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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Diretor do Ministério da Cultura destaca 'interesse estratégico' da língua portuguesa para o Brasil



O fortalecimento internacional da língua portuguesa tem "interesse estratégico" para o Brasil, disse, nesta quarta-feira (14), o diretor de Relações Internacionais do Ministério da Cultura, Marcelo Dantas, em audiência pública promovida pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). Ele alertou para o risco de ampliação da influência dos países que utilizam os idiomas inglês e francês, especialmente junto às nações africanas de expressão portuguesa.
A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) inclui oito países em quatro continentes, reunindo cerca de 250 milhões de pessoas, dos quais quase 80% no Brasil. Nos próximos 50 anos, previu o diretor, Angola e Moçambique devem dobrar a população. Mas apenas 40% a 50% dos habitantes de Angola e cerca de 10% dos habitantes de Moçambique têm atualmente o português como língua materna. Além da influência crescente sobre esses países lusófonos de nações de língua inglesa, disse Dantas, existem organismos internacionais que tentam "boicotar o português".
- O francês e o inglês estão tentando deslocar o português na África. Se a nossa comunidade se enfraquece, o Brasil perde expressão internacional e perde mercados e contratos às vezes bilionários. Angola vai se tornar um dos países mais ricos da África. Podemos ter com eles um projeto de desenvolvimento verdadeiro, equilibrado e conjunto - afirmou Dantas, durante a audiência sobre "A criação e a implementação de um programa de colaboração e intercâmbio de conteúdos culturais entre Estados que integram a CPLP", presidida pela senadora Lídice da Mata (PSB-BA).
Televisão internacional
[Foto: Lia de Paula / Agência Senado]
 Autor da proposta de realização da audiência, juntamente com a senadora Ana Rita (PT-ES), o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), concordou com Dantas. O senador defendeu a implantação de uma televisão internacional de língua portuguesa e um maior intercâmbio entre escritores e estudantes dos países da CPLP.
- Temos que resistir à avassaladora força imperialista do inglês e, daqui a pouco, do mandarim, que vai se transformar em um idioma importante na África - alertou Cristovam.
O presidente do Instituto Cultural Brasil Plus, Túlio Gontijo Rocha, apresentou durante a audiência o projeto de uma televisão via internet para cobrir todos os países da CPLP. Ele pediu apoio aos integrantes da comissão na busca por um patrocínio cultural de R$ 5,4 milhões para colocar a emissora no ar.
Por sua vez, o gerente institucional e de negócios da TV Brasil Internacional, Phidias Barbosa, informou que os governos do Brasil e de Portugal firmaram acordo para um trabalho conjunto entre a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a Rádio Televisão Portuguesa (RTP). Porém, o acordo ainda não foi posto em prática porque existem dúvidas se a RTP virá a ser privatizada pelo novo governo português.
Integração acadêmica
A integração acadêmica entre os países de língua portuguesa foi defendida por três expositores. O reitor da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afrobrasileira (Unilab), Paulo Speller, informou que a universidade, que terá campi no Ceará e na Bahia, pretende alcançar em uma primeira etapa 5 mil estudantes.
O secretário de Ciência e Tecnologia de Niterói (RJ), José Raymundo Romêo, disse que a Associação das Universidades da CPLP, que ajudou a fundar, já abriga 131 instituições, após 24 anos de funcionamento. O vice-reitor de Cultura e Extensão da Universidade Estácio de Sá, Deonísio da Silva, afirmou "já estar na hora" de o Brasil assumir maior compromisso em relação aos países de língua portuguesa.
Na opinião de Ana Rita, as universidades têm cumprido "papel necessário e importante" não só na integração interna brasileira, mas também com a América Latina e os países africanos. Por sua vez, o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) sugeriu que os integrantes da comissão façam uma visita às sedes da Unilab, em Redenção (CE), e da Universidade da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu (PR), para conhecer os primeiros resultados dessas "duas grandes iniciativas".
Marcos Magalhães / Agência Senado

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Conheça Moçambique através de notícias


De grande importância para qualquer missionário é conhecer em profundidade os problemas e a realidade do campo onde irá trabalhar, ou onde já está. Com a internet, esta tarefa foi muito facilitada.
Neste objetivo, listamos aqui diversos sites de notícias de países específicos. Hoje focaremos Moçambique. Leia, informe-se, conheça o país e sua conjuntura.


