" ao redor do mundo (Translating Happiness: A Cross-Cultural Lexicon of Well-Being, ou Traduzindo a felicidade: um léxico multicultural do bem-estar); o segundo livro será um dicionário de sentimentos e emoções positivos (The Happiness Dictionary: Words from Around the World to Help Us Lead a Richer Life, ou O dicionário da felicidade: palavras do mundo inteiro que nos ajudam a ter uma vida mais rica), que será publicado em junho.
O interesse do autor agora é catalogar a maneira como o amor é descrito em nessas línguas. Até o momento, Lomas encontrou mais de 600 palavras em inúmeros idiomas que se referem ao ato de amar e que não têm tradução para o inglês - a língua mais falada do nosso tempo.
Mas, afinal, o que é o amor?
Tim Lomas
Image captionO especialista Tim Lomas não dá uma resposta fechada sobre "o que é o amor" | Foto: Tim Lomas
"Sem dúvida, não existe nenhuma palavra que dê conta da ampla gama de sentimentos e experiências que envolve o amor", se esquiva Lomas da resposta.
Ou seja, a pesquisa de Lomas conclui que o vocabulário de cada povo pode expressar uma maneira específica de amar e se falar de amor naquela cultura.
No português, por exemplo, sentimos "saudade" quando não estamos perto da pessoa amada, do nosso "xodó". Também pedimos "cafuné" e dizemos que nos "apaixonamos" antes de dizer que, enfim, amamos alguém. Esse é o jeitinho único do brasileiro de falar e descrever o amor, já que "saudade", "xodó", "cafuné" e "apaixonar" nem sempre têm uma única palavra equivalente ou tradução para outras línguas.
Como explicar para seu amigo alemão porque sua mãe te chama de xodó e que paixão, para nós, é um verbo, apaixonar?

Os sabores do amor

Durante toda a entrevista, o pesquisador - simpático e hábil no uso das palavras - enfatizou que são "pelo menos" 14 tipos de amor, pois que não se trata de um esquema fechado e definitivo. Segundo Lomas, o amor é a emoção mais apreciada, falada e procurada ao redor do mundo, fazendo com que seja tarefa quase que impossível identificar todas as formas possíveis de amar.
Aliás, o linguista não usa a palavra "forma" ou "tipo" em sua pesquisa, publicada recentemente no Journal for the Theory of Social Analysis, mas sim "flavours", ou sabores. O pesquisador explica que prefere usar a metáfora de "sabores" do amor para demonstrar que cada situação pode envolver uma ou mais formas de amor.
"Um dado relacionamento não é exclusivamente só um 'tipo' de amor. Por exemplo, um relacionamento romântico pode entrever vários desses tipos. A metáfora dos sabores nos permite apreciar que um relacionamento possa misturar vários sabores para criar um 'gosto' único", afirma Lomas.
Família sorrindoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionO amor aos familiares e aos filhos tem uma palavra específica em grego
O linguista também explica que, para compor a lista dos "sabores", nomeou cada forma com termos gregos intraduzíveis para outros idiomas.
"Essas palavras podem revelar fenômenos (relacionados ao amor) que foram negligenciados ou subestimados em uma cultura", explica.
Em outras palavras, o linguista defende que para percebermos que um sentimento existe e que ele é diferente de outros que já conhecemos, é preciso que saibamos nomeá-lo. Por isso a especial atenção do pesquisador em nomear cada forma de uma maneira específica.

Além do romântico

Para demonstrar a complexidade de sentimentos, emoções e situações que envolve o amor, o linguista agrupou os 14 tipos em quatro categorias diferentes:
A primeira categoria abarca as formas impessoais de amor, "sabores" do amor que não estão relacionadas a pessoas, mas aos sentimentos de pertencimento e de identificação que estabelecemos com lugares, objetos e atividades:
"Érōs" - o amor por objetos que apreciamos;
"Meraki" - amor por determinadas ações e atividades;
Casal na praiaDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionO amor romântico ou erótico é só um dos vários tipos descrito pelos gregos
"Chōros" - o amor que sentimos por determinados lugares, especialmente pelos que chamamos de "lar".
A segunda é a categoria do amor não romântico, que diz respeito aos sabores de amor estabelecido entre pessoas e por nós mesmos:
"Storgē" - o amor que protege, educa e cuida da família;
"Philia" - o amor que forma os laços que estabelecemos com os amigos;
"Philautia" - o amor por nós mesmos, capaz de construir nossa autoestima e a noção de autocuidado.
O amor romântico é a terceira categoria e abriga mais sabores de amor, inclusive um sabor azedo de se amar: a "Mania", que representa o amor nos problemas gerados pela dependência e intimidade com o outro. Há mais quatro sabores de amor romântico:
"Epithymía" - é a forma do amor nos desejos sexuais e nas paixões românticas;
"Paixnidi" - amor romântico por nossos afetos;
"Prâgma" - é o amor presente nos relacionamentos duradouros;
"Anánkē" - é a forma mais abstrata, pois se refere ao amor à primeira vista, um amor por alguém que acabamos de conhecer e que não conseguimos evitar.
Por último, há as formas transcendentais de amor, em que o ato de amar é capaz de reduzir nossas próprias necessidades e preocupações em razão do outro e do coletivo:
"Agápē" - o amor relacionado à caridade e à compaixão desinteressada;
"Koinōnía" - o amor que leva a autoabnegação temporária quando nos conectamos com um grupo, com o coletivo;
Inscrições em pedra do grego antigoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image caption"Granularidade" é o quanto uma língua consegue ter palavras específicas para cada caso
"Sébomai" - é o amor que se refere a um tipo de devoção por uma divindade ou por crer em algo.

A língua do amor

Há quem diga que a língua do amor é o inglês, por causa de autores como William Shakespeare, Jane Austin, Lord Byron e mais uma lista extensa de poetas e dramaturgos ingleses. Há quem defenda que a sonoridade do italiano, do francês e do espanhol fazem dessas as verdadeiras línguas do amor. Mas para Lomas, o idioma do amor é o grego.
"Em algumas línguas, há uma grande granularidade para se referir ao amor, permitindo uma diferenciação mais específica entre os diferentes tipos", afirma o pesquisador.
Ao falar em "granularidade" de uma língua, o linguista se refere ao que a ciência chama de "granularidade das emoções", que representa a capacidade de uma pessoa de usar várias palavras para descrever uma emoção com precisão. Segundo a Psicologia, pessoas que possuem um vasto vocabulário emocional, por exemplo, tendem a ter uma maior capacidade de lidar com os sentimentos.
Nesse sentindo, a língua com uma maior granularidade referente ao amor é o grego, segundo Lomas. Daí ter recorrido ao complicado idioma para nomear as 14 formas de amor de sua pesquisa.
Quando questionado qual língua, em contrapartida ao grego, fornece menos nuances para expressar o amor, Lomas rebate: "Essa é uma questão complicada". Ao insistir na pergunta, o linguista reflete sobre o vocabulário inglês.
Gravura de Lord ByronDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionO poeta Lord Byron (1788-1824) foi um dos principais autores do romantismo
"O fato de que o inglês tem uma única palavra para descrever inúmeras experiências faz com que seja fácil para seus falantes expressar o amor, já que as pessoas podem usar apenas 'love' para se referir a múltiplos contextos, sem ter que pensar em termos mais específicos para cada situação", explica o britânico.
"Por outro lado, a baixa granularidade do inglês também pode gerar maior dificuldade em seus falantes de se fazerem entendidos, pois, em várias situações, é preciso conseguir explicar o 'tipo' de amor que estamos falando."
Isso faz dos nativos da língua inglesa povos pouco românticos ou que amem menos?
"Afirmar isso é dar um poder determinista às línguas. Eu acredito que as pessoas são capazes de vivenciar emoções que elas não conseguem explicar em palavras", tranquiliza Lomas.
"Mas eu diria que a língua tem a capacidade de influenciar nossas vidas, pois o idioma pode afetar o que e como observamos, conceituamos, priorizamos e falamos sobre o mundo"

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Embrapa: Livros sobe produção de Mandioca, Banana e Citros para download gratuito


Com a edição deste livro, a Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical coloca à disposição do público interessado mais uma importante referência relativa à cultura da mandioca. Esta obra reflete, de forma inequívoca, a dedicação de uma equipe de profissionais com elevado grau de experiência e qualificação acadêmica, que tem dedicado esforço e talento para encontrar soluções para a mandiocultura brasileira. Classificação botânica; Clima e solo; Variedades; Escolha a área e preparo do solo; Manejo e conservação do solo; Calagem e adubação; Seleção e preparo do material de plantio; Poda e conservação de manivas; Época de plantio; Espaçamento e plantio; Consorciação; Plantas daninhas; Pragas; Doenças; Colheita; Processamento e utilização; Aspectos socioeconômicos, comercialização e custos de produção.

Para baixar, CLIQUE AQUI.


Classificação botânica; Clima; Estrutura da planta; Cultivares da bananeira; Micropropagação; Manejo e conservação do solo; Nutrição, calagem e adubação da bananeira; Irrigação e fertirrigação; Práticas culturais; Doenças fúngica e bacterianas; Viroses; Pragas; Nematóides; Pós-colheita; Processamento e produtos; Experimentação agrícola; Economia.