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Brasil amplia presença nos países africanos de língua portuguesa

http://www.dw-world.de

Presença das novelas da Globo nos países africanos de língua portuguesa é só o lado visível de um fenômeno que tem também aspectos econômicos e políticos: o crescente interesse do Brasil pelas ex-colônias de Portugal.


Quem anda pelas ruas de Maputo, capital de Moçambique, pode facilmente ouvir jovens usando gírias tiradas de novelas da Globo, como "Eu sou chique, bem!" e "Tá podendo!".
Nas bancas de jornais de Luanda, capital de Angola, revistas especializadas em televisão estampam atrizes brasileiras na capa, como Taís Araújo e Juliana Paes.
Também em Luanda é fácil encontrar franquias de redes populares no Brasil, como Bob's, Mundo Verde e O Boticário. Isso sem falar nos templos da Igreja Universal do Reino de Deus, presente em todos os países africanos de língua portuguesa.
As novelas da Globo, as lanchonetes do Bob's e os templos da igreja de Edir Macedo são apenas a face visível de um fenômeno relativamente recente: a crescente presença brasileira nas antigas colônias portuguesas na África. Além do visível aspecto cultural, essa presença possui um viés econômico e outro político.

Relações econômicas priorizam Angola e Moçambique

O lado econômico é especialmente forte na relação com Angola – cuja independência, em 1975, o Brasil foi o primeiro país a reconhecer. Apenas quatro anos depois, a Petrobras chegava ao país africano, hoje o terceiro maior produtor de petróleo da África.
Mas, segundo o site da petrolífera, foi só recentemente – a partir de novembro de 2006 – que a empresa passou a atuar de forma mais agressiva em Angola, como operadora em três blocos de exploração de petróleo.
Também forte em Angola é a Construtora Norberto Odebrecht, que está no país desde 1984, quando iniciou a construção da hidrelétrica de Capanda, com capacidade de geração de 520 megawatts.
Hoje a empresa atua em diversos setores, como a construção de rodovias e em projetos de pavimentação, saneamento e urbanização, empregando mais de 24 mil pessoas.
"As relações do Brasil com Angola são muito mais intensas e muito mais antigas", afirma o sociólogo alemão Gerhard Seibert, do Centro de Estudos Africanos de Lisboa. "Mas Moçambique também desempenha um papel econômico cada vez maior."
Na província de Tete, no centro de Moçambique, a mineradora brasileira Vale está investindo 1,3 bilhão de dólares para extrair carvão de uma das maiores minas não exploradas do mundo. A produção anual deverá chegar a 11 milhões de toneladas a partir de dezembro de 2010 e empregar 1,5 mil pessoas. O contrato foi assinado em 2007.