Para baixar, CLIQUE AQUI.


Resumo: Capítulo 1: Classificação Botânica. Capítulo 2: Botânica Econômica .Capítulo 3: Clima. Capítulo 4: Cultivares.Capítulo 5: Micropropagação e Microenxertia. Capítulo 6: Produção de Mudas. Capítulo 7: Implantação do Pomar. Capítulo 8: Manejo e Conservação do Solo. Capítulo 9: Manejo de Plantas Daninhas. Capítulo10: Nutrição, Calagem e Adubação. Capítulo11: Irrigação e Fertirrigação. Capítulo 12: Práticas Culturais. Capítulo 13: Doenças Fúngicas. Capítulo 14: Doenças Bacterianas. Capítulo 15: Doenças Viróticas. Capítulo 16: Pragas. Capítulo 17: Nematóides. Capítulo 18: Uso de Agrotóxicos. Capítulo19: Pós-colheita. Capítulo 20: Aspectos Nutricionais, Processamento e Produtos.Capítulo 21: Experimentação Agrícola. Capítulo 22: Economia.

Para baixar, CLIQUE AQUI.



sábado, 28 de junho de 2014

“Luzes da África”: autor que documentou 39 países africanos apresenta obra no Rio de Janeiro


Um etíope protege-se com seu cobertor do frio das montanhas de Gheralta. Foto: Haroldo Castro/Época
Rio - Ele documentou 165 países através de suas lentes, mas não foi só isso que ele registrou. Nessa estrada de descoberta, Haroldo Castro colecionou histórias, cheiros, lembranças de todas as partes do mundo. Especialmente, a África esteve em seu roteiro, onde ele somou 39 países africanos, que contribuíram para a produção de um livro com riqueza única, chamado “Luzes da África”.
Elias Sonote explica os seis talismãs de proteção – Foto: Haroldo Castro/Época
- Antes de criar o projeto, eu já conhecia 29 países africanos. Alguns, como Madagascar, eu já havia visitado mais de 12 vezes. Durante à expedição em 2009, fomos (eu e meu filho) a 18 países. Destes, oito eram novos para mim. Assim, o número de países africanos passou a ser 37. Em abril passado, estive em Togo e Benim, ou seja, hoje posso dizer que documentei 39 países do continente – conta em entrevista ao Por dentro da África o autor, que no próximo dia 2 de julho participará de um encontro acompanhado de uma sessão de autógrafos no Rio de Janeiro.
Haroldo já havia feito duas grandes viagens intercontinentais nos anos 1970: uma da Europa à Índia, em um Renault 5, e outra pela América do Sul, em uma Kombi. Ele conta que, há pelo menos uma década, havia decidido fazer uma viagem rodoviária pela África. O plano começou no início de 2009 e se concretizou entre novembro de 2009 e julho de 2010. Foram 40 mil km por 18 países, que deu origem ao Luzes da África, lançado em 2012.
Haroldo e Mikael Castro na Namíbia
- Meu filho Mikael Castro e eu havíamos pensado em vários nomes para a viagem: Acreditar na África, Caminhos Africanos, Luzes Africanas. Acabamos escolhendo Luzes da África, nome que tem muito a ver com a fotografia (a luz da imagem), assim como a mensagem positiva que queríamos mostrar sobre o continente. O nome acabou sendo o mesmo para a viagem, para a série de reportagens publicadas na revista Época e, obviamente, para o livro – explica Haroldo, que nasceu em Roma (Itália).
O livro de 574 páginas é repleto de detalhes, de cultura, dos costumes, da fuga dos clichês da miséria e da guerra  de um continente impossível de ser definido diante de tamanha diversidade.
Uma senhora vende colares de todas as cores. No Togo, estas “guias” são usadas ao redor da cintura e não em volta do pescoço. (Foto: © Haroldo Castro/Época)
- Durante uma viagem de 9 meses por 18 países não existe apenas um momento emocionante. São, no mínimo, dezenas de experiências singulares. Para exemplificar, sublinho as paisagens da Namíbia, a vida selvagem na Tanzânia, os gorilas-da-montanha em Ruanda e Uganda, as tribos na região do Omo na Etiópia, a Páscoa em Lalibela e as pirâmides do Sudão – enumera o jornalista e documentarista.
Compartilhando a experiência de Lalibela
Lalibela é uma cidade no norte da Etiópia com igrejas esculpidas na rocha viva, por ordem do rei Lalibela (do século XII da era cristã). As igrejas foram feitas ao contrário, ou seja, de cima para baixo a partir de um grande bloco de rocha.
Esses “monumentos”, considerados patrimônio da humanidade pela Unesco desde 1978, são registros  de uma região que abriga as mais antigas tradições cristãs. Para seus fiéis, de tradição copta (a Igreja Ortodoxa Copta, de acordo com a tradição, foi estabelecida pelo apóstolo São Marcos no Egito em meados do século I), a peregrinação à Lalibela tem o caráter de uma viagem à Jerusalém.
Durante a tarde da Sexta-feira Santa, várias procissões ocorrem ao redor das igrejas de Lalibela. Foto: Haroldo Castro/Época
Para compartilhar o que aprendeu durante sua visita  à Lalibela, Haroldo organizou, em abril passado, uma verdadeira expedição com turistas interessados em conhecer um pouco mais sobre essa região tão importante para a história da Etiópia. O período escolhido foi a Fasika (Páscoa Etíope), considerada a mais importante celebração do calendário ortodoxo. O retorno à Lalibela com um grupo de turistas mostrou que, além das lembranças do passado, a África permanece no presente e nos planos futuros de Haroldo.
- Inspirado na viagem pelo continente, decidi que eu deveria dividir minha experiência com outros viajantes. Estive em lugares tão fantásticos que não posso guardar essas experiências só para mim. Outras pessoas também precisam saber que estas maravilhas existem – conta o fotógrafo, que criou o Viajologia Expedições com a proposta de levar grupos de brasileiros a destinos exóticos como Namíbia e Etiópia.
Capa do livro Luzes da África
Seja nas “expedições” à África (organizada pelo autor) ou nas páginas do livro, este contato com a África permite descobrir, aprender, respeitar e se encantar com a cultura do outro.
- O leitor aprende muito da história, da cultura, dos hábitos e dos costumes africanos. Minha proposta principal foi mostrar uma perspectiva positiva sobre o continente, normalmente desprezado pela imprensa mundial. Além disso, considero que o livro aborda constantemente a arte e a ciência de viajar.
Serviço: Encontro com Haroldo Castro
Dia 2 de julho, às 19h30, na Livraria da Travessa, Shopping Leblon, Rio de Janeiro
Avenida Afrânio de Melo Franco, 290
Por dentro da África 