Brasil busca papel maior no cenário internacional
No aspecto político, Seibert vê uma clara mudança na política brasileira para a África com a chegada à presidência de Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro de 2003.
Lula foi o presidente brasileiro que mais viagens fez à África – foram dez até o final de 2009, incluindo todos os países de língua portuguesa, alguns mais de uma vez. Também no seu governo, o número de países africanos nos quais o Brasil possui representação diplomática passou de 18 para 34.
Na opinião de Seibert, essa valorização da África na política externa brasileira segue objetivos econômicos: a busca de mercados para produtos e empresas brasileiras e a garantia de matérias-primas.
Mas há, também, objetivos políticos: "As relações com a África fazem parte de uma política externa que tenta dar um papel maior ao Brasil no contexto internacional, e isso inclui a ambição de ter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU".
Para o especialista, a África é só uma parte da política externa "mais expansiva" adotada pelo governo Lula. Ela inclui ainda a maior presença do país em fóruns internacionais como o G20 ou as reuniões com os países BRIC (Rússia, Índia e China).
Já Lula apresenta sua política africana como o pagamento de uma dívida, afirmando que o Brasil tem um compromisso moral e ético com o continente, uma referência ao passado escravagista brasileiro. O presidente gosta de repetir que o Brasil é o país com a maior população negra fora da África.
Estudar no Brasil
As frequentes visitas à África trouxeram popularidade a Lula no continente, o que, somado ao mundo idílico apresentado em várias novelas televisivas, acaba por reforçar uma imagem positiva do Brasil.
Primeiro-ministro Maria Neves estudou na FGV 
"A imagem que temos do Brasil é muito boa, até porque a mídia que vem do Brasil são as novelas", conta o universitário são-tomense Edileny Lima de Souza, que estuda administração de empresas na PUC em Porto Alegre.
O guineense Francisco Ialá, que cursa Direito na mesma universidade, diz que também no seu país a imagem do Brasil é muito boa. "As novelas que mais passam na Guiné-Bissau são as brasileiras. Toda a cultura brasileira influencia a Guiné-Bissau."
Ambos encontraram um Brasil diferente do que aquele que conheciam pela televisão. "As novelas brasileiras não retratam a situação como ela é. É mais glamour, praia e coisas boas, sem os problemas de infraestrutura, desigualdade e preconceito. São coisas que eu vivenciei e não esperava", diz Edileny
Edileny e Francisco estão entre os quase 4 mil africanos selecionados para estudar no Brasil entre os anos de 2000 e 2009. Eles receberam uma bolsa de estudos do programa PEC-G, do Ministério das Relações Exteriores.
Na África, os principais beneficiados pelo programa são os países de língua portuguesa, Cabo Verde e Guiné-Bissau à frente. A maioria dos estudantes volta ao seu país de origem. Estudar no Brasil é algo comum entre os cabo-verdianos – até o primeiro-ministro do país, José Maria Neves, estudou na Fundação Getúlio Vargas (FGV) nos anos 1980.
Para Edileny e Francisco, o Brasil desempenha um importante papel no ensino superior. "Para os países lusófonos em desenvolvimento, o Brasil desempenha um papel importante na formação de quadros profissionais", diz Edileny, que afirma: "Volto para São Tomé porque quero ajudar meu país a crescer." 
Autor: Alexandre Schossler
Revisão: Roselaine Wandscheer

sábado, 6 de novembro de 2010

Bandeiras e Brasões dos países de Língua Portuguesa


Baixe um arquivo contendo as Bandeiras e os Brasões dos países lusófonos (Açores, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Ilha da Madeira). Ideal para trabalhos, apresentações, sites, etc.

Para baixar o arquivo, Clique Aqui.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Maior feira de negócios de Moçambique atrai 60 empresas brasileiras

*
Empresas brasileiras interessadas em abrir mercado na África trouxeram para a 46ª Feira Internacional de Moçambique (Facim) produtos que variam de xampus e sabonetes a catracas eletrônicas. Aberta ontem (30/08/10) pelo presidente moçambicano Armando Guebuza, a Facim é a mais importante feira de negócios do país. Este ano, a feira atraiu a atenção de 488 empresas, sendo 60 do Brasil. "O interesse em expôr aqui tem aumentado de ano para ano", afirmou o organizador do espaço brasileiro na feira, Marco Audrá.


"Essa é a maneira mais segura de entrar em um mercado tão particular", disse ele. O número de empresas brasileiras na Facim este ano é 40% maior que em 2009. São empresas que atuam em ramos muito diversos, como cosméticos, melhoramento genético de bovinos, higiene e limpeza, mobiliário para escolas, colheitadeiras e até sincronizadores de semáforos.

Segundo Audrá, o mercado moçambicano é menor que o de países como África do Sul e Angola, mas as perspectivas são muito boas. "Aqui há uma facilidade maior de infraestrutura e a economia do país está crescendo muito". A grande maioria dos expositores brasileiros teve apoio do Sebrae ou do Ministério de Relações Exteriores (MRE) para alugar espaço na feira e divulgar produtos.