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Livros acadêmicos gratuitos sobre as populações indígenas do Brasil


Na página Taqui Pra Ti, mantida pelo professor e pesquisador José Ribamar Bessa Freire, é possível fazer o download de alguns livros acadêmicos gratuitos sobre questões indígenas, como por exemplo Aldeamentos Indígenas no Rio de Janeiro e a História Social das Línguas na Amazônia, dentre outros.

Acesse: http://www.taquiprati.com.br/publicacoes_categoria.php?cat_num=2

terça-feira, 25 de março de 2014

Conheça o Dicionário do Nordeste, de Fred Navarro

Terceira edição do livro contem 10 mil expressões típicas da região Nordeste. (Foto: Ludmila Portela/Divulgação)Terceira edição do livro contem 10 mil expressões típicas da região Nordeste. Primeira versão foi lançada em 1998. (Foto: Ludmila Portela/Divulgação)
O Dicionário do Nordeste, escrito pelo jornalista pernambucano Fred Navarro, ganha sua terceira edição, com lançamento marcado para esta sexta-feira (13/12/13). O evento com participação do autor está marcado para às 18h, no Museu do Estado de Pernambuco, nas Graças, Zona Norte do Recife.
O livro é fruto de 21 anos de pesquisa. “A ideia surgiu quando me mudei do Recife para São Paulo e percebi que os paulistas não me entendiam direito. Falava que minha coluna estava tronxa e eles riam. Notei então que cada lugar tem sua própria língua”, afirmou Navarro. Com isso em mente, o jornalista começou a anotar as palavras tipicamente nordestinas que encontrava e pesquisava as origens delas. Assim, a terceira edição do dicionário chega ao público contendo a tradução de 10 mil registros.
“Descobri que algumas expressões que pensava serem do Nordeste na verdade são de Minas, no Pará... Também tive a oportunidade de apreender palavras usadas por baianos ou aquelas que nasceram no Recife. Um exemplo é 'boyzinha', que significa garota e é tipicamente recifense”, revelou o autor. "Já na Bahia, por exemplo, eles dizem muito 'vamos na praia domingar'. Nunca tinha ouvido isto antes, mas descobri que quer dizer ir passear, se divertir. "
A proposta do Dicionário do Nordeste é servir como uma guia da região, pois também tem comidas e brincadeiras locais. A primeira versão, publicada em 1998, continha 2.500 palavras do vocabulário nordestino. Já a segunda edição, de 2004, chegou ao público com o dobro de verbetes. O livro é lançado em parceria com os estados de Alagoas, Bahia e Sergipe.

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