Rodrigo Silva veio "experimentar" a feira de Moçambique. Ele é representante da Digicom, líder do mercado brasileiro de catracas eletrônicas e que também desenvolve sincronizadores de semáforos. Depois de instalar as catracas no metrô do Rio de Janeiro e no sistema paulista do Bilhete Único, a empresa sediada em Gravataí (RS) decidiu expandir os horizontes. Já fez contatos no Marrocos, em Angola e no Egito e, agora, chega a Moçambique. "Viemos nos colocar como alternativa para o mercado, que está se abrindo agora".

A KJR, empresa paulista que produz ferramentas e conectores elétricos, também veio "testar a aceitação" de seus produtos e achar um representante local. "Como aqui a empresa de energia é estatal, precisamos conhecer bem as regras e os métodos", disse um dos representantes da companhia, que já vende para Cuba e outros países latino-americanos, como Colômbia, Chile e Peru. Mas é a primeira vez que tenta fazer negócios na África.

Mais experiente no continente, a fábrica de móveis para cozinha Poquema, de Arapongas (PR), chegou à Facim com um objetivo traçado. "Quero vender dois contêineres, cerca de U$ 70 mil dólares em mercadorias (R$ 130 mil)", afirmou o gerente de exportações João Faro, que já tem experiência de fazer negócios na vizinha África do Sul. O mercado moçambicano, disse ele, é promissor. "Aqui estão subindo muitos prédios e o poder aquisitivo da população também cresce."

Pelos dados oficiais do governo, a economia de Moçambique cresceu 9,5% nos três primeiros meses deste ano. Os empresários não comentam abertamente, mas consideram Moçambique um país onde a corrupção não prejudica tanto os negócios, como ocorre em outros países africanos, onde é "mais frequente e mais cara", segundo um executivo de uma das empresas brasileiras.

Além de Moçambique e Brasil, empresas de mais 12 países estão representadas na Facim: Portugal, África do Sul, Indonésia, Malaui, Zâmbia, Tanzânia, Espanha, China, Suazilândia, Quênia, Botsuana e Itália.

FONTE

Agência Brasil
Eduardo Castro - Correspondente da EBC
Vinicius Doria - Edição
via  http://www.agrosoft.org.br

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Missão transcultural: o fenômeno migratório em Portugal


O processo de imigração em Portugal teve vários momentos, desde a fixação de diferentes povos no processo de criação da nação portuguesa ao longo dos séculos. Atualmente, os imigrantes provém principalmente das ex-colónias portuguesas: Brasil , Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, India, Macau, Moçambique, São Tomé, São Tomé e Príncipe e do Timor Leste. Há muito que Portugal, tal como a Espanha, passou de um país de emigração para um país de imigração, ou seja, a entrada de pessoas é superior à saída.

Atualmente o tema “Imigração” está presente quase qe diariamente nas pautas das reuniões de cúpulas dos governos em toda a Europa. Tanto que para o Bloco Europeu, 2008 é o “Ano Europeu do Diálogo Intercultural”. No passado dia 27 de Fevereiro, o Ministro da Presidência, o Ministro da Cultura e a Alta Comissária para a Imigração e Diálogo Intercultural convidaram todos os portugueses a serem parte ativa no Ano Europeu do Diálogo Intercultural (AEDI). Daí vê-se como este tema é relevante não só em Portugal, mas na Europa como um todo

Em Portugal, grande é o fluxo de imigrantes vindos também da Europa de Leste: Rússia, Ucrânia, Moldávia; também da Romênia e da Polônia. Porém, as maiores comunidades imigrantes legais em Portugal são os brasileiros, ucranianos, cabo-verdianos, e angolanos. A maioria desta comunidade fixou-se em volta da cidade de Lisboa.

A diversidade cultural na capital do país está para a humanidade como a biodiversidade está para a natureza. É verdade que, segundo atesta a história de Portugal, a expressão das multiculturas sempre compuseram sua paisagem tanto rural quanto urbana, mas os fluxos migratórios alteraram drasticamente o mosaico multi-étnico há muito conhecido em Portugal. Que o diga o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF): “Em 1980 residiam legalmente em Portugal cerca de 50.000 cidadãos estrangeiros, número que subiu para 108.000 em 1990, e que no ano de 2000 já atingia as 208.000 pessoas. Hoje, com os titulares de autorização de permanência residem em Portugal cerca de 400.000 cidadãos estrangeiros. A manter-se o actual fluxo e conscientes de que o fenómeno migratório tende a alimentar-se a si próprio, é previsível que a curto prazo se atinja o número de meio milhão de imigrantes”.

É claro e evidente que estes números do SEF dizem respeito apenas às comunidades imigrantes em situação regular. E quanto aos imigrantes ilegais? Quantos serão? Pela própria natureza da clandestinidade os números não são precisos, mas segundo a mesma entidade, pode-se seguramente somar a este número pelo menos mais 200 mil imigrantes em situação irregular no país. Uma coisa é certa: Dos 400.000 cidadãos estrangeiros em Portugal em situação regular, 233.000 residam na Área Metropolitana de Lisboa distribuídos, pasmem, em mais de 180 nações distintas, sem falar de grupos étnicos com seus variados idiomas!

O Desafio Da Missão Transcultural

Os dados acima são mais que suficiente para constatarmos que temos diante de nós, os que fazemos missões em Portugal, uma realidade multi-étnica muito semelhante àquela vivida um dia em Jerusalém:

Nós, partos, medos, e elamitas; e os que habitamos a Mesopotâmia, a Judéia e a Capadócia, o Ponto e a Ásia, a Frígia e a Panfília, o Egito e as partes da Líbia próximas a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos, cretenses e árabes - ouvímo-los em nossas línguas, falar das grandezas de Deus. E todos pasmavam e estavam perplexos, dizendo uns aos outros: Que quer dizer isto? E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? Pedro então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo. Porque a promessa vos pertence a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a quantos o Senhor nosso Deus chamar. E com muitas outras palavras dava testemunho, e os exortava, dizendo: salvai-vos desta geração perversa. ( At 2.9-12; 38-40). (ARA)

O desafio está dinte de nós, todos os dias, nas ruas, nas praças, nos mercados, nas escolas e universidades, nos prédios onde moramos, em nossas igrejas, etc e etc. Cada igreja evangélica em Portugal como um todo, mas especialmente na área da Grande Lisboa, deverá desenvolver planos estratégicos para alcançar os grupos étnicos aqui representados e dispor-se a alcançá-los com o Evangelho transformador de Jesus Cristo. Ainda em Atos (8. 26-39), sabemos da história de um homem, de etnia etíope, como Deus o alcançou através de Filipe, e a Etiópia conheceu o Evangelho por intermédio daquele “turista” de passagem por Jerusalém.

É sabido que a economia mundial está arruinada e que a imigração não passa de uma miragem para aqueles que pensam em enriquecer-se, sem falar da desigualdade social em todas as sociedades mundial, ou seja, o rico cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre! Mas Deus tem as suas maneiras de trabalhar e quem sabe se o Evangelho não será o bem mais precioso que estes imigrantes realmente encontrarão por cá? Se assim o for, sem dúvida levarão para os seus países de origem a resposta daquela pergunta que fizeram os perplexos em Jerusalém: “Que faremos, irmãos? (At 2. 37). O mesmo Espírito que operou em Pedro também opera em nós e a resposta já está pronta: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo. Porque a promessa vos pertence a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a quantos o Senhor nosso Deus chamar. E com muitas outras palavras dava testemunho, e os exortava, dizendo: salvai-vos desta geração perversa. (At 2.38-40).

Soli Deo Glória!

Pr. Samuel S. Silva é Articulista, Teólogo e Pedagogo. Prfº de Teologia Sistemática. Prfº da COMACEP (Comiss. para Ação Educativa Evang. nas Esc. Públicas). Membro da CGADB. Missionário credenciado pela SENAMI. Pastoreia a Ass. De Deus Missões – ADM em Almada, Portugal. samuelprof@ibest.com.br

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Fonte: Igreja Assembléia de Deus de Missões

sexta-feira, 24 de abril de 2009

NOTÍCIAS LUSÓFONAS


Amados, apresentamos aqui a dica de um excelente site com notícias de todos os países lusófonos (onde é falada a língua portuguesa):

É o Notícias Lusófonas - http://www.noticiaslusofonas.com/
